“Quebramos todos os preceitos do Estado Democrático de Direito e de uma sociedade civilizada”

Por Gabriel Brito, do Correio da Cidadania

A morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, no Rio de Janeiro é daqueles raros acontecimentos que comove a sociedade de alto a baixo e faz pensar sobre o tipo de lugar que estamos nos tornando. Se a perícia ainda não apontou se o tiro que a matou veio da polícia, não restam dúvidas de que o governo de Wilson Witzel tem o discurso mais belicista já visto e praticado contra a população pobre. É sobre o cenário de miséria, violência, morte e racismo que conversamos com a pastora evangélica, cientista social e deputada estadual Mônica Francisco (PSOL-RJ).

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MP denuncia 6 PMs por assassinato de trabalhadores rurais em Quedas do Iguaçu-PR

Crime ocorreu em 2016, no acampamento do MST Dom Tomás Balduíno, região central do Paraná

Por MST-PR 

Seis policiais militares foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná, neste sábado (28), acusados da morte de Vilmar Bordim e Leonir Orback, trabalhadores rurais os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O crime ocorreu no dia 7 de abril de 2016, em uma das estradas de acesso ao acampamento Dom Tomás Balduíno, em Quedas do Iguaçu, região centro-sul do Paraná. Bordim era casado, pai de três filhos, e morreu aos 44 anos. Orback tinha 25 anos, deixou dois filhos e a esposa grávida de nove meses.

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Mais mortes podem acontecer, dizem invasores a indígenas após assassinato de colaborador da Funai

A situação mais grave, que deixa a gente com medo, inclusive os servidores da Funai, é o medo de ser assassinado”, diz Adelson Korá

Por J.Rosha, Cimi Regional Norte I

“O problema mais grave que nós enfrentamos aqui no Vale do Javari, agora, não são nem as invasões. São as ameaças de morte”, diz Adelson Korá Kanamary, coordenador da Associação Kanamary do Vale do Javari (Akavaja), e também vereador do município de Atalaia do Norte (AM). Após o assassinato de Maxciel Pereira dos Santos, colaborador da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Tabatinga, no dia 6 deste mês, alguns servidores do órgão, que atuam nas frentes de proteção localizadas no interior da terra indígena Vale do Javari, estão pedindo para sair.

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Câmara de Controle Externo da Atividade Policial do MPF considera política de segurança do RJ incompatível com Estado Democrático de Direito

Posicionamento divulgado nesta quarta-feira (25) é motivado pela recente morte da menina Ágatha Vitória Sales Felix

No MPF

A Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF) divulgou, nesta quarta-feira (25), nota pública que, em razão da morte da menina Ágatha Vitória Sales Felix, manifesta preocupação com a política de segurança pública que vem sendo desenvolvida no Rio de Janeiro.

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Declaração Brasil: Difamação de autoridades contra pessoas defensoras de direitos humanos no Rio de Janeiro em represália por falar sobre abuso policial

Front Line Defenders 

Em 17 e 18 de setembro de 2019, várias intervenções policiais nas favelas de Jacaré, Complexo do Alemão, Complexo da Maré e Cidade de Deus resultaram no fechamento de escolas e negócios, na falta de acesso a transporte e  serviços de saúde pública, em terror generalizado e em assassinatos. Estas são apenas as mais recentes de uma série de intervenções, muitas vezes violentas, que foram acompanhadas de difamação contra defensores e coletivos de direitos humanos, como o Papo Reto, que vêm trabalhando dentro das favelas do Rio de Janeiro para documentar e denunciar violações de direitos humanos resultantes de operações policiais e militares, e também para prestar assistência às famílias mais afetadas.

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Governo Witzel solta nota protocolar sobre morte de Agatha e diz que policiais “revidaram”

“Não tinha ninguém. Ele atirou por atirar na kombi. Atirou na kombi e matou minha neta. Isso é confronto?”, questionou o avô de Agatha

Na Fórum

Depois de mais de 24h do assassinato da menina Agatha Félix, de 8 anos, o Governo do Rio de Janeiro, comandado por Wilson Witzel (PSC) finalmente se pronunciou neste domingo (22), em nota. A postagem diz lamentar a morte, que aconteceu após a menina ser atingida por tiro de fuzil da Polícia Militar (PMERJ) enquanto voltava para casa com sua família, e afirmou que os PMs revidaram a uma agressão que sofreram em confronto, reafirmando a versão da PMERJ. Moradores e familiares de Agatha afirmam que não houve troca de tiros.

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