Ação do MPF resulta em condenação por crime de trabalho escravo em Trairão (PA)

Trabalhadores estavam em situação desumana para habitação. Não havia instalação sanitária nem água potável para o consumo e as refeições eram feitas em local aberto

Ministério Público Federal no Pará

A Justiça Federal no Pará condenou o proprietário rural Miguel Cirilo dos Santos a dois anos de reclusão, em regime aberto, por submeter cinco trabalhadores a condições similares à escravidão, na Fazenda Sobrado, localizada no município de Trairão, sudoeste paraense.

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Da vida em êxtase das socialites Levinsohn à violência no campo no oeste da Bahia

Camponês foi baleado no dia 31 por um dos seguranças da Fazenda Estrondo, localizada em terras públicas em Formosa do Rio Preto; na outra ponta societária do empreendimento agropecuário, festas no Copacabana Palace e ações beneficentes

Por Igor Carvalho, em De Olho nos Ruralistas

A celebração é um “get together à beira da piscina”, conforme as palavras da colunista social Hildegard Angel, em seu blog:

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Combate ao trabalho escravo: seminário marca 10 anos do projeto Ação Integrada

Acontece em Cuiabá, nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, o Seminário ‘Novos Caminhos para a Erradicação do Trabalho Escravo’. O evento é organizado pelo Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT), Ministério da Economia (ex-Ministério do Trabalho) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em comemoração aos 10 anos do projeto ‘Ação Integrada de Qualificação e Reinserção de Egressos do Trabalho Escravo’ (PAI), considerado referência mundial no enfrentamento ao problema

por MPT-MT / CPT

Por meio do projeto, que proporciona a inclusão social de trabalhadores resgatados de condições análogas às de escravo ou que se encontram vulneráveis socialmente a essa exploração, as vítimas conseguem a elevação da sua escolaridade, qualificação profissional e inserção no mercado formal de trabalho, de modo a ampliar a possibilidade de uma vida digna, fora do ciclo de exploração do trabalho escravo.

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Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo mobiliza a sociedade em Araguaína (TO)

Ações organizadas pela Comissão Pastoral da Terra buscam chamar atenção para a problemática em âmbito estadual e nacional

CPT

Organizações da sociedade civil e entidades públicas realizam, entre os dias 28 de janeiro a 8 de fevereiro, atividades em memória à Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Todo mês de janeiro, desde 2010, diversos eventos são organizados no Tocantins e em outros estados brasileiros para chamar atenção sobre o problema e cobrar avanços na erradicação do trabalho escravo contemporâneo.

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CPT participa de simpósio “Trabalho Escravo e a Dignidade Humana”

Realizado na cidade de São Paulo, o simpósio “Trabalho Escravo e a Dignidade Humana” faz parte das programações decorrentes do Dia Nacional de combate ao Trabalho Escravo, dia 28 de janeiro

CPT

A iniciativa da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) reúne representantes de organizações e instituições que atuam no combate ao trabalho escravo, como a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União, Missão Paz, Organização Internacional do Trabalho, entre outras.

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Inspeção do Trabalho completa 128 anos de atividades no Brasil

Categoria despontou com uma atribuição que viria a alçar o Brasil ao cenário internacional: o combate ao trabalho escravo

por Carlos Silva*, na Carta Capital

Nesta quinta-feira (17), a Inspeção do Trabalho completou 128 anos de atividades no Brasil. Foi instituída pelo Decreto 1.313/1891, assinada pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Originalmente, a fiscalização nasceu ligada ao Ministério do Interior, para inibir o trabalho de crianças em fábricas no Rio de Janeiro, à época, capital federal.

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‘Lista suja’ tem 204 empregadores com 2.500 pessoas em situação de escravidão

Relação que surgiu no extinto Ministério do Trabalho foi atualizada no início do ano e inclui áreas rurais e urbanas onde foram flagradas situações de servidão por dívida

por Redação RBA

O governo publicou no início do mês uma versão atualizada da chamada “lista suja” do trabalho escravo, o cadastro de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à de escravidão. A nova relação tem 204 nomes em 22 das 27 unidades da federação. Os destaques são Minas Gerais, com 55 casos registrados, e Pará, com 27. No total, 2.463 trabalhadores são atingidos.

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MPF em SP recebe simpósio para debater os desafios do combate ao trabalho escravo e a dignidade da pessoa humana

Atividade ocorre na Procuradoria da República em 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Inscrições terminam dia 23


Escola Superior do Ministério Público da União *

Na data em que se celebra o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo (28 de janeiro), a Procuradoria da República em São Paulo (PR/SP) receberá o simpósio “Trabalho Escravo e a Dignidade Humana”, organizado pela Escola Superior do Ministério Público da União. Representantes de instituições e organizações que atuam no combate ao trabalho escravo, como Ministério Público, Defensoria Pública da União, Missão Paz, Organização Internacional do Trabalho, entre outras, vão discutir questões teóricas e práticas sobre o assunto.

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Exclusivo: com vestidos a R$ 800, grife Amissima faz roupas com trabalho escravo

Por Thais Lazzeri, The Intercepet Brasil

HÁ DUAS HISTÓRIAS para a trajetória de sucesso da grife feminina Amissima. A versão glamour é a da marca de roupas presente em dois templos paulistanos do luxo (os shoppings Cidade Jardim e JK Iguatemi), liderada pela diretora de estilo da marca, a sul-coreana Suzana Cha. Não é só isso. A Amissima também emplaca vestidos em capas de revistas, viaja com jornalistas a Paris – as fotos estão nas redes sociais da marca – e conta com influenciadoras como @luizabsobral@lelesaddi e @thassianaves para exibir os modelos da grife para milhares de seguidores no Instagram.

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Chacina de Unaí: mantida condenação de Norberto Mânica e de outros dois réus pelos crimes

MPF vai recorrer contra redução das penas e contra anulação da sentença de Antério Mânica

Procuradoria Regional da República da 1ª Região

Conforme defendido pelo Ministério Público Federal, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a condenação de Norberto Mânica enquanto mandante do assassinato de servidores do Ministério do Trabalho – três fiscais e um motorista – no dia 28 de janeiro de 2004, no episódio que ficou conhecido como Chacina de Unaí. Em julgamento realizado na segunda-feira (19), outros dois réus, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro, também tiveram os recursos negados pelo tribunal e deverão ser presos como intermediários do crime. Eles foram condenados pelo tribunal do júri em Minas Gerais em novembro de 2015. (mais…)

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