Exploração de combustíveis fósseis na foz do Amazonas é de impacto ambiental máximo, avalia IBAMA

Perfuração de poço de petróleo na região tem 18 impactos negativos, sendo 4 com alta magnitude, como alteração de comportamento de mamíferos aquáticos e tartarugas.

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O comando da Petrobras está na expectativa de uma resposta do IBAMA quanto à perfuração de um poço de exploração de combustíveis fósseis na foz do Amazonas. Após ter seu pedido negado em maio do ano passado, a petroleira pediu nova análise do órgão ambiental para um poço no bloco FZA-M-59, no litoral do Amapá. Mas, apesar da imensa pressão de parte do governo e de políticos da região para que a perfuração seja liberada, mais dados reforçam o alto risco ambiental da atividade. (mais…)

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FUNAI recomenda medir impacto da exploração de petróleo na foz do Amazonas para indígenas

IBAMA solicitou manifestação do órgão no processo de licenciamento ambiental da perfuração de um poço no bloco FZA-M-59, operado pela Petrobras, no litoral do Amapá.

ClimaInfo

Em outubro do ano passado, o IBAMA pediu à FUNAI uma avaliação do possível impacto em Terras Indígenas das atividades de perfuração de um poço exploratório de petróