Como a guerra em Gaza expôs o fascismo israelense e ocidental. Por Jonathan Cook

O apoio material e retórico ao genocídio do povo palestino está em toda parte. É hora de perguntar por quê

No Middle East Eye

Quase um ano após o primeiro genocídio transmitido ao vivo do mundo – que começou em Gaza e está se expandindo rapidamente para a Cisjordânia ocupada – a mídia ocidental estabelecida ainda evita usar o termo “genocídio” para descrever a onda de destruição de Israel. (mais…)

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Como o genocídio de Israel em Gaza está criando inimigos em todos os lados

A recusa de Netanyahu em acabar com a guerra em Gaza e o terrorismo dos colonos na Cisjordânia semearam as sementes do ódio em toda a região

Por David Hearst, no Middle East Eye

Quando três seguranças israelenses foram mortos perto da passagem de fronteira da Ponte Allenby entre a Jordânia e a Cisjordânia ocupada na semana passada, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu proclamou que Israel estava “cercado por uma ideologia assassina liderada pelo Irã “. (mais…)

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Relatora da ONU: Impunidade de Israel tem que acabar, pois a ‘violência genocida’ se espalha para a Cisjordânia

“O apartheid israelense tem como alvo Gaza e Cisjordânia simultaneamente, como parte de um processo geral de eliminação, substituição e expansão territorial”, diz a relatora especial das Nações Unidas, Francesca Albanese.

Por Jake Johnson, em IPS Bureau ONU / Fórum 21

NOVA YORK – Uma especialista independente da Organização das Nações Unidas alertou que “a violência genocida de Israel corre o risco de se espalhar de Gaza para o território palestino ocupado como um todo”, enquanto governos ocidentais, corporações e outras instituições continuam a apoiar o exército israelense, acusado de graves crimes de guerra na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. (mais…)

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Israel, necropoder e desumanização

A experiência colonial contemporânea transforma a vida dos civis em experiências de “viver na dor”. É um aparato instrumental que diz qual vida possui valor, quais mortes são lamentáveis e quais não são. Nesse sentido, Israel opera a lógica do terror

por Lincoln Veloso, em Outras Palavras

Corpos empilhados sem identidade, deixam de serem “humanos” e viram mera estatística: representam agora números.
Rostos e mais rostos atônitos frente à fome.
Zunidos pelo ar anunciam que mais um ataque está vindo.
(o breve suspiro-silêncio antes da explosão)

Mais uma criança palestina morta!

Gaza denota um mundo fora do lugar: famílias empilhadas em Rafah, prédios caídos, escolas sem alunos, casas transmutadas em escombros. Futuros enterrados – sonhos explodidos por uma bomba israelense. Barbárie. Em meio a esse cenário, a posição brasileira e da comunidade internacional precisa ser ativa em denunciar a guerra enquanto política de governo. A fala em fevereiro do presidente Lula, enquanto chefe de Estado, representara a visão do Estado brasileiro sobre o conflito israelo-palestino: Ge-no-cí-di-o. (mais…)

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Israel lança a maior ofensiva ocupada na Cisjordânia desde a Segunda Intifada

Drones bombardeiam Jenin, Tulkarm e Tubas enquanto os militares iniciam grande ataque

Por Fayha Shalashem (Ramallah) e Huthifa Fayyad, no Middle East Eye

Israel lançou uma grande ofensiva militar na Cisjordânia ocupada na quarta-feira, atacando pelo menos três cidades por terra e ar.

Ataques de drones atingiram Jenin, Tulkarm e Tubas enquanto tropas abriam fogo contra palestinos no solo, matando pelo menos nove pessoas, incluindo sete em Tubas e duas em Jenin, de acordo com o Ministério da Saúde palestino. (mais…)

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Não cometerás genocídio. Por Chris Hedges

Opor-se ao genocídio é uma escolha moral, não política.

No Substack

Só há uma maneira de acabar com o genocídio em andamento em Gaza. Não é por meio de negociações bilaterais. Israel demonstrou amplamente, inclusive com o assassinato do principal negociador do Hamas, Ismail Haniyeh, que não tem interesse em um cessar-fogo permanente. A única maneira de interromper o genocídio dos palestinos por Israel é os EUA acabarem com todos os embarques de armas para Israel. E a única maneira de isso acontecer é se um número suficiente de americanos deixar claro que não têm intenção de apoiar nenhuma chapa presidencial ou partido político que alimente esse genocídio. (mais…)

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Como um trio do BRICS está encarando Israel. Por Pepe Escobar

Enquanto Israel se isola cada vez mais na cena internacional, o Irão, a Rússia e a China, membros dos BRICS, estão a coordenar discretamente um esforço de amplo espectro para apoiar a Palestina diplomaticamente e militarmente.

No The Cradle

A Maioria Global está plenamente consciente de que os genocidas em Tel Aviv estão a tentar ao máximo provocar uma guerra apocalíptica – com total apoio militar dos EUA, claro.   (mais…)

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