Gustavo Guerreiro: O Muro e a Luta

Gustavo Guerreiro* – Vermelho

A resistência popular se manifesta na luta internacionalista por diversas formas. Um verdadeiro exemplo de união transnacional se iniciou entre os índios tohonoo’odhams, que habitam ambos os lados da fronteira entre México e EUA e resultou em uma grande mobilização na cidade de Cuetzalan (Norte do México). O evento contou com a presença de diversos povos indígenas mexicanos e representantes dos indígenas estadunidenses do Novo México e Dakota (Arikara,Yaquis e Tohono O’odham) contra a política racista e xenófoba de Donald Trump. (mais…)

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Movimento das Comunidades Populares: história e luta, por Gilvander Moreira*

Na madrugada do dia 18 de fevereiro de 2018, cheguei à rodoviária de Feira de Santana, na Bahia, levando comigo as energias proféticas da Escola de Fé e Política Vilson de Jesus Silva, da Diocese de Caetité, BA, em que tive a alegria e a responsabilidade de assessorar o 1º módulo sobre Fundamentos bíblicos da íntima relação entre Fé libertadora e o compromisso com a Política com P maiúsculo (luta pelo bem comum e por direitos sociais). Levava comigo também a alegria inspiradora do Curso de Teologia para leigos/as, também da Diocese de Caetité, que funciona há 17 anos, sendo três anos de curso em vários finais de semana por ano. (mais…)

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70 anos de luta pelos Direitos Humanos: e agora?, por Gilvander Moreira*

Ao celebrarmos 70 anos de luta pelos Direitos Humanos, em 2018, os Direitos Humanos significam, na conjuntura da sociedade atual, um dos maiores desafios. É necessário um olhar crítico sobre a própria Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, que se disse universal, porém representa o conceito de Direitos Humanos da classe dominante, vencedora da Segunda Grande Guerra. Não participaram da construção da Declaração para dizer “o que são Direitos Humanos para eles” os judeus, os ciganos e nem os povos dos países subalternizados, tais como: os latinoamericanos, os africanos e os asiáticos. (mais…)

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Um Fórum Social Mundial, esvaziado de ideias, povos e luta, muda-se para Salvador

Aram Aharonian: “É preciso parar de ver o Sul com os olhos do Norte. A atividade das organizações sociais não é para mostrar a miséria, mas para enfatizar a cooperação, a complementaridade, a solidariedade, valores difíceis de encontrar na informação do Norte. E esse é um problema ético”

Aram Aharonian* – ALAI / IHU On-Line

O Fórum Social Mundial (FSM), que nasceu em 2001 – portanto, há 17 anos – com o objetivo de ser um ponto de encontro para os movimentos sociais contrários à globalização neoliberal e constituir-se em uma voz alternativa às diretrizes do Fórum Econômico Mundial de Davos, que continua a reunir anualmente empresários e líderes políticos do capitalismo hodierno. (mais…)

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Boaventura: depois das “democracias de mercado”

O regime que era opção das elites desde a queda do Muro de Berlin regrediu, após 2008, para uma democracia esvaziada. Mas é apenas um interregno. Virá um novo momento, ainda incerto

Por Boaventura de Sousa Santos – Outras Palavras

Estamos num interregno. O mundo que o neoliberalismo criou em 1989 com a queda do Muro de Berlim terminou com a primeira fase da crise financeira (2008-2011) e ainda não se definiu o novo mundo que se lhe vai seguir. O mundo pós-1989 teve duas agendas com um impacto decisivo em todo o mundo. A agenda explícita foi o fim definitivo do socialismo enquanto sistema social, econômico e político liderado pelo Estado. A agenda implícita consistiu no fim de qualquer sistema social, econômico e político liderado pelo Estado. (mais…)

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O novo interregno, por Boaventura de Sousa Santos

No Sul21

Estamos num interregno. O mundo que o neoliberalismo criou em 1989 com a queda do Muro de Berlim terminou com a primeira fase da crise financeira (2008-2011) e ainda não se definiu o novo mundo que se lhe vai seguir. O mundo pós-1989 teve duas agendas com um impacto decisivo um pouco em todo o mundo. A agenda explícita foi o fim definitivo do socialismo enquanto sistema social, econômico e político liderado pelo Estado. A agenda implícita consistiu no fim de qualquer sistema social, econômico e político liderado pelo Estado. Esta agenda implícita foi muito mais importante que a explícita, porque o socialismo de Estado estava já agonizante e, desde 1978, procurava reconstruir-se na China enquanto capitalismo de Estado no seguimento das reformas promovidas por Deng Xiaoping. (mais…)

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Volks, BMW e Daimler por trás de testes de emissões de gás em humanos

Grupo de pesquisa fundado por montadoras alemãs conduziu experimentos sobre efeitos do dióxido de nitrogênio em cobaias humanas. Composto químico está presente em emissões de veículos a diesel.

Na DW

Um instituto de pesquisa fundado por empresas automobilísticas do país financiou experimentos científicos para testar os efeitos da inalação de dióxido de nitrogênio – gás presente em emissões de carros a diesel – em humanos, segundo reportagens divulgadas na imprensa alemã neste domingo (28/01). (mais…)

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