Incêndio de grande proporção atinge Alter do Chão e Ponta de Pedras em Santarém

De acordo com brigadistas, o fogo iniciou na noite de sábado (14). Chamas chegaram às margens da rodovia Everaldo Martins.

Por Dominique Cavaleiro, G1 Santarém

Brigadistas de incêndio de Alter do Chão e Corpo de Bombeiros combatem um incêndio de grandes proporções que atingiu a Floresta em Alter do Chão, localizada em Santarém, no oeste do Pará. As chamas avançaram para a rodovia Everaldo Martins e o incêndio se estende até Ponta de Pedras.

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O que as queimadas na Amazônia têm a ver com a economia e por que as eras Dilma e Bolsonaro fogem à regra

Por Vitor Hugo Brandalise, da BBC News Brasil

O aumento das queimadas na Amazônia no governo Bolsonaro – quase o dobro em relação a 2018 – foge a uma regra verificada em outros anos de recorde de incêndios, segundo pesquisas acadêmicas e cientistas ouvidos pela BBC Brasil News. Desta vez, a alta não acompanha mudanças de ciclos econômicos ligados à valorização do preço de matérias-primas, como carne de gado e soja, ou a uma corrida para comprar terras em momentos de incerteza na economia.

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Amazônia em Chamas: 90% da madeira exportada são ilegais, diz Polícia Federal

Conforme as investigações, 25 empresas do setor madeireiro são suspeitas de cometer irregularidades no Documento de Origem Florestal (DOF). A imagem é da apreensão de madeira no Porto Chibatão, em Manaus

Por Elaíze Farias, na Amazônia Real

Manaus (AM) –  A Floresta Amazônica está enfrentando as mais altas taxas de desmatamento e incêndios florestais dos últimos nove anos. Grande parte das derrubadas de árvores de espécies nobres segue o caminho do crime ambiental na produção madeireira. “Sendo otimista, 90% da madeira que sai da Amazônia é ilegal”. A afirmação é do superintendente da Polícia Federal no Amazonas, delegado Alexandre Saraiva. Com a experiência de atuar há dez anos na região, sendo quatro em Roraima, quatro no Maranhão e dois anos no Amazonas, ele alerta: “A gente vê aquelas fraudes, aquelas coisas ruins que aconteceram na Mata Atlântica há 100 anos, estão acontecendo do mesmo jeito na Amazônia”.

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“Bolsonaro entrega Amazônia com anuência do Congresso e Judiciário”, diz arcebispo de Rondônia

Dom Roque Paloschi fala sobre a construção do Sínodo, desmatamento ilegal, agronegócio, populações vulneráveis e soberania nacional

Redação RBA*

MAB – Vivendo de perto os conflitos sociais na Amazônia, Dom Roque Paloschi, atual arcebispo de Rondônia e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) desde 2015, é categórico em fazer um contraponto ao discurso do presidente Jair Bolsonaro sobre a Amazônia. “…não é a igreja que está internacionalizando a Amazônia, é o governo brasileiro, com o Congresso Nacional e com a anuência do judiciário… Se alguém está abrindo as portas da Amazônia para o capital internacional é este governo que está aí”, afirma.

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“Maior desmatador da Amazônia” comanda quadrilha de incendiários, diz MPF no Pará

Em 2015, empresário foi condenado a 54 anos e prisão, mas passou apenas seis meses na cadeia

Redação Brasil de Fato 

Investigações do Ministério Público Federal no Pará indicam que uma quadrilha envolvendo grileiros, madeireiros e produtores rurais, que tinha sido desbaratada em 2015, voltou a atuar com força na região e teria sido responsável, entre outras ações, pelo “Dia do Fogo” – série de queimadas criminosas realizadas num único fim de semana de agosto e que acabaram chamando a atenção do país para o que vinha acontecendo na Amazônia.

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¿Se podrá regenerar la Amazonía?

Distintas estimaciones científicas dejan dudas sobre la posibilidad de regenerar la flora y fauna perdida tras el incendio en la Amazonía. Desde 20 años para la regeneración hasta la conversión de la Amazonía en un desierto, son los cálculos realizados por las voces académicas. ¿Podrá este bosque tropical volver a ser el mismo de antes?

Por José Díaz, en Servindi

La noticia ambiental más lamentable en lo que va del 2019 ha sido, sin dudas, el incendio forestal que arrasó, y aún continúa impactando, a la Amazonía. Los focos de fuego que afectaron territorios amazónicos de Brasil, Paraguay, Bolivia y Perú han alterado extensiones aún no del todo medidas en el bosque tropical más grande del mundo.

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Guerra de 4ª Geração e sistema-mundo em crise modelam conjuntura, defende sociólogo

Sociólogo Pedro A. Ribeiro de Oliveira, do Movimento Fé e Política, fala à XXIII Assembleia Geral do Cimi

Cimi

O sociólogo e integrante da coordenação do Movimento Fé e Política, Pedro A. Ribeiro de Oliveira, se dirigiu à XXIII Assembleia Nacional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que acontece durante essa semana no Centro de Formação Vicente Cañas, em Luziânia (GO), com pessimismo sobre a atual conjuntura. “Nosso otimismo deve estar concentrado na ação porque a única leitura possível para o que estamos vivendo é a pessimista”, explicou.

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‘Impeachment de Jair Bolsonaro pelo crime de Ecocídio’

IHU On-Line

“O presidente Jair Bolsonaro se tornou uma ameaça para o meio ambiente do Brasil e do mundo. Assim, durante a manifestação, foi explicado que o aumento do desmatamento e das queimadas no Brasil pode ser considerado um crime, nacional e internacional, contra a natureza e a humanidade. O lema deveria ser: meio ambiente acima de tudo e a estabilidade climática acima de todos”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate.

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Passo a passo para frear a devastação da Amazônia

Soluções já existem: tecnologias que monitoram queimadas, legislação que pune contraventores e avançada política ambiental. Na contramão de resolver problema, Bolsonaro corta recursos para fiscalização e toma seu lado: o dos devastadores

Por Alessandra Cardoso*, em Outras Palavras

O mês de agosto de 2019 possivelmente ficará marcado pelas imagens da floresta amazônica ardendo em chamas. Aos dados que anunciavam o aumento das queimadas somaram-se um turbilhão de eventos críticos: a desqualificação do trabalho do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) pelo governo; os efeitos colaterais da fumaça sentidos no centro nevrálgico do país; os insistentes, irresponsáveis e vexaminosos comentários do presidente; a comoção nas redes sociais; e a repercussão internacional, incluindo ameaça de boicote seguida de anúncios transfronteiriços de ajuda financeira e até de intervenção.

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