Nota de Repúdio da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Rondônia-ADUNIR-SSIND sobre assédio na instituição

NOTA DE REPÚDIO DA ADUNIR CONTRA O ASSÉDIO NO CAMPUS DA UNIR EM PORTO VELHO

No dia último dia 20 de outubro de 2022, amanhecemos com uma triste denúncia de que um professor, chefe de departamento, havia sofrido assédio pela administração da UNIR em razão de ter reclamado da situação da infraestrutura do campus de Porto Velho, no momento em que, mais uma vez, as aulas do campus estariam suspensas, primeiro por falta de energia elétrica, agora por falta de água. Continue lendo “Nota de Repúdio da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Rondônia-ADUNIR-SSIND sobre assédio na instituição”

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Eleger Lula é o primeiro passo para avançarmos na democratização da comunicação

Na luta pela Democratização da Comunicação, não há condições para se avançar em um governo de fake news e ataques à democracia

Por Janelson Ferreira, na Página do MST

No último dia 17 de outubro foi celebrado o Dia Nacional de Luta pela Democratização da Comunicação. A data faz referência à luta por uma comunicação mais democrática como peça-chave para construção e garantia da própria Democracia. E, em um período de profundos ataques às bases democráticas no Brasil, defender uma comunicação livre e popular é tarefa de todas/os aquelas/es que buscam combater o avanço reacionário em nosso país. Continue lendo “Eleger Lula é o primeiro passo para avançarmos na democratização da comunicação”

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Na guerra espiritual estimulada por Bolsonaro, nem o Papa Francisco é poupado

A alegada “guerra espiritual” que vem sendo alardeada pela pastora Damares Alves (Republicanos/DF) e pela primeira-dama Michelle Bolsonaro na campanha para o segundo turno das eleições presidenciais tem gerado grande tensionamento – e muita violência – no mundo religioso. No início de outubro, Damares e Michelle afirmaram durante um culto em Goiânia que “eleição é guerra espiritual”. A mulher do presidente e candidato à reeleição vem reiterando durante a campanha que eleição é “guerra espiritual” na qual associa o marido ao “bem” e os adversários às “trevas” e ao “mal”. “A gente luta contra a luz das trevas, contra o mal que quer ser instalado no nosso país. E a gente vê como o inimigo é sujo, é astuto, agindo dentro da casa do Senhor”, pregou Michelle durante um culto na Assembleia de Deus Ministério Fama, em Goiânia, no início de outubro, ao lado de Damares.

por Marcelo Menna Barreto, em Extra Classe / IHU

No ambiente católico, além do recente tumulto no dia da Padroeira do Brasil e ataques a sacerdotes em plena missa, no domingo, 16, até o Papa Francisco foi alvo de hostilidades de bolsonaristas por causa de um tuíte no qual o pontífice elogia “aqueles que dividem o pão”. Continue lendo “Na guerra espiritual estimulada por Bolsonaro, nem o Papa Francisco é poupado”

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De quem é a dissonância cognitiva? Por Ronaldo Tadeu de Souza

Diálogo com teoria que busca explicar o voto bolsonarista como curto-circuito entre eleitor e realidade social, produto da midiosfera extremista. Mas este delírio coletivo não seria dos que, desde 2014, criminalizaram democracia, educação e direitos?

Por Ronaldo Tadeu de Souza*, em Outras Palavras

Duas certezas temos nos últimos meses. A primeira é que precisamos urgentemente preservar nossa democracia de um segundo governo Jair Bolsonaro. E a segunda é que talvez nenhum fenômeno político da história brasileira recebeu quantidade tão imensa de tentativas para se compreender o que ele é. É Bolsonaro o líder de um governo fascista? O bolsonarismo expressa tendências autoritárias da sociedade brasileira? Populismo neoliberal é a melhor definição para o que vem ocorrendo desde 2018? Jair Bolsonaro e seus filhos, na verdade, conseguiram apreender os sentimentos da direita popular entre nós? Continue lendo “De quem é a dissonância cognitiva? Por Ronaldo Tadeu de Souza”

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Os traumas coletivos de um povo. Por Eduardo Guimarães

Ditadura foi varrida para debaixo do tapete da história, resultando em período de latência. Passado e traumas ficaram insepultos. Resultado: o retorno do recalcado sob o golpismo de Bolsonaro. Deixaremos também abertas feridas da pandemia?

