Por Claudia Cambraia, Elaine Santos, na Alainet
Quando as mulheres negras, por meio de diversos escapes, alçam e ocupam determinados espaços hegemonicamente brancos, como o espaço dos debates acadêmicos, é sempre uma consternação entre todos. Primeiro porque não é comum protagonizarmos nada, nem mesmo as nossas ações no mundo podem ser relatadas por nós, somos sempre o objeto exótico do estudo alheio. Segundo, porque ocorre um desvelamento que produzimos conhecimento e queremos outra sociedade. Parece muita ousadia para aqueles que se acostumaram a retirar nossa humanidade. Continue lendo “13 de maio como um posicionamento político”










