Ato no PR cobra justiça pelo assassinato de Lindolfo Kosmaski, nesta sexta-feira (6)

Após um ano do assassinato, o caso continua sem resolução e sem o julgamento dos culpados.

Por Setor de Comunicação e Cultura do MST-PR, na Página do MST

Nesta sexta-feira, (6/05), a partir das 14h30, será realizado um ato em memória e por justiça pelo assassinato do jovem camponês, professor, gay Lindolfo Kosmaski. O ato será no Calçadão em frente à Secretaria de Educação, no centro de São João do Triunfo, região sul do Paraná, cidade onde Lindolfo morava e trabalhava.

(mais…)

Ler Mais

Entidades e comunidades preparam ato em memória de quilombola assassinado no Maranhão

Edvaldo Pereira Rocha é o sétimo quilombola assassinado no estado desde o ano de 2020. Ele era presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho e foi morto no dia 29 de abril.

por Mário Manzi, com informações da CPT Regional Maranhão

Dia 05 de maio será realizada a missa de sétimo dia, em memória de Edvaldo Pereira Rocha, líder da comunidade quilombola Jacarezinho, na cidade de São João do Soter, localizada a 420 km da capital, São Luís. Edvaldo Pereira Rocha, presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho, foi assassinado a tiros na manhã da sexta-feira (29), no povoado de Bom Jardim, zona rural de São João do Soter. 

(mais…)

Ler Mais

Assassinatos no campo em 2021 batem recorde dos últimos quatro anos

Sob Bolsonaro, a média de ocorrências de conflitos já é a maior da história. No ano passado, 35 pessoas foram assassinadas no campo, 29 somente na Amazônia

Por Bianca Muniz, Rafael Oliveira, em Agência Pública*

Os conflitos no campo seguiram acima da média no terceiro ano do governo Jair Bolsonaro (PL). Em seu levantamento anual, “Conflitos no Campo Brasil 2021”, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) registrou 1.768 ocorrências, uma média de 34 por semana. Nos dois primeiros anos de Bolsonaro na presidência, foram computadas 1.903 e 2.054 ocorrências, respectivamente. A média para os 18 anos anteriores, entre 2001 e 2018, é de 1.408 ocorrências de conflitos.

(mais…)

Ler Mais

Assassinato da menina Heloysa revela violência policial em paraíso turístico

Criança foi morta com um tiro no peito, dentro da casa da avó, durante ação da PM na comunidade de Salinas, no balneário de Porto de Galinhas (PE)

Por Ana Júlia Santos, em Agência Pública

“Heloysa era uma criança muito carinhosa, extrovertida, estava sempre com um sorriso no rosto. Uma menina amorosa, companheira, muito educada, um amor. Ela verdadeiramente era isso. Era uma criança que passava uma energia muito boa, nunca via ela triste, emburrada, então está sendo muito difícil essa ausência porque o carinho que ela nos dava era muito grande. Tá doendo demais”. Duas semanas após a morte de Heloysa Gabrielle Fernandes Nunes, de seis anos, baleada durante ação policial em Porto de Galinhas (Ipojuca-PE), a tia Welândia Fernandes Nunes conseguiu falar pela primeira vez sobre a perda da sobrinha e o luto que a família vem enfrentando.

(mais…)

Ler Mais

Assassinatos no campo aumentaram 75% em 2021, diz CPT

ClimaInfo

Um levantamento parcial do Centro de Documentação da Comissão da Pastoral da Terra (CEDOC-CPT) identificou um aumento de 75% no número de assassinatos causados por conflitos no campo em 2021. De acordo com a análise, foram registrados 35 assassinatos no ano passado, muito acima dos 20 observados no ano anterior. Este é o maior número de mortes violentas desde 2017, quando o país contabilizou 71 casos.

(mais…)

Ler Mais

Por que os vizinhos do Bolsonaro mataram Marielle Franco: uma entrevista com Sérgio Ramalho

Por Cauê Ameni e Sofia Schurig, na Jacobin

Ontem fez 4 anos que a vereadora e militante socialista Marielle Franco foi assassinada. Antes de morrer, ela estava lutando para inviabilizar uma das fontes ilegais mais lucrativas da milícia carioca: a grilagem. Para entender porque as investigações não avançaram e por que os vizinhos do Bolsonaro participaram do crime, conversamos com o jornalista Sérgio Ramalho, que vem fazendo uma das melhores coberturas sobre as atrocidades e falcatruas dos grupos paramilitares no Rio de Janeiro.

(mais…)

Ler Mais

Marielle vive! Por Sonia Fleury*

Seu assassinato, há quatro anos, escancarou o sequestro da democracia e a presença de milícias nos subterrâneos do Estado. Mas sua vida tornou-se semente e inspira o hackeamento da política, mandatos coletivos e rebeldias nas periferias

Outras Palavras

Já são quatro anos sem o sorriso, a ousadia, a garra na defesa da justiça social, a luta para transformar costumes repressivos e poderes podres por meio de políticas inclusivas; quatro anos sem Marielle Franco, assassinada brutalmente em 14/3/2018, juntamente com seu motorista Anderson Gomes. O fato de até agora não se saber quem foram os mandantes do seu assassinato é um poderoso analisador de como funcionam as instituições brasileiras em favor de pessoas e grupos criminosos que se consideram intocáveis e inimputáveis, corrompendo agentes públicos, retirando de suas funções aqueles que cumprem o dever de buscar a verdade nas investigações, eliminando provas e ameaçando testemunhas.

(mais…)

Ler Mais