Em Alagoas, júri de assassinato de Sem Terra condena executor e absolve os dois mandantes do crime

Julgamento do caso de Luciano Alves, conhecido como Grilo, aconteceu dezesseis anos após o crime na Zona Rural do Município de Craíbas (AL)

Por Gustavo Marinho, da Página do MST

O Júri Popular sobre o caso do assassinato de Luciano Alves, conhecido como Grilo, liderança do MST na região do Agreste de Alagoas, assassinado em 2003, ocorreu ontem (30), dezesseis anos após o crime na Zona Rural do Município de Craíbas, condenando por 18 anos de prisão o executor de Grilo, João Olegário, conhecido como João da Lica e absolvendo os acusados de mandantes do crime, José Francisco da Silva, conhecido como Zé Catú, e seu irmão, Francisco da Silva, conhecido como Chiquinho Catú. Zé Catú é atualmente vereador no município de Girau do Ponciano pelo Partido Social Democrata Cristão (PSDC). 

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Famílias e amigos do MST realizam ato ecumênico em memória ao companheiro Keno no Paraná

Valmir Mota, o Keno, foi assassinado por uma milícia contratada pela empresa transnacional Suíça, a Syngenta no dia 21 de outubro de 2007

Por Geani Paula de Souza, da Página do MST

No último sábado (19/10) cerca de 100 pessoas entre acampados, assentados e amigos do MST realizaram um ato ecumênico em memória ao militante da Via Campesina, o Keno, assassinado a mando da transnacional Syngenta, há 12 anos.

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Vozes que desafiam. Dorothy Stang, profetiza e mártir da Amazônia

Por: Cleusa Maria Andreatta, Susana Rocca, Wagner Fernandes de Azevedo, em IHU On-Line

Uma década antes de a encíclica Laudato Si’ ser publicada, nas terras de Anapu, na Amazônia brasileira, era “plantada em solo brasileiro” a semente de um modo de pensar, de se relacionar com o mundo, com a construção de novos valores, partindo da perspectiva de que “Deus está em todas coisas” e caminha com os desfavorecidos. Em 12 de fevereiro de 2005, a missionária estadunidense Dorothy Stang foi vítima daquilo que enfrentava: a exploração da terra e dos pobres em favor do lucro e da ganância de poucos. O seu legado ainda brota e se constitui como inspiração para o ponto de inflexão que se encontra a Igreja e todo o mundo.

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Costa Rica: campeona mundial del capitalismo verde

Pronunciamiento del Colectivo de Geografía Crítica “24 de Abril” por motivo del premio “Campeones de la Tierra”, recientemente otorgado a Costa Rica por parte de la ONU

Hablar de ambiente en Costa Rica es una polémica tarea. Por un lado, se ha convertido en un signo de orgullo internacional, un amplificador del nacionalismo y una noticia agradable que nos conforta en medio de nuestras angustias cotidianas. Por otro, es un triste conteo de fracasos, un interminable recuento de las consecuencias más perversas -por lo general ocultas- del modelo de desarrollo y una alerta de que no estamos haciendo las cosas tan bien como nos dicen. 

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Sem apoio do Exército e com silêncio do Ibama

Operação contra garimpo no vale do Javari foi adiada três vezes, e Ibama é processado por omissão na aplicação da lei que autoriza destruição de equipamentos de infratores

Por Vasconcelo Quadros, Agência Pública

A apreensão de 60 balsas de garimpo ilegal nos rios que serpenteiam o vale do Javari e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Cujubim, no oeste do estado do Amazonas, na fronteira do Brasil com Peru e Colômbia, entre os dias 10 e 13 de setembro, é mais um capítulo da resistência do governo Jair Bolsonaro à lei que permite a destruição de equipamentos usados em garimpos ilegais.

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Comitiva de lideranças indígenas irá à Europa denunciar violações no Brasil

Realizada pela APIB, viagem com lideranças de todo o país percorrerá 12 países para informar autoridades, empresas e sociedade europeia sobre as violências aos povos indígenas.

APIB 

De 17 de outubro a 20 de novembro, uma comitiva de lideranças indígenas visitará 12 países europeus para denunciar as graves violações que estão ocorrendo aos povos indígenas e ao meio ambiente do Brasil desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro deste ano.

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Minha felicidade ficou para trás, diz viúva de Evaldo Rosa

Seis meses depois do assassinato de seu marido por soldados do Exército, Luciana Nogueira conta como conseguiu manter limpo o seu nome

Por Natalia Viana, Agência Pública

Seis meses depois, Luciana ainda conversa com Evaldo quase todos os dias. Quando acontece alguma coisa no trabalho. Quando precisa de conselho. Para perguntar a ele “por que você me deixou?”. A falta do marido é tão intensa que está em quase tudo: no jeito dela falar – ainda se refere a marido no presente – nos móveis, nas fotos penduradas na parede. Embora ela tenha se mudado da casa em que morava com o músico, morto pelo Exército brasileiro no dia 7 de abril deste ano, é com sinceridade brutal que ela diz, em entrevista à Agência Pública, que preferia ter ido junto: “Eu fui toda a vida dele, e ele foi toda minha história”.

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