É possível, com uma só medida, ampliar o acesso da população a medicamentos, fortalecer a indústria de genéricos e questionar o oligopólio das grandes farmacêuticas? Ampla reforma da Lei de Patentes do país asiático sugere que sim
por Guilherme Arruda, em Outra Saúde
Ao caminhar para deixar de ser um “país menos desenvolvido” em 2026, segundo a classificação das Nações Unidas, Bangladesh se viu em uma encruzilhada para sua Saúde Pública. Isso porque, devido às normas do Acordo TRIPS, tratado da Organização Mundial do Comércio (OMC) que rege as questões de propriedade intelectual no mundo, ele deixará de possuir certas prerrogativas que facilitam o acesso a medicamentos para Estados pobres por meio do relaxamento das patentes farmacêuticas que encarecem esses produtos. Continue lendo “Direito à saúde: o que Bangladesh nos ensina”










