Nota Técnica compara serviço do INPE ao que governo quer contratar

Estudo foi realizado após os constantes ataques do governo aos dados divulgados pelo INPE

Por Fernanda Soares, Jornal do SindCT

Um estudo realizado por servidores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, resultou na publicação de uma Nota Técnica comparando os serviços de monitoramento realizados pelo sistema DETER, desenvolvido pelo instituto, com a solução tecnológica que vários setores do governo têm procurado promover, da empresa Planet Labs Inc, representados no Brasil pela Santiago & Cintra Consultoria.

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Governo Bolsonaro prevê leilão para exploração mineral na Amazônia ainda em 2020

Projeto do governo para região conflita com cultura de populações tradicionais e atende interesse do capital estrangeiro

Por Catarina Barbosa, Brasil de Fato

Estão previstos para este ano leilões de outorgas para exploração de mineração e concessão de logística e infraestrutura na Amazônia. A proposta do governo federal prevê o ato como parte integrante do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI).

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Pará tem 8 das 10 unidades de conservação mais desmatadas da Amazônia

Por Marcos Furtado,  O Eco

Oito unidades de conservação do Pará ficaram entre as 10 mais desmatadas da Amazônia, no mês de setembro. Os dados são do Deter, sistema do INPE que faz o monitoramento sobre as alterações na cobertura florestal. Dos 964,45 km² desmatados na Amazônia Legal, quase a metade, mais de 44% (425,99 km²), pertence ao estado. O território paraense aparece no topo da lista de maneira consecutiva desde maio.

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Carta da Amazônia: destruímos o que não entendemos

IHU On-Line

“Provavelmente vocês não estejam acostumados que uma mulher indígena os chame de ignorantes, e menos ainda num cenário como este. Mas para os povos indígenas uma coisa é clara: quanto menos você sabe sobre algo, menos valor isso tem para você ― e, portanto, mais fácil será de destruir”, escreve Nemonte Nenquimo, cofundadora da organização sem fins lucrativos dirigida pelos indígenas Ceibo Alliance, primeira presidenta da organização waorani da província de Pastaza (Equador) e eleita pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes de 2020, em carta publicada por El Pais.

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Amazônia em Chamas: Sobrevoo flagra avanço da degradação ambiental no território Munduruku

Por Elaíze Farias e Marizilda Cruppe, na Amazônia Real

Manaus (AM) e Santarém (PA) – Do sudoeste até o extremo sul do Pará, na bacia do rio Tapajós, a fumaça de queimadas e de incêndios florestais encobre sedes de municípios e rodovias. Nas cidades de Trairão, Aveiro e Belterra, no sudoeste paraense, e Jacareacanga, no extremo sul, a atmosfera tem pouca visibilidade e o ar é sufocante, numa tóxica combinação de fumaça de queimadas em suspensão e névoa matinal. Mesmo na floresta tropical e úmida, a copa das árvores está sucumbindo não apenas às temporadas de fogo recorrentes, mas ao aumento das queimadas a cada ano e à degradação ambiental.

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Na Amazônia, 118 políticos com multas ambientais concorrem às eleições

Levantamento mostra que cerca de um quarto deles são prefeitos ou vices em exercício e concorrem à reeleição

Por Alice Maciel, Bianca Muniz, Bruno Fonseca, Ciro Barros, Agência Pública

Cento e dezoito candidatos a prefeito e vice-prefeito em municípios da Amazônia Legal que vão disputar as eleições no dia 15 de novembro estão na “lista suja do Ibama” por infrações cometidas na região na última década. É o que mostra levantamento feito pela Agência Pública

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Militares usam verba da proteção da Amazônia para reformar quartéis

ClimaInfo

Dinheiro que deveria estar sendo efetivamente gasto para conter o desmatamento e as queimadas na Amazônia está sendo utilizado para a compra de latas de tinta, portas e janelas, troca de telhados, instalações elétricas, entre outros itens que pouco ou nada têm a ver com a proteção do meio ambiente. Esse é o balanço da análise feita pela Piauí sobre os gastos da Operação Verde Brasil 2, iniciada em maio passado sob comando das Forças Armadas como a principal iniciativa do governo Bolsonaro para reduzir a taxa de desmatamento na Floresta Amazônica. No entanto, parte desses recursos está financiando a reforma de instalações militares.

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