Relatórios da Univaja contrariam PF e revelam atuação de saqueadores profissionais no Javari

Relatos enviados às autoridades desde o ano passado já implicavam “Pelado” em esquema de caça e pesca ilegais

por Murilo Pajolla, em Brasil de Fato

Relatórios da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) descrevem a atuação de grupos criminosos armados voltados à prática de caça e pesca ilegais no interior da Terra Indígena (TI) Vale do Javari, onde foram assassinados o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips. 

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Cassação de Renato Freitas é um novo marco do racismo em Curitiba

Curitiba, como qualquer cidade brasileira, sofre com racismo estrutural, endêmico, cotidiano, escreve Rogerio Galindo, jornalista, em artigo publicado por Plural

IHU

Tem horas que é difícil ver um lado positivo das coisas. Mas não quer dizer que ele não exista. Mesmo a violência que foi a cassação do vereador Renato Freitas pode vir acompanhada de algum ganho. E isso não é excesso de otimismo.

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Para Incra, pai de Dallagnol é suspeito de se beneficiar de corrupção dentro do órgão

Instituto identificou desrespeito aos procedimentos e superfaturamento em desapropriação que beneficiou o pai do ex-procurador-chefe da Lava Jato, pré-candidato ao Senado; Justiça vai julgar a demanda por devolução de R$ 8 milhões pagos em indenização a Agenor Dallagnol

Por Leonardo Fuhrmann, em De Olho nos Ruralistas

No pedido de abertura de processo administrativo e na ação judicial contra Agenor Dallagnol, pai do ex-procurador da República Deltan Dallagnol, o comando do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) repete o mesmo argumento para pedir a devolução dos mais de R$ 8 milhões pagos de indenização pela desapropriação da Fazenda Guapé, de mais de 2 mil hectares em Nova Bandeirantes (MT): a suspeita de que ele e os outros tios e primos de Deltan que eram proprietários da Gleba Japuranã tenham sido beneficiados por um esquema de corrupção dentro do próprio instituto federal.

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“Nós não vamos ficar com medo”, diz líder indígena no Javari

Na sede da Univaja, indígenas homenagearam Bruno e Dom: “Não foi um índio que caiu, foi um branco. Mas esse cara era nosso companheiro de luta, era amigo dos povos indígenas”

por Rubens Valente, José Medeiros, em Agência Pública

Atalaia do Norte (AM) — Indígenas Kanamari fizeram uma homenagem na manhã desta terça-feira (21) na sede da Univaja (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari), em Atalaia do Norte (AM), ao indigenista Bruno Pereira e ao jornalista Dom Phillips, assassinados no domingo dia 5 de junho. Mulheres e homens entoaram o cântico kanamari que, cantado por Bruno durante uma pausa em uma expedição no Javari anos atrás, viralizou nas redes sociais na última semana.

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“Retórica do governo Bolsonaro desumaniza jornalistas”

À DW, repórter da “Folha de S.Paulo” Patricia Campos Mello fala sobre o caso Dom e Bruno, o atual clima de hostilidade contra jornalistas no Brasil e o desafio de combater fake news.

por Guilherme Becker, em DW

Ao falar sobre o assassinato do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, a repórter Patrícia Campos Mellos é enfática: “É um sintoma de uma escalada de violência e de hostilidade contra indigenistas, jornalistas, cientistas, artistas, que é uma marca do atual governo.”

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STF: Líder indígena do Javari relata a ministro Barroso medo e ameaças após morte de Dom e Bruno

Beto Marubo esteve no Supremo Tribunal Federal acompanhado de Eliana Torelly, subprocuradora-geral responsável por grupo sobre povos indígenas.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu nesta terça-feira (21) o líder indígena Beto Marubo, integrante da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (UNIVAJA), acompanhado da subprocuradora-geral da República Eliana Torelly, responsável pela câmara do Ministério Público Federal (MPF) que cuida de temas indígenas.

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Fiscalização resgata quilombolas em situação análoga à escravidão

Eram 23 trabalhadores em uma fazenda, sendo dois menores

Por Redação RBA*

Um total de 23 quilombolas foi resgatado de trabalho análogo à escravidão em uma fazenda no interior de Minas Gerais. Segundo os auditores-fiscais do Trabalho, 18 deles vinham dos municípios de São Francisco e Chapada Gaúcha e cinco, do interior da Bahia. Dois eram menores de idade.

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A cidade adotada por Bruno na Amazônia reflete sua perda

O caldo de mocotó e o Sport, o cacique irmão na defesa do Javari: as memórias que Bruno deixou em Atalaia, além de uma casinha branca e uma pequena biblioteca

Por Rubens Valente, José Medeiros, Agência Pública

Quando voltava das viagens de barco à Terra Indígena Vale do Javari, uma parada de Bruno em Atalaia do Norte (AM) era no pequeno restaurante de madeira do “seu” Rosedilson Barroso Salvador, onde tomava um caldo de mocotó e pedia para ouvir música sertaneja, em especial da dupla Milionário e José Rico. Fã de Roberto Carlos, Rosedilson tem salvo no computador um repertório selecionado de sucessos dos anos 60 e 70 que toca sem parar.

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Seminário na Fiocruz debaterá semelhanças entre as emergências recentes em saúde pública

Ana Paula Blower (Agência Fiocruz de Notícias)

O que as recentes emergências de saúde pública têm em comum e as melhores formas de enfrentá-las globalmente serão os temas principais da edição extra do Seminários Avançados em Saúde Global e Diplomacia da Saúde, que ocorrerá nesta quinta-feira (23/ 6). Com a participação de especialistas da Fiocruz e da Universidade de São Paulo (USP), o webinar organizado pelo Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz) debaterá os mecanismos de disseminação e controle de doenças como Covid-19, monkeypox, hepatite infantil, entre outras emergências internacionais e regionais.

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“Vagões, disciplinas, travessias, salveiros”: como tráfico se estruturou na Cracolândia

A investigação da Polícia Civil de São Paulo que mapeou a movimentação do fluxo; após quase um ano nas ruas, Operação Caronte prendeu mais de cem pessoas

Por Ciro Barros, Agência Pública

O barulho dos helicópteros tornou-se corriqueiro na região central de São Paulo, sobretudo nos fins de tarde, desde junho de 2021. Foi quando a Polícia Civil do estado deflagrou a chamada Operação Caronte, uma grande ação policial para combater o tráfico na região conhecida como “Cracolândia”. Batizada em referência ao barqueiro do reino dos mortos da mitologia grega, a operação vem ocorrendo em uma sequência de fases e etapas e já resultou na prisão de 111 pessoas, apreendeu toneladas de drogas e cumpriu 75 mandados de busca e apreensão, em oito inquéritos policiais. 

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