Los niños que obligaron a proteger la Amazonía

Las nuevas generaciones enfrentan las consecuencias del calentamiento global. Frente a esta situación, ¿el Estado de Colombia contempla un marco legal con enfoque intergeneracional? ¿Qué proponen los niños, niñas y adolescentes para combatir la deforestación? En el siguiente artículo hallaremos las respuestas

Por Sara Mejía, en Servindi

“Los derechos fundamentales de la vida, salud, el mínimo vital, la libertad y la dignidad humana están ligados sustancialmente y determinados por el entorno y el ecosistema. Sin ambiente sano los sujetos de derecho y los seres sintientes en general no podremos sobrevivir, ni mucho menos resguardar esos derechos, para nuestros hijos ni para las generaciones venideras. Tampoco podrá garantizarse la existencia de las familias, de la sociedad o del propio Estado” (1). Esta fue una de los primeras consideraciones de la Corte Suprema de Justicia de Colombia al resolver la segunda instancia de la tutela interpuesta por 25 niños, niñas y jóvenes colombianos con el apoyo de Dejusticia, para exigir la defensa de sus derechos a un ambiente sano, a la vida, a la salud, la alimentación y el agua, amenazados por la deforestación en la Amazonía y sus efectos en el calentamiento del país. (mais…)

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Expansão de cana-de-açúcar para a Amazônia colocará em xeque os serviços ambientais da floresta. Entrevista especial com Lucas Ferrante

por Patricia Fachin, em IHU On-Line

Apesar de a legislação proibir o cultivo de cana-de-açúcar na Floresta Amazônica desde 2009 por causa do impacto ambiental que esse tipo de cultura gera na biodiversidade, um projeto de lei recentemente discutido no Senado Federal propõe que esse plantio seja retomado em áreas degradadas. Entretanto, de acordo com o biólogo Lucas Ferrante, que já realizou estudos para verificar a influência do cultivo de cana-de-açúcar sobre florestas adjacentes, “esse é um dos cultivos mais nocivos” para a floresta. “Grandes plantações desse cultivo na Amazônia podem causar um dano muito grande à estrutura da floresta adjacente e também à biodiversidade, representando uma perda de patrimônio genético para o Brasil. Além disso, existem outros problemas envolvidos, porque a degradação da floresta, por si só, faz com que percamos diversos serviços ecossistêmicos dos quais somos altamente dependentes, como, por exemplo, a regulação do clima. Se houver plantação de cana-de-açúcar na floresta, poderemos colocar em xeque até o próprio cultivo agrícola da região”, adverte. (mais…)

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Projeto que permite plantio de cana na Amazônia tem votação adiada

Amazônia.org*

Foi adiada mais uma vez a votação do projeto que autoriza o plantio de cana-de-açúcar em áreas já alteradas e nas áreas do bioma Cerrado e dos campos gerais situadas na Amazônia Legal. O texto (PLS 626/2011) é polêmico porque, apesar do potencial econômico apontado pelos seus defensores, críticos da mudança alegam que há riscos ambientais.

De acordo com o presidente do Senado, Eunício Oliveira, o adiamento se deu em razão do baixo quórum em Plenário. Antes da votação, após reunião de líderes, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) havia prometido apresentar um requerimento para adiar a votação por 30 dias e obstruir a votação, se necessário. Para Randolfe, o projeto é um erro, não somente do ponto de vista ambiental. (mais…)

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Amazonía: Indígenas de 9 países piden coherencia en políticas de desarrollo

Servindi

Organizaciones indígenas de nueve países amazónicos demandaron coherencia a los países en sus políticas de desarrollo y respetar los derechos y territorios de los pueblos originarios.

Denunciaron la enorme presión de inversiones en la Amazonía, especialmente chinas, que no cumplen estándares mínimos internacionales y causan graves impactos ambientales y sociales. (mais…)

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Grandes projetos na Amazônia expõem a influência da China em violações socioambientais

Maurício Angelo – Inesc

Grandes obras de logística na Amazônia Legal, em pleno processo de implantação, mostram o peso da China na mudança da dinâmica econômica da região. A ferrovia Transoceânica, a Ferrovia Paraense e a Ferrogrão são alguns dos empreendimentos que, contando com financiamento chinês, mudam a paisagem da Amazônia, violam garantias fundamentais de povos indígenas e comunidades tradicionais, e ainda trazem impactos ambientais significativos.

Estes megaprojetos de infraestrutura, que incidem principalmente sobre a região da bacia do Tapajós, reúnem interesses de grupos que exploram o comércio global de commodities agrícolas visando atender a demanda chinesa por soja: especialmente, os ruralistas do Brasil Central e as grandes tradings, como as norte-americanas Bunge e Cargill, a francesa Louis Dreyfus e a chinesa Cofco – que já é a terceira maior exportadora de soja do Brasil. (mais…)

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Preservação da Amazônia é fundamental para a manutenção do seu ciclo hidrológico. Entrevista especial com Thomas Lovejoy

Patricia Fachin – IHU On-Line

Quando o biólogo norte-americano Thomas Lovejoy iniciou suas pesquisas na Amazônia brasileira, em 1965, “havia somente 3% de desmatamento e uma população de três milhões, incluindo os indígenas”. Hoje, mais de 50 anos depois, “o desmatamento oficial está em 17%, mas, além disso, a floresta está degradada (próxima ao ponto de inflexão) em mais de 50% somente na Amazônia brasileira”, relata Lovejoy à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por e-mail. (mais…)

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Titulación de territorios indígenas reduciría la deforestación

Representante de los pueblos indígenas de Madre de Dios aseguró que también impediría el ingreso de mineros ilegales

Perú 21 / Servindi

Julio Cusurichi Palacios, presidente de la Federación Nativa del Río Madre de Dios y Afluentes (FENAMAD), la organización indígena que representa a los siete pueblos indígenas de esta región, aseguró que una adecuada titulación de los territorios ayudaría a remediar el alto nivel de deforestación en la selva peruana. (mais…)

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Amazonía se acercaría a su punto de “no retorno” por deforestación

Alarmante. La deforestación de la Amazonía acabó con el 17 por ciento de su vegetación en los últimos 50 años. Si se supera el 20 por ciento, sería un “abismo climático”, advierten especialistas

Servindi

Amazonía en peligro. Si la deforestación supera el 20 por ciento de su área original, la Amazonía alcanzaría su punto de “no retorno”. Así lo advirtieron dos biólogos reconocidos de la Fundación de las Naciones Unidas. (mais…)

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