Para Dani Monteiro, deputada estadual e presidenta da Comissão de Direitos Humanos de Cidadania da Alerj, “hoje Marielle representa um símbolo de luta mundial por direitos humanos”

Por José Cícero, Agência Pública
No dia da posse como parlamentar, a deputada estadual Dani Monteiro — mulher mais jovem a ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na época com 27 anos — teve o vidro do seu carro pichado com ameaças no estacionamento da casa. Até hoje, ela não sabe quem tentou intimidá-la, mas tem clareza dos motivos da agressão: “a gente chega para ocupar um espaço na Alerj que historicamente nunca foi nosso. E a gente ainda chega no parlamento com a perspectiva de ser herdeira de Marielle, de ser semente”, conta Dani, que atuou como assessora parlamentar da ex-vereadora Marielle Franco, assassinada em 14 de março 2018 junto ao seu motorista Anderson do Carmo, no centro da cidade do Rio de Janeiro.
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