Exposição em São Paulo questiona o racismo, o sexismo e provoca: ‘Agora Somos Todxs Negrxs?’

Com abertura nesta quinta-feira (31), mostra apresenta um recorte da produção contemporânea de artistas negras e negros

por Junião, Ponte Jornalismo

Estreia nesta quinta-feira, 31 de agosto, em São Paulo, a exposição “Agora Somos Todxs Negrxs?”, que reúne produção contemporânea de artistas negras e negros reconhecidos no cenário das artes no Brasil. (mais…)

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Teatro Amazonas recebe pela primeira vez show de Djuena Tikuna: ‘Me senti em uma maloca’, diz

Show aconteceu na noite desta quarta-feira (23)

Por G1 AM

Em 120 anos de história, o Teatro Amazonas recebeu pela primeira vez um show musical indígena. A cantora Djuena Tikuna subiu aos palcos do teatro, na quarta-feira (23), ao lado de dezenas de outros indígenas em uma apresentação histórica. Emocionada, ela contou ao G1 sobre o sentimento de se apresentar no monumento símbolo de Manaus: “Me senti na minha aldeia”, disse. (mais…)

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Para compreender a Sociedade do Espetáculo

Uma estudiosa de Guy Debord propõe pistas para acessar o pensamento do filósofo. Sua obra central, que completa 50 anos, vasculhou as lógicas de dominação do capitalismo contemporâneo

Por Iná Camargo Costa, no Outras Palavras

Arte política

Logo depois de publicar seu livro A sociedade do espetáculo (1967), Guy Debord fez um filme com o mesmo nome (1973) no qual retoma todos os procedimentos do cinema de agitprop desenvolvido na Rússia revolucionária por gente como Eisenstein, ao mesmo tempo em que faz avançar tanto as propostas dos seus antecessores quanto as que enunciou no livro, que foi pensado entre outras coisas como uma intervenção no debate estético-político francês. (mais…)

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“Fulano é pós-moderno”, mas você sabe o que isso significa?

Não, pós-moderno não é o “Social Justice Warrior” pregando lugar de fala, a esquerda não ortodoxa, ou a arte que você não entende. Para compreender isso, você precisará, antes de tudo, saber o que é modernidade e onde ela falhou

Por Eduardo Migowski, no Voyager

O Facebook é inundado diariamente por opiniões das mais inusitadas. Todos comentam sobre tudo, conhecem todos os assuntos e reagem de modo agressivo contra aqueles que discordam. Sobram opiniões e faltam argumentos. Tanto o dogmatismo quanto o relativismo são ferramentas usadas ao bel-prazer. Quando ataco, tenho certezas. Quando me defendo, sou relativista. (mais…)

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A revolução ‘piazzollana’ do tango

Por Ricardo Cavalcanti-Schiel, na Cult

Já faz exatamente 90 anos que o antropólogo Franz Boas defendeu que, na grande história das manifestações humanas, a música, a poesia e a dança parecem sempre nascer juntas. A canção e o baile, fundidos, desempenhariam originalmente uma função ritual, onde, mais tarde, Victor Turner viria a identificar a experiência da communitas, esse sentimento de comunhão, de fazer parte e de se entender sob uma mesma narrativa existencial. (mais…)

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Roberto Schwarz: As contradições de Maurício Segall

Em depoimento de homenagem, Roberto Schwarz escreve sobre as contradições armazenadas na figura ímpar do recém-falecido Maurício Segall

Por Roberto Schwarz – Blog da Boitempo

Vou ser breve. Para entender a pessoa de Maurício Segall é preciso, na minha opinião, considerá-lo como um pacote explosivo de tensões. Por um lado, descendente de uma família rica e filho de Lasar Segall, um dos grandes pintores de nosso tempo. Por outro, comunista convicto e radical, numa acepção nobre, que vai além da filiação partidária e que a evolução histórica do comunismo deixou sem base. (mais…)

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A hora e a vez das intelectuais negras

Catálogo que põe em evidência o trabalho de 120 mulheres negras será lançado na Flip

Beatriz Sanz – El País

A 15ª edição da Festa Literária de Paraty (Flip) trará, além das tradicionais mesas de debate, uma novidade: o lançamento de uma obra, que no caso é o catálogo Intelectuais Negras Visíveis. O livro revela a produção de 120 mulheres negras em 12 diferentes campos de atuação que vão muito além da literatura ou da produção acadêmica. O catálogo será disponibilizado apenas nas plataformas online e foi desenvolvido pelo grupo de estudos Intelectuais Negras UFRJ e organizado pela professora Giovana Xavier. O lançamento acontecerá no dia 29 de julho na Casa Amado e Saramago, um dos núcleos paralelos da programação, e foi planejado pela curadora da Flip 2017, a historiadora e jornalista Joselia Aguiar, que se interessou pelo projeto depois de ler as críticas feitas por Xavier no ano passado quando a Flip não teve nenhum autor negro em suas fileiras. (mais…)

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