Suspensão de despejo renova esperança de 180 famílias do Assentamento Renascer, em Aripuanã (MT)

A atuação conjunta da CPT, da Diocese de Juína, do CEDH, somada às manifestações da DPE, do INCRA e do Departamento de Mediação e Conciliação do MDA, sensibilizou o Judiciário para a gravidade social e humana do caso

Por CPT Mato Grosso*

As 180 famílias do Assentamento Renascer, localizado no município de Aripuanã (MT), viveram dias de profunda angústia diante da ameaça concreta de despejo da terra onde constroem suas vidas há mais de duas décadas. É nesse chão que essas famílias construíram suas casas, cultivaram seus alimentos, criaram seus filhos e fortaleceram laços de solidariedade, fé e esperança. (mais…)

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Imigrantes angolanos vivem sob ameaça de despejo no centro de São Paulo

60 famílias enfrentam a falta de políticas públicas e argumentos anti-imigração em decisões judiciais

Por Renan Honorato | Edição: Mariama Correia, em Agência Pública

No dia em que um temporal cobriu São Paulo, com rajadas de vento de até 100 km/h, os moradores da ocupação do edifício Granjal viram uma fumaça sair da caixa de luz em frente ao prédio, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na Bela Vista, na capital paulista. Cerca de 100 imigrantes angolanos moram ali, desde 2022, em condições precárias. (mais…)

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Nota Pública: Polícia Militar realiza despejo violento e ilegal na Chapada Diamantina

Polícia Militar da Bahia realiza despejo sem ordem judicial contra acampamento do MST em Rafael Jambeiro, descumprindo decisão do TJ-BA e protocolos do STF; ação foi determinada pela SSP-BA e ocorreu sem presença da Defensoria Pública.

Da Página do MST

Na madrugada deste sábado (17), mais de 10 viaturas da Polícia Militar da Bahia chegaram à Fazenda Boa Esperança, no município de Rafael Jambeiro-BA, na Chapada Diamantina, onde está localizado o Acampamento Edivaldo Sena, para realizar um despejo violento e ilegal contra famílias Sem Terra. (mais…)

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URGENTE: Centenas de famílias tradicionais ameaçadas de expulsão iminente no estado do Maranhão por Decisão Judicial controversa e ações intimidadoras

Mais de 360 famílias tradicionais do Território Campestre, em Timbiras/MA, enfrentam a perspectiva de expulsão de suas terras ancestrais. Uma decisão judicial nesta semana, somada a atos de intimidação por prepostos de grande empresa, acende o alerta para um grave conflito agrário e violação de direitos humanos na região. 

CPT

Decisão Judicial acelera o risco de despejo

Na última quinta-feira (15), a juíza da Vara Agrária de São Luís expediu uma sentença determinando a reintegração de posse na área de 2.189,58 hectares, que abrange as localidades de São Francisco e Cearenses. A medida impõe um prazo exíguo de 48 horas para que as famílias retirem todos os seus pertences e não mais acessem a área, sob pena de multa diária de R$ 2.000,00. Esta decisão agrava a angústia de comunidades que vivem há gerações da agricultura familiar, extrativismo do coco babaçu e criação de animais. (mais…)

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STF suspende despejo de 500 famílias solicitado pela Suzano no Maranhão

Ministro Edson Facchin apontou falhas no plano de remoção das cerca de 2 mil pessoas que vivem na área

Carolina Bataier, Brasil de Fato

Em decisão publicada na última sexta-feira (9), o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão da reintegração de posse da fazenda Jurema, que fica entre os municípios de Vila Nova dos Martírios e São Pedro da Água Branca (MA). (mais…)

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Canabrava resiste! Comunidade ocupa Secretaria do Patrimônio da União em MG e reforça luta por território às margens do São Francisco

Desde 2005, a Comunidade Pesqueira e Vazanteira de Canabrava, no Norte de Minas Gerais, enfrenta despejos violentos, ameaças e criminalizações. A ocupação desta terça-feira (6) é uma ação para exigir dignidade, território e justiça 

por Conselho Pastoral de Pescadores e Pescadoras (CPP Nacional e Regional MG/ES) / CPT

A Comunidade Tradicional Pesqueira e Vazanteira de Canabrava, situada às margens do rio São Francisco, no município de Buritizeiro (MG), tem sua história marcada pela força de um povo que cultiva o rio, a terra e a esperança. Desde meados dos anos 2000, as famílias enfrentam uma escalada de conflitos territoriais, com despejos forçados, violência armada e criminalização de lideranças. Esta matéria evidencia como o direito à terra, ao território e à vida seguem sendo negados, apesar da resistência e das denúncias persistentes. (mais…)

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