O antissionismo é um dever moral. Por Luis Felipe Miguel

Enquanto eu escrevo ou você me lê, Israel mata crianças

em Amanhã não existe ainda

Nos Estados Unidos, uma das prioridades do governo Trump é impedir que nas universidades ocorram manifestações contra o genocídio do povo palestino. Na Alemanha, um juiz decidiu que perguntar “não aprendemos nada com o Holocausto?”, no contexto da denúncia à carnificina em curso em Gaza, é crime. No Brasil, o senador Mourão, de longa ficha corrida na oposição à democracia e aos direitos humanos, está propondo uma lei para criminalizar as críticas ao Estado de Israel. (mais…)

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Brevíssima história naval do sionismo. Por Hugo Souza

Ninguém morreu por causa do ataque de sexta à Flotilha da Liberdade, tirando algumas das 290 mil crianças que na sexta estavam à beira da morte por fome em Gaza, por causa do bloqueio do sionismo.

No Come Ananás

Na última sexta-feira, 2, o navio Conscience, que integra uma frota carregada com ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, foi atacado por drones no meio do mar Mediterrâneo, no meio da madrugada. O ataque causou um incêndio no navio, que foi controlado com ajuda de um barco-patrulha do Chipre. Quatro pessoas ficaram feridas. Os ativistas da Flotilha da Liberdade acusam Israel pelo ataque, feito em águas internacionais. A mídia internacional diz que eles “não apresentaram evidências que comprovem a alegação”. (mais…)

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“O mundo assiste a um genocídio ao vivo em Gaza”, diz Anistia Internacional

A afirmação está no relatório anual divulgado nesta terça (29) pela Anistia Internacional. “Desde 7 de outubro de 2023, quando o Hamas cometeu crimes terríveis contra cidadãos israelenses e capturou mais de 250 pessoas, o mundo testemunha um genocídio ao vivo em suas telas”, afirma a ONG que acusa Israel de ter forçado a fuga da maioria da população, causando uma catástrofe humanitária.

por RFI

O documento diz que “Israel massacra milhares de palestinos, dizimando famílias, meios de subsistência, hospitais e escolas diante dos olhos de nações impotentes”. (mais…)

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A Gaza mortal (também) para jornalistas

“Até hoje posso ouvir balas ricocheteando”, diz jornalista palestino ferido. Outro, antes morrer: “Continuem contando nossas histórias”. Ele é um dos mais de 200 mortos por Israel. Projeto resgata história desses profissionais – e mostra como se tenta ocultar os assassinatos

por Sergio Ferrari, em Outras Palavras

Ao mesmo tempo em que o cerco israelense à Faixa de Gaza está aumentando, a imprensa internacional está proibida de cobri-lo diretamente. Nesse contexto de agressão militar, desabastecimento imposto e desinformação forçada, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNRWA) exigiu que a imprensa internacional fosse autorizada a entrar na Faixa de Gaza, área proibida há mais de um ano. (mais…)

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Organizações indígenas, indigenistas, defensorias e parlamentares pedem à CIDH audiência temática sobre as violações dos direitos dos povos indígenas na ditadura militar

Por Rodrigo de Medeiros Silva[1]

Neste dia 25 de abril, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) recebeu pedido para realizar audiência temática referente ao que ocorreu com os povos indígenas brasileiros durante a Ditadura Empresarial- Militar (1964-1985). A audiência proposta tem como objetivo expor e aprofundar a apuração dos crimes cometidos pelo Estado brasileiro e por particulares apoiadores e beneficiados pelo regime autoritário.

O intuito é que se ouça as vozes de indígenas, organizações parceiras e pesquisadores(as), para que a CIDH possa ter uma visão geral do que foi perpetrado, identificando medidas necessárias para reparações e assegurando a consecução da memória, verdade e justiça. (mais…)

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“Gaza tem a maior limpeza étnica desde a Segunda Guerra Mundial, a UE não deve ficar parada assistindo”. Discurso de Josep Borrell

Discurso do antigo Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança e Vice-Presidente da Comissão Europeia

por Josep Borrell, em La Repubblica / IHU

Em 18 de março, Benjamin Netanyahu quebrou a trégua que havia sido estabelecida em Gaza alguns dias antes da posse de Donald Trump. Em poucas horas, os bombardeios causaram mais de 400 mortes. Dessa forma, ele garantiu sua sobrevivência política: continuar a guerra foi a condição imposta por seu parceiro de extrema direita, Bezalel Smotrich, para não derrubar a coalizão governante. (mais…)

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