Por Eduardo Guimarães*, em Outras Palavras

As ameaças golpistas do atual presidente não são uma novidade. A legitimidade das urnas eletrônicas e do Supremo Tribunal Federal, para mencionar somente dois exemplos, tem sido alvo constante de suas investidas. Essas ameaças não começaram com sua eleição para presidente, mas já em uma entrevista de 1999, quando ainda era deputado federal, acreditava que somente uma “guerra civil” resolveria os problemas do Brasil. Continue lendo “Os traumas coletivos de um povo. Por Eduardo Guimarães”

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Nordeste: orgulho e preconceito. Por Berenice Bento

Após o primeiro turno, uma maré de ódio invadiu as redes pedindo de golpe militar pra baixo. Mais que responder com um “orgulho nordestino”, melhor seria romper o amálgama de território e identidade para ver as contradições do NE real

Por Berenice Bento*, em Outras Palavras

Morte aos nordestinos. Analfabetos. Malditos. Cabeças chatas. Mortos de fome. Com indignação sem surpresa, vi o ódio ser vomitado contra nordestinos/as nas redes sociais, logo após o fim do primeiro turno da eleição presidencial. Sem surpresa porque, ao longo de toda a minha vida, escutei os mesmos insultos. Alguns vezes, sem saber que eu mesmo sou paraíba, quem cometia o insulto pedia minha cumplicidade. Sem surpresa porque, em 2014, quando a Dilma venceu as eleições, parte do Sul e do Sudeste cuspiu o mesmo ódio que agora retorna potencializado. Continue lendo “Nordeste: orgulho e preconceito. Por Berenice Bento”

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Nova bancada socioambiental no Congresso tem representatividade internacional

Indígenas, camponeses, ambientalistas e candidatos alinhados com a agroecologia foram eleitos no dia 02 de outubro e devem ampliar a bancada da resistência na Câmara e no Senado; Assembleias mantiveram deputados e ganharam reforços

Por Luma Prado e Nanci Pittelkow, em De Olho nos Ruralistas

Pela primeira vez na história da República o Congresso vai contar com duas deputadas federais indígenas, diretamente ligadas ao movimento organizado dos povos originários. Sônia Guajajara (PSOL-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG) tiveram suas candidaturas impulsionadas pela campanha “Aldear a Política”, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Mais dois candidatos autodeclarados indígenas foram eleitos no campo democrático: Juliana Cardoso (PT-SP) e Paulo Guedes (PT-MG). Continue lendo “Nova bancada socioambiental no Congresso tem representatividade internacional”

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A Questão É a Democracia. Por Cândido Grzybowski

em Sentidos e Rumos

Nesta semana decisiva do processo eleitoral, o grande desafio estratégico se revela com contundência na disputa. Não se trata só de decidir sobre que governo e que políticas queremos para o difícil momento coletivo de exclusões sociais e destruições ambientais. Essencialmente, estamos diante de uma decisão sobre viver e disputar em democracia ou não enquanto institucionalidade e bem comum estratégico, conquistada em 1988. Levamos tempo para entender que está instalada entre nós uma espécie de guerra civil de caráter político e ideológico, de princípios e valores do viver em coletividade compartilhada, de reconhecimento mútuo de direitos iguais na diversidade. Como em todas as batalhas assim, que provocam grande mobilização e polarização, se configura um espaço público de disputas carregado mais de emoções do que de ideias em confronto. Continue lendo “A Questão É a Democracia. Por Cândido Grzybowski”

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O fascismo não morreu em 1945

Há uma ligação estreita entre fascismo e democracia liberal. O problema é interpretá-los como sinônimos

Por Sergio Schargel, no A Terra é Redonda

A peça Praça dos heróis, de Thomas Bernhard, abre com Josef Schuster se jogando de sua janela na Heldenplatz (Praça dos Heróis), onde Hitler anunciou a anexação da Áustria. Os motivos são absurdos e propositalmente exagerados: Schuster teria se matado porque a Áustria de 1988 seria mais nazista e antissemita do que a Áustria de 1938. É óbvio que Thomas Bernhard exagera de propósito, para chocar – como é, por sinal, típico da sátira –, mas para pegar em uma ferida: o fascismo não morreu em 1945. Continue lendo “O fascismo não morreu em 1945”

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Arthur Neto: entre o bem e o mal. Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

O que é o bem e o que é o mal? Existe apenas um bem: o saber. E
 um único mal: a ignorância. Nada mais” (Sócrates. Ano 380 a.C.)

Ao

Arthur Neto, ex-deputado federal, ex-prefeito de Manaus, ex-senador da República e ex-democrata

Meu ex-timado amigo, Continue lendo “Arthur Neto: entre o bem e o mal. Por José Ribamar Bessa Freire”

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