Carta Aberta: As Comunidades Quilombolas de Bujaru e Concórdia do Pará pedem Socorro!

“As Comunidades Quilombolas de Bujarú e Concórdia do Pará pedem Socorro!
A empresa Brasil Fuels, antes biovale e biopalma, subsidiárias da Vale Mineradora está tentando matar os igarapés do vale do rio Bujaru com envenenamentos.
Isso aqui é um pedido de ajuda, um pedido para que essa denúncia repercuta nacionalmente e até mundialmente, porque só assim essa empresa pode recuar na sanha de matar as águas e consequentemente as comunidades da região do rio Bujaru.

Contextualizando:

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Tatiana Roque: neoliberalismo transforma ciência em arma da direita

Professora defendeu que negacionismo serve certas camadas da sociedade, mas enfatizou que a ciência, por si só, busca a universalidade; veja vídeo na íntegra

Por Camila Alvarenga, no Opera Mundi

No programa 20 MINUTOS ENTREVISTA desta sexta-feira (15/04), o jornalista Breno Altman entrevistou a professora titular do Instituto de Matemática da UFRJ e especialista em história da ciência Tatiana Roque, que discorreu sobre negacionismo, ciência e política.

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ATL 2022: Povos Indígenas unidos, movimento e luta fortalecidos. Documento final

“Nós somos mais de 8 mil lideranças de 200 povos indígenas, que viemos de todas as regiões do Brasil para nos reunir no 18º Acampamento Terra Livre – ATL. Respondemos ao chamado de nossa  mais elevada instância de representação nacional – a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e de suas organizações regionais. Viemos a Brasília para colorir a capital federal de urucum e jenipapo, com as múltiplas cores de nossos cocares e para demonstrar ao país e ao mundo que, assim como aprendemos com nossos ancestrais, seguimos e seguiremos juntos, resistindo contra os distintos projetos de extermínio que as elites, donos ou representantes do capital e seus sucessivos governantes e aliados no Poder Legislativo têm articulado contra nós ao longo desses 522 anos. 

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17 de abril: Dia Internacional da Luta Camponesa e 26 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás

Por Articulação das Pastorais do Campo

O mês de abril é memória, resistência e luta das populações do campo no Brasil e no mundo.  17 abril é dia de Luta Nacional pela Reforma Agrária e um marco na caminhada dos camponeses pela democratização da terra. A 26 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás, os direitos básicos dos camponeses foram violados e o número de assassinatos aumentou 75%.  No dia 18 de abril, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), apresentará a 36ª edição do relatório que reúne dados de conflitos e violências sofridas por trabalhadores do campo, os dados denunciam 35 assassinatos em 2021. O lançamento será transmitido pela página da CPT no Facebook e no canal do Youtube dia 18 às 09h30.

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Ameaçada de despejo, comunidade Guarani e Kaiowá luta por demarcação em Naviraí (MS)

Grupo empresarial entrou com ação para despejar indígenas do tekoha Mboreviry, que vivem em área de mata localizada na zona urbana do município

No Cimi

A comunidade Guarani e Kaiowá do tekoha Mboreviry, em Naviraí (MS), está ameaçada por um pedido de reintegração de posse. A ação foi movida por uma empresa do grupo Petrópolis, um dos principais fabricantes de cerveja do Brasil, que tem interesse no local. O espaço é ocupado por 37 famílias indígenas, que vivem numa área de mata na zona urbana da cidade localizada perto da divisa entre Mato Grosso do Sul e Paraná. Os Kaiowá e Guarani reivindicam a demarcação da área como terra de ocupação tradicional indígena.

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Acampamento Terra Livre Acre 2022: Apesar dos pesares a luta segue com força e fé

Exigimos que sejam reconhecidos os direitos e a existência das comunidades tradicionais e indígenas que vivem em unidades de conservação, como o caso dos Sharanawa no Parque Chandless e dos Nawa e Nukini no Parque Nacional da Serra do Divisor.

Por Lindomar Padilha em seu blog

A foto representa bem o sentido do Acampamento Terra Livre no Acre: Toda a ternura e esperança de um outro futuro possível que nascerá do enfrentamento aos projetos de morte para os povos originários. O Projeto de Lei 490 representa toda sorte de ataque aos direitos dos povos; a bandeira do Acre representa e diz claramente do compromisso do atual governo do estado com esses projetos de morte, afinal, o atual governo é um ruralista apoiador incondicional de Bolsonaro;  O cocar nos lembra que os governos passados e o atual, nunca se preocuparam efetivamente com os povos e que avanço, se houve, foi por causa e consequência da luta; A criança representa a certeza de um amanhã mais sorridente e um futuro onde a liberdade reinará. 

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Em parceria com a USP, indígenas aprendem a produzir podcasts para divulgar sua cultura

Jovens pataxós Hãhãhães vão passar de simples usuários das novas tecnologias a comunicadores sociais e divulgadores da cultura indígena brasileira

Por Laura Oliveira, no Jornal da USP

O que nasceu para orientar a população indígena sobre a pandemia da covid-19 se transformou em meio de resgate e preservação da cultura desses povos. Trata-se do projeto Embaixadores do Povo Indígena, idealizado pela professora Carolina Aires, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, em parceria com a comunidade indígena Pataxó Hãhãhãe (sudeste da Bahia) e a Rádio USP.

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Movimentos negro e indígena pedem que STF inclua racismo ambiental como central em julgamento de litígios socioambientais

Em carta assinada por mais de 250 organizações, movimentos reforçam a necessidade da criação de políticas públicas ambientais específicas para grupos marginalizados

Por Cristiane Prizibisczki, em O Eco

Organizações do movimento negro e povos da floresta entregaram, no final de março, uma carta aberta aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que o racismo ambiental seja colocado como pauta central nos julgamentos das ações socioambientais que, desde o final de março, têm acontecido na Suprema Corte.

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Garimpeiros armados invadem aldeia dos indígenas Xipaya no Pará

Por Cicero Pedrosa Neto, no Amazônia Real

Belém (PA) – A cacica Juma Xipaya denunciou na noite de quinta-feira (14), em vídeo publicado em uma rede social, que a aldeia Karimaa, na Terra Indígena Xipaya, foi invadida por garimpeiros armados. Segundo a liderança, uma balsa de grande porte, com maquinários para a extração de ouro, desceu o Rio Iriri em direção ao território. Seu pai, Francisco Kuruaya, foi agredido com socos e empurrões. O território Xipaya, onde vivem cerca de 200 pessoas, fica distante 400 quilômetros de Altamira, no sudeste do estado do Pará. 

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Após pressão do movimento indígena e recuo do mercado, PL 191 fica no congelador. Por Maurício Angelo

Projeto de lei “da morte”, “do genocídio”, “do extermínio”, o PL 191/2020 foi chamado por muitos nomes durante a mobilização que reuniu 8 mil indígenas de todo o país em Brasília.

No Observatório da Mineração

E o Acampamento Terra Livre acaba hoje, no dia inicialmente marcado para a votação do PL 191, com uma vitória: o projeto de lei de Jair Bolsonaro, Bento Albuquerque e Sergio Moro, encomendado desde o primeiro dia de governo, permanece na gaveta da Câmara dos Deputados.

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