Por Fred Di Giacomo, Colaboração para Ecoa
“2019 não foi; está sendo ainda um ano pesado, [um ano] de chumbo. Foram contabilizadas as mortes de lideranças indígenas em 2019, [o número] foi maior que o do ano passado. Foram assassinatos selecionados de lideranças que estão trabalhando na defesa dos direitos do seu povo. Não tinha ninguém fazendo nada ilegal. Então, nós estamos abalados com esse ano, com a violência que invadiu o nosso cotidiano. Nós estamos vivendo um período de assombro. 2019 é um desafio enorme e [o livro] ‘Ideias para adiar o fim do mundo’ aparece como uma espécie de revelação da crise que nós estamos passando globalmente”.
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