Comunidades Geraizeiras de Vale das Cancelas (MG) se reúnem para dizer NÃO À MINERAÇÃO!

Da CPT Minas Gerais

Integrantes das comunidades geraizeiras de Vale das Cancelas, em Minas Gerais, se reuniram para organizar o processo de resistência à implantação da mineradora SAM na região. A empresa já está com um processo de licenciamento no Governo de Minas Gerais e ameaça o território tradicional e as famílias que vivem no local.

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MPF reúne trabalhadores rurais acampados para tratar da reforma agrária em Rondônia e Sul do Amazonas

Associações relataram a ocorrência de mortes e de ameaças contra trabalhadores rurais sem-terra acampados

Ministério Público Federal em Rondônia

Integrantes do Grupo de Trabalho (GT) Reforma Agrária da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal (MPF), fizeram duas reuniões com trabalhadores rurais acampados para ouvir seus relatos e coletar dados que vão orientar a atuação do órgão em Rondônia e também na região de Humaitá (AM). As reuniões ocorreram na terça-feira (5) em Humaitá e na quarta-feira (6) em Porto Velho. O MPF reafirmou a defesa do direito à vida e à terra, e colocou-se à disposição para definir soluções aos casos, além de articular soluções com outros órgãos.

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Pistoleiros da Fazenda Estrondo abrem fogo contra Geraizeiros em Formosa do Rio Preto (BA)

Jossinei Lopes Leite, diretor da associação comunitária da Cachoeira, foi atingido com um tiro na perna. Na semana anterior, a fazenda sofreu mais uma derrota no Poder Judiciário.

Da AATR e Agência 10envolvimento, na CPT

Na manhã da última quinta-feira, 31 de janeiro, na zona rural do município de Formosa do Rio Preto, na Bahia, pistoleiros que atuam como “agentes de segurança” da Fazenda Estrondo efetuaram múltiplos disparos de arma de fogo contra geraizeiros que resistem ao avanço dos empresários sobre suas terras tradicionalmente ocupadas.

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Pistoleiros abrem fogo contra geraizeiros em Formosa do Rio Preto, na BA

Jossinei Lopes, diretor da associação comunitária da Cachoeira, foi atingido com um tiro na perna

Por AATR*, no MST

Na manhã desta última quinta-feira (31/1), em Formosa do Rio Preto, no interior Bahia, pistoleiros que atuam como “agentes de segurança” da fazenda Estrondo efetuaram múltiplos disparos de arma de fogo contra geraizeiros que resistem ao avanço dos empresários sobre suas terras tradicionalmente ocupadas. 

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Grileiros intensificam invasão na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia

Invasores usam um posto desativado da Funai para ampliar a destruição da floresta e se apropriarem da área. Outras terras indígenas também sofrem este novo modo de destruição e posse na Amazônia.

No Greenpeace

Se depender dos grileiros que intensificam a invasão na Terra Indígena (TI) Karipuna, o Posto Indígena de Vigilância (PIV), da Fundação Nacional do Índio (Funai), pode mudar de nome para Posto de Apoio às Invasões (PAI). Segundo as lideranças, é justamente no prédio desativado do órgão indigenista do Estado brasileiro que os invasores estão se abrigando para expandir a destruição da floresta no território tradicional, homologado desde 1988.

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MPF pede ao Ministério da Justiça medidas urgentes de proteção a comunidades indígenas sob ameaça de grileiros

Atos de violência foram registrados nos estados do Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia

A Câmara de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR) do MPF enviou ofício ao Ministério da Justiça (MJ) pedindo que sejam tomadas medidas urgentes de proteção a comunidades indígenas que se encontram sob graves ameaças. Em Rondônia, grileiros invadiram em 12 de janeiro a terra indígena Uru Eu Aw Aw, em Tarilândia e Cabajá, distritos de Jorge Teixeira. Eles também teriam feito ameaças de morte aos indígenas Karipuna, que temem pela segurança das famílias em face do iminente risco de conflito.

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Carta em defesa dos povos indígenas, dos territórios culturais e dos direitos humanos: “nenhuma gota de sangue a mais”

Na CPT

Em documento, a Arquidiocese de Porto Velho (RO), a Comissão Pastoral da Terra e o Grupo de Pesquisa em Gestão do Território e Geografia Agrária da Amazônia (GTGA) da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) destacam: “Não podemos nos silenciar frente a política do atual governo brasileiro que estimula violências contra os povos do campo e comunidades tradicionais, com o objetivo de entregar os territórios culturais aos interesses do capital internacional”. Confira:

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Rondônia: índios atacados em nome de Bolsonaro

Encorajados por declarações do presidente, dezenas de bandidos invadem território dos Uru-Eu-Wau-Wau e prometem matar quem resistir. Confinado a sua aldeia, grupo pede socorro

Por Gerson Neto, no Outras Palavras

Uma organização criminosa sediada no município de Jaru, Rondônia, está organizando invasões a terras indígenas. Seu objetivo é a grilagem das terras para ocupação por colonos brancos, inspirados por declarações do presidente Jair Bolsonaro. No dia 11 de janeiro último, um grupo de 40 homens invadiram a Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, no município de Governador Jorge Teixeira, na região central de Rondônia, próximo a aldeia conhecida como Linha 623, às margens do Rio Campanito.

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Lideranças temem ação orquestrada contra terras indígenas

Desde o início do ano, duas terras indígenas foram alvo de invasões, e povo indígena foi atacado a tiros. Para lideranças, políticas do novo governo estimulam esse tipo de ação.

Na DW

No caminho entre a cidade e uma das aldeias dentro da Terra Indígena Uru-eu-wau-wau, em Rondônia, um acampamento clandestino está em construção. Mais de 40 pessoas invadiram o terreno nos últimos dias, derrubaram árvores na área protegida e repetem aos indígenas: “Não vamos tirar o pé daqui”, conta Awapu Uru-eu-wau-wau.

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