“Brasil não se enxerga como nação e o principal inimigo passou a ser o vizinho”

Manoela Frade, no Portal Adverso

Para o economista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Pedro Fonseca, “o Brasil não se enxerga como nação e o principal inimigo do brasileiro passou a ser o pensar diferente”. Essa radicalização, disse, o faz lembrar “a Espanha antes da Guerra Civil, quando para um espanhol, o principal inimigo era seu vizinho. Essa fragmentação atrapalha a constituição de um pacto nacional”. A análise foi feita durante a palestra ‘Conjuntura e Projeto Econômico para o Brasil’ realizada dia 5 de setembro, na sede da ADUFRGS-Sindical em Porto Alegre. (mais…)

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ENSP completa 64 anos debatendo avanços, retrocessos e caminhos da atual conjuntura brasileira

Na ENSP

Diante do contexto atual, de desmonte do Estado brasileiro, caracterizado pelo aprofundamento da política de austeridade e demolição dos direitos constitucionais conquistados, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), no tempo em que celebra seus 64 anos, empenha-se em discutir alternativas e caminhos para resistir e avançar no árduo caminho que se apresenta à nossa frente. De 3 a 6 de setembro, a ENSP abre suas portas para discussões sobre o enfrentamento de tais desconstruções nos campos da Saúde Pública e da Educação. Além de debates a respeito da comunicação pública em tempos de austeridade e agroecologia, haverá o lançamento do novo Portal ENSP e uma homenagem à Marielle Franco, símbolo de luta pelos direitos da sociedade e vítima dos tempos sombrios. (mais…)

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Entrevista Manchetômetro – Afonso de Albuquerque

Por Juliana Gagliardi, no Manchetômetro

Afonso de Albuquerque é professor do Departamento de Estudos Culturais e de Mídia e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF). Pesquisador do CNPq desde 1998, atua principalmente nas áreas de Comunicação Política, Jornalismo e Comunicação Comparada, nas quais publicou diversos artigos em revistas nacionais e internacionais de referência. (mais…)

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Mídia e Economia: A mentira política insustentável!

Crises são fundamentais para produzir mudanças, pois assim como o gato dorme quando está confortável, o povo dorme quando tem pão, circo e mentiras.

Por Vilmar Berna*, Revista Missões

Nas guerras, a primeira vítima é a verdade (lembrando frase de Churchill), e nas crises também. Crises são fundamentais para produzir mudanças, pois assim como o gato dorme quando está confortável, o povo dorme quando tem pão, circo e mentiras. (mais…)

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Stedile fala sobre greve de fome e reforça necessidade da pressão popular sobre STF

Dirigente do MST falou ainda sobre a conjuntura política nacional e o apoio internacional ao ex-presidente Lula

Por Redação Brasil de Fato

Sete militantes de movimentos populares estão em greve de fome desde o dia 31 de julho, em Brasília, e pedem que a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), coloque em pauta o julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 54. Apresentada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a ação tem como objetivo rever a legalidade de prisões a partir de condenação em segunda instância. (mais…)

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Do lulismo ao bolsonarismo. Entrevista especial com Rosana Pinheiro-Machado

por Patricia Fachin, em IHU On-Line

O que fez com que “uma grande parcela” da população brasileira e, mais especificamente, de Porto Alegre, passasse de uma adesão ao lulismo para uma identificação com o bolsonarismo? Compreender esse fenômeno tem sido o tema de estudo das pesquisadoras Rosana Pinheiro-Machado e Lúcia Scalco. Essa motivação, explica Rosana, surgiu em “uma roda de conversa” realizada com os estudantes no final de 2016, a qual “demonstrou que muitos jovens achavam as ocupações coisa de vagabundo. A partir destas pistas nas narrativas, não foi difícil encontrar uma rede ampla de pessoas que desde 2016 passaram a se identificar com o bolsonarismo — conceito que, para nós, está muito além da figura do candidato, mas corresponde a uma nova roupagem do discurso conservador (que não é novo, evidentemente, nas classes populares)”. (mais…)

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Impacto destrutivo do capitalismo já é maior do que todas as destruições anteriores da vida no planeta. Entrevista especial com Marildo Menegat

por João Vitor Santos, em IHU On-Line

Ao analisar a Revolução 4.0 e seus efeitos, Marildo Menegat destaca que ela é um aprofundamento da Terceira Revolução Tecnocientífica, a da microeletrônica. “Ela amplia soluções na elaboração de informações em alguns pontos que não eram ainda suficientemente rentáveis para o capital, quando essa transformação tecnológica iniciou-se nos anos 1950-60”, contextualiza. “Na década de 1980, ela já era dominante na indústria automobilística em países como o Japão. Mas ainda faltava se desenvolver o robô, que poderia ser definido como uma máquina com ‘órgãos de sentidos e inteligência artificial’. Essas máquinas – que parecem ‘quase humanos’ – são o eixo central da Revolução 4.0.” (mais…)

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