Por Roberto Tardelli, no Justificando
Na lógica aristotélica, definir é dizer o que uma coisa é. Nossos irmãos lusitanos lançaram-se ao desconhecido, em jornadas épicas, para muitos partirem e poucos retornarem, lançando-se a um nível jamais experimentado pelo gênero humano de solidão e nostalgia, tão forte, tão arrebatador, que foi coisificado: a isso deram o nome, substantivo comum e abstrato, de saudade, apenas existente em português, porque nasceu entre aqueles que falavam português e que se lançaram aos mares, a redesenharem o mundo, decerto sentindo a necessidade de substantivar o vazio da alma que devia corroer os aventureiros navegadores. Continue lendo “O feminicídio cobra de nós, homens, uma mudança de atitudes e transformações”