Conflito explode no Norte de Minas. Empresa Mantiqueira invade Território Tradicional

No Mab

“No dia 20 de outubro de 2019 a empresa Mantiqueira invadiu novamente o Território das Populações Tradicionais Geraizeiras no Vale das Cancelas. A comunidade se mobilizou para impedir que a empresa implantasse os cabos das linhas de transmissão de energia elétrica. A empresa Mantiqueira, grupo Brookfield, já tinha invadido a comunidade e implantado várias torres de transmissão de energia – LT 230 Kv Irapé – Araçuaí 2 C2 e SE 230/ 138 Kv Janaúba 3.

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A megafazenda que ameaça descendentes de Canudos equivale a duas São Paulo

Cercados por guaritas e seguranças privados, geraizeiros do Cerrado baiano lutam contra ameaças e o avanço do agronegócio em suas terras

Por Rafael Oliveira, Agência Pública

Deitado em uma rede presa a um pedaço de madeira, Fernando Ferreira Lima é carregado às pressas. Baleado na perna por agentes da empresa de segurança Estrela Guia, contratada pelo Condomínio Agronegócio Fazenda Estrondo, o agricultor lidava com seu gado quando foi abordado e ameaçado pelos agentes.

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Povos tradicionais e extrativistas traçam estratégias de resistência em defesa do Cerrado

Em sua 9ª edição, o Encontro e Feira dos Povos do Cerrado reuniu indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco e geraizeiros para discutir o fortalecimento do extrativismo sustentável e defesa dos territórios contra a expansão do agronegócio

Por Bruno Stankevicius Bassi, de Brasília, em De Olho nos Ruralistas

“É o Cerrado que nos une, é o Cerrado que nos trouxe aqui”. Assim resumiu Maria do Socorro Teixeira Lima, coordenadora geral da Rede Cerrado e integrante do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), o propósito do IX Encontro e Feira dos Povos do Cerrado.

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Segurança da Fazenda Estrondo invade território e atira em membro da comunidade Geraizeira de Formosa do Rio Preto (BA)

Fernando Ferreira Lima e outros membros das comunidades estavam cuidando do gado em seu território tradicional, quando foram “abordados” por segurança da empresa “Estrela Guia” exigindo a retirada dos animais a qualquer custo

Por Associação de Advogados/as de Trabalhadores/as Rurais – AATR/Bahia / CPT

Na tarde do sábado (17), na zona rural do município de Formosa do Rio Preto, extremo oeste da Bahia, homens armados que atuam como “agentes de segurança” do Condomínio Cachoeira do Estrondo abordaram geraizeiros no momento que trabalhavam com o gado, ameaçando que saíssem de cima seus cavalos e deixassem de usar o seu próprio território tradicional.

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Território de comunidades geraizeiras em Minas é invadido por transmissora de energia

Empresa pertencente à gestora canadense Brookfield instalou torres de transmissão à revelia dos camponeses e quilombolas que vivem na região; obra tem 195 km de extensão e abrange oito municípios

Por Priscilla Arroyo, em De Olho nos Ruralistas

No norte de Minas Gerais, a região de Cerrado é denominada apenas por “Gerais”. É essa abreviação, típica dos mineiros, que dá origem à expressão pela qual os camponeses de lá se reconhecem: geraizeiros. São cerca de 20 mil pessoas vivendo em uma área de 228 mil hectares. Desde meados do ano passado, esse território, cuja história guarda sucessivos períodos de resistência a grileiros e ao avanço das monoculturas de eucalipto, está sendo novamente invadido. Agora por uma empresa do setor de infraestrutura.

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42ª Romaria da Terra e das Águas destaca a luta pelos direitos sagrados

A esplanada do Santuário do Bom Jesus ficou lotada na noite da sexta-feira (5). Milhares de romeiros e romeiras participaram da abertura da 42ª Romaria da Terra e das Águas, que este ano teve como tema “Terra, Água e Justiça: Direitos Sagrados”. Até o domingo (7), integrantes de diversas dioceses da Bahia participaram, na cidade de Bom Jesus da Lapa, de momentos celebrativos, culturais e espaços de debate.

por CPT BA

A Romaria teve início com a Celebração Eucarística, presidida pelo bispo local, Dom João Cardoso dos Santos, e contou com a presença de padres, diáconos e bispos de outras regiões. Ao comentar sobre o tema da Romaria, Dom João chamou atenção para os direitos sagrados (terra, água e justiça) que vêm sendo negados ao povo.  “Terra é uma questão de direito, de justiça. Esta é a promessa de Deus a Abraão. Não há pobreza maior do que privar a pessoa humana da dignidade de trabalhar e tirar o sustento do seu próprio suor”, ressaltou.

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Comunidades tradicionais trocam experiências de lutas em defesa dos territórios e das águas em Correntina (BA)

Na última semana, nos dias 2 e 3 de maio, um grupo composto por 70 pessoas realizou um encontro para troca de experiências de luta em defesa dos territórios e das águas na região de Correntina, situada no Cerrado do oeste baiano. Participaram desse evento comunidades da Bahia e de Minas Gerais.

Texto e imagem por Amanda Alves, em CPT

A atividade de intercâmbio envolveu comunidades tradicionais geraizeiras, quilombolas, pescadores, integrantes de assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da região do Norte de Minas Gerais, comunidades de fundo e fechos de pasto e quilombolas da região de Irecê, Barra e Correntina, da Bahia.

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Geraizeiros cobram respostas em audiência pública na ALMG

Representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens-MAB, da Comissão Pastoral da Terra-CPT e das Comunidades Tradicionais Gerazeiras de Vale das Cancelas participaram, na última quarta-feira (20) de audiência pública na Assembléia Legislativa de Minas Gerais para debater a Política Estadual para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais de Minas Gerais (Lei nº 21.147/2014)

No Mab

A audiência, solicitada pela deputada Leninha (PT) contou com a participação de representantes da Comissão de Direitos Humanos, do MPF, DPU, DPE, Secretarias de Estado, movimentos sociais, entidades representativas, pastorais além de representantes de vários povos e comunidades tradicionais de Minas Gerais.

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No oeste da Bahia, Geraizeiros garantem permanência em território tradicional

As comunidades Geraizeiras Cachoeira, Marinheiro, Cacimbinha/Arroz, Gatos, e Aldeia/Mutamba conquistaram no Tribunal de Justiça da Bahia o direito de permanecerem no território coletivo. Decisão do TJ-BA ressalta que se evite que os povos tradicionais sejam “alijados [retirados] das terras que tradicionalmente ocupam”

CPT

Na última semana, no dia 12, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) confirmou, em julgamento definitivo, a manutenção da posse coletiva de uma área de 43 mil hectares do Vale do Rio Preto ocupada pelas comunidades Geraizeiras de Cachoeira (sete famílias), Marinheiro (quatro famílias), Cacimbinha/Arroz (22 famílias), Gatos (quatro famílias), e Aldeia/Mutamba (25 famílias). Essa área está situada na zona rural de Formosa do Rio Preto, região oeste da Bahia.

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