Justiça intima Bolsonaro para explicar portaria sobre munições

Documento elevou de 200 para 600 o número de projéteis permitidos anualmente por registro de arma de pessoa física

Por AE, no Correio do Povo

A Justiça Federal intimou o presidente Jair Bolsonaro, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), a dar explicações sobre a publicação de uma portaria que aumentou em três vezes a quantidade de munições que pode ser comprada por cada pessoa. A ação foi aberta após o Estadão revelar que a norma foi fundamentada em parecer do general de brigada Eugênio Pacelli Vieira Mota, que já havia sido exonerado e não tinha mais função no governo. A portaria elevou de 200 para 600 o número de projéteis permitidos anualmente por registro de arma de pessoa física.

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Defensoria pede na Justiça divulgação diária de dado integral sobre a Covid-19 até 19h

A DPU pede ainda que a pasta adicione novamente ao Painel Coronavírus os dados apagados na sexta-feira

Da AE, no Correio do Povo

A Defensoria Pública da União (DPU) entrou, neste sábado, com um pedido de liminar no plantão da Justiça Federal de São Paulo para obrigar o Ministério da Saúde a divulgar atualizações diárias e integrais do avanço dos casos e mortes de Covid-19 no País. A DPU pede ainda que a pasta adicione novamente ao Painel Coronavírus os dados apagados na sexta-feira.

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Covid-19: Câmara do MPF instaura procedimento para apurar exclusão de dados divulgados pelo Ministério da Saúde

Pasta deixou de informar total acumulado de mortos pela doença. Para órgão do MPF, alteração fere princípio da transparência

A Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos em Geral do Ministério Público Federal (1CCR/MPF) instaurou neste sábado (6) procedimento extrajudicial para apurar os motivos que levaram o Ministério da Saúde a excluir do Painel de Informações da Covid-19 o número acumulado de mortes decorrentes da doença. A alteração dos dados divulgados diariamente pela pasta foi oficializada hoje após o sistema ficar fora do ar por quase 20 horas. Além de instaurar o procedimento, o despacho determina o envio de ofício ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, para que ele forneça, no prazo de 72 horas, informações detalhadas acerca do tema.

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Um teste para militares, milicianos e o que ainda existe de regime democrático. Por Janio de Freitas

Em que regime vivemos, não se sabe

Na Folha

A repulsa a Bolsonaro e seus agentes precisou de um ano e cinco meses de antigoverno para, enfim, mostrar que não é apenas um sentimento coletivo. Tem corpo, tem vida, pode mover-se e move-se. Com passos iniciais mas decididos, nomes expostos sem temor e já os primeiros atos públicos bem sucedidos em Porto Alegre, São Paulo, Manaus, Rio e outros despertares.

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Para onde vamos? Por Valerio Arcary*

Em A Terra é Redonda

A unidade na ação contra Bolsonaro não diminui a necessidade de uma Frente Única de Esquerda, ao contrário, exige.

O momento da conjuntura

A análise do momento da conjuntura merece considerar quatro fatores chaves que se combinam, mas devem ser avaliados pelo peso específico de cada um deles. Uma análise marxista não pode perder o sentido das proporções.

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Com o “Estamos juntos” PSDB e golpistas buscam recuperar protagonismo

Por Pedro Simonard, no Brasil247

No domingo, 31 de maio, a mídia divulgou dois manifestos conclamando à luta em defesa da democracia. O “Basta!”, um manifesto assinado por 710 “profissionais de direito” em defesa da democracia, e o “Estamos juntos”, que mais parece uma ficha de filiação do PSDB. É um manifesto que reúne intelectuais, artistas e políticos. Entre as ausências mais sentidas neste segundo manifesto os três políticos mais em evidência no Brasil contemporâneo Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Ciro Ferreira Gomes. Estas ausências já indicam claramente quais as intenções que estão por trás do “Estamos juntos”.

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Ministro do STF compara Brasil à Alemanha de Hitler e diz que bolsonaristas querem “abjeta ditadura”

Por Mônica Bergamo, na Folhapress/GaúchaZH

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, enviou mensagem a ministros da corte alertando que a “intervenção militar, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia”, nada mais é “senão a instauração, no Brasil, de uma desprezível e abjeta ditadura militar!!!!”.

O magistrado, que é o decano da corte, compara o momento vivido pelo Brasil com o da Alemanha sob Adolf Hitler.

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