Contrarreforma chega ao Senado. Capitalismo já não aceita lógica da repartição, instituída no século XIX: quer competição sem limites. Mas nas mutações do trabalho surge também espaço para redistribuição muito mais radical
Por Luiz Gonzaga Belluzo*, em Outras Palavras
É preciso coragem intelectual para marchar na contramão das unanimidades construídas em torno da Reforma da Previdência. Nas manchetes da mídia impressa e nos blá-blá-blás dos tediosos debates promovidos pelas emissoras de televisão, a cabo e abertas, a reforma é apresentada como a Panaceia Universal. Eduardo Fagnani vai além da coragem e nos oferece uma análise percuciente e abrangente das ameaças que rondam os brasileiros, embuçadas nos disfarces do equilíbrio fiscal e da justiça social.
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