As pesquisas de Laura Rita Segato – antropóloga, escritora e ativista argentina – sobre a violência de gênero, e especialmente suas reflexões sobre os feminicídios em Ciudad Juárez, México, são um pilar dos estudos feministas. Segato considera a violência machista uma questão de poder. Isso a leva a conceber o genocídio em Gaza como uma demonstração da “lei do poder de morte”. Conversamos aqui sobre o gênero como poder, sobre o surgimento de uma nova “ética” em um mundo em crise e sobre as complexas estratégias atuais do poder imperial.
A entrevista é de Raúl Zibechi, publicada por Brecha, com tradução do Cepat. (mais…)
