Alerta: Glifosato liberado para pulverização aérea no Maranhão!

Da Rede de Agroecologia do Maranhão (Rama) / CPT

Após 11 anos em vigor, uma liminar que proibia o uso de glifosato por pulverização aérea foi derrubada, permitindo novamente que esse veneno se espalhe pelos céus do Maranhão. A Justiça Federal do Maranhão considerou improcedente a ação do Ministério Público Federal (MPF), que proibia a aplicação aérea de glifosato no estado desde 2013. A decisão, assinada pelo juiz federal Paulo César Moy Anaisse, concluiu que não há evidências de dano ambiental ou risco iminente causados pelo uso do herbicida por aeronaves ou equipamentos terrestres. Essa decisão traz graves riscos à saúde pública e ao meio ambiente, afetando principalmente as comunidades rurais. (mais…)

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Chuva de veneno: Comunidade Tradicional Curva, em São Mateus (MA), é atingida por agrotóxicos através de drone

Da Rede de Agroecologia do Maranhão (Rama) / CPT

Mais uma tragédia anunciada no Maranhão: a comunidade tradicional Curva, em São Mateus, foi alvo de um ataque criminoso com agrotóxicos lançados por drone, nesta terça-feira (14). O veneno, utilizado sob o pretexto de matar “ervas daninhas”, devastou o trabalho de subsistência, atingindo plantações de feijão, árvores frutíferas e outras leguminosas. Famílias que dependem dessas terras para sobreviver estão agora à mercê da insegurança alimentar. (mais…)

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Uso intenso de agrotóxicos provoca crise silenciosa na saúde e meio ambiente no Oeste do Pará

Avanço da soja e do milho expõe populações de Belterra, Santarém e Mojuí dos Campos a problemas de saúde

Liege Costa, Brasil de Fato

O oeste do Pará se tornou um dos grandes polos agrícolas do Brasil destacando-se na produção de soja e milho. Os municípios de Belterra, Santarém e Mojuí dos Campos estão entre os dez maiores produtores do estado, mas o uso intenso de agrotóxicos traz consequências. (mais…)

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Pulverização aérea de agrotóxicos no Maranhão prejudica saúde mental e física de moradores de comunidades tradicionais

Projeto de Lei contra a pulverização aérea de agrotóxicos está sendo proposto por organizações da sociedade

Eanes Silva, Brasil de Fato

Aeronaves sobrevoam casas e roçados, como na comunidade Manuel do Santo, no município de Timbiras, e prejudicam comunidades tradicionais com a pulverização aérea de agrotóxicos. Durante a colheita do arroz e do milho em suas roças, os moradores se depararam com aviões pulverizando veneno e pedem socorro às autoridades. (mais…)

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Audiência Pública discute os danos causados pelos agrotóxicos à população de Goiás

Debate da temática na Assembleia Legislativo do Estado de Goiás marca o encerramento da Jornada contra os Agrotóxicos em Goiás, realizada nos dias 26 e 27 de novembro

Por Marilia da Silva | CPT Goiás

Para debater a problemática dos agrotóxicos no estado de Goiás com o conjunto da sociedade e o poder público, a primeira Jornada Contra os Agrotóxicos em Goiás realizou, no dia 27 de novembro, uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. A atividade foi organizada pela Campanha em Defesa do Cerrado, com a parceria da CPT Goiás, CPT Nacional e MST Goiás, sendo proposta à casa legislativa pela deputada estadual Bia de Lima. (mais…)

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Guarani Kaiowá resistem a ataques com tiros e agrotóxicos por retomada de terras em MS

Há meses sob proteção da Força Nacional, indígenas denunciam abusos e lutam por demarcação

Por Caio de Freitas | Edição: Ed Wanderley, Agência Pública

Há quase cinco anos, mulheres, crianças, jovens e idosos Guarani Kaiowá acordaram, na madrugada de 2 de janeiro de 2020, com invasores ateando fogo no local mais sagrado da Terra Indígena (TI) Laranjeira Nhanderu, em Rio Brilhante (MS): a casa de reza da comunidade. A estrutura foi reerguida no território, um dos 25 à espera de demarcação em Mato Grosso do Sul, e hoje se mantém como símbolo da resistência indígena no extremo sul do estado. (mais…)

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Agrotóxicos no rio Tocantins: 9 toneladas de 2,4-D, componente do ‘agente laranja’ usado na guerra do Vietnã, foram derramadas com queda de ponte

Entre os produtos químicos derramados em queda de ponte, o 2,4-D tem fácil propagação pela água

Por Rodrigo Chagas, no Brasil de Fato

A queda da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que conectava os municípios de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), além dos impactos socioeconômicos, pode desencadear uma grave crise ambiental. No domingo (22), três caminhões carregados com agrotóxicos e ácido sulfúrico caíram no rio Tocantins, espalhando 25,2 mil litros de pesticidas e 76 toneladas de ácido, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). (mais…)

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