Pataxó de 14 anos é assassinado em ataque na TI Comexatibá, na Bahia

Gustavo Silva da Conceição foi assassinado por homens fortemente armados que atacaram retomada; ataques em série aterrorizam povo Pataxó no extremo sul da Bahia

POR TIAGO MIOTTO, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI

Na madrugada deste domingo (4), o indígena Gustavo Silva da Conceição, Pataxó de apenas 14 anos de idade, foi assassinado durante um violento ataque contra uma retomada na Terra Indígena (TI) Comexatibá, no extremo sul da Bahia. Além de Gustavo, outro indígena de 16 anos foi ferido no braço por um disparo de arma de fogo. Ele chegou a ser hospitalizado, mas não corre risco de morte. (mais…)

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Dois indígenas Guajajara foram mortos e outro foi baleado na TI Arariboia, no Maranhão

Entre 2003 a 2021, foram registrados 50 assassinatos de indígenas Guajajara no Maranhão; em nota os Guardiões da Floresta denunciam violência

Cimi

Na madrugada do último sábado (3), dois indígenas do povo Guajajara foram mortos no Maranhão, e outro encontra-se hospitalizado. Os três são da Terra Indígena Arariboia, sendo um deles integrante do grupo de agentes florestas indígenas “Guardiões da Floresta”. Com autonomia de gestão do território e suas formas próprias de organização, o grupo atua na defesa contra invasores. (mais…)

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Milícia bolsonarista assassina indígena Pataxó de quatorze anos em mais um ataque no extremo sul da Bahia

Apib

Na madrugada deste sábado (04), um grupo de pistoleiros fortemente armados atacou o povo Pataxó numa área de retomada no Território Indígena Comexatibá, município de Prado, extremo sul da Bahia. O ataque vitimou um adolescente de 14 anos, que faleceu na hora com um tiro na cabeça e outro de 16 anos, que foi internado em um hospital da região. (mais…)

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CPT Nordeste II divulga Nota de Repúdio à decisão da Câmara Municipal de Campina Grande (PB) de homenagear um dos acusados de envolvimento no assassinato da sindicalista Margarida Alves

CPT

No documento, o regional da CPT repudia a decisão da Câmara Municipal de Campina Grande (PB) de homenagear um dos acusados de envolvimento no assassinato da sindicalista Margarida Alves, José Buarque de Gusmão Neto, Zito Buarque, colocando o seu nome em uma das novas ruas da cidade.

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O major Curió e o caráter perverso da ditadura militar. Por Jacques Távora Alfonsin

É costume consagrado e respeitoso o de nada se dizer do mal que pessoas já falecidas praticaram, já que elas não podem mais se defender. No caso do major Curió, porém, falecido no dia 17 deste agosto, é lícito abrir-se uma exceção, por três razões principais: a primeira, pela simples e necessária fidelidade devida à história do Brasil, que as Comissões da verdade revelaram sobre o que ele fez de muito ruim, colocando os seus serviços a toda a sorte de atrocidades que as Forças Armadas do país praticaram desde o golpe de Estado de 1964,  por elas executado; a segunda, pelo exemplo a ser seguido por qualquer brasileira ou brasileiro, pelo brio, a coragem, a determinação das vítimas que resistiram, algumas até ao sacrifício da própria vida, ao poder da atuação violenta e repressora que esse cidadão colocou em prática contra os seus próprios conterrâneos; a terceira, pela extraordinária urgência com que, nos dias de hoje, a democracia, o Estado de direito e a cidadania estão correndo o risco de serem outra vez sacrificadas  pelo ressurgimento da mesma inspiração “bélica”, armada, odienta, que motivou o golpe anterior, dividindo o povo, mesmo a custa das mesmas mentiras. O major Curió encarnou essa inspiração, do tipo que monopoliza o que entende por bem, para poder demonizar quem quer que ouse contrariá-la, como o mal. (mais…)

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Brasil é o segundo país em mortes no campo na Pan-Amazônia

Estudo, disponibilizado para download nesta sexta-feira (5), foi apresentado durante o X Fórum Social Pan-Amazônico (Fospa) e traz dados de assassinatos no campo ocorridos nas regiões amazônicas de cinco países: Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Brasil, entre os anos de 2020 e 2022

Por Mário Manzi, da CPT Nacional

A publicação Assassinatos na Pan-Amazônia reúne dados de assassinatos em conjunto com trabalho de cartografia e cobre mais de 85% do território da bacia Amazônica. A edição ganhou versão impressa bilíngue – em português e espanhol – para distribuição direcionada. O arquivo pode ser acessado na íntegra AQUI.

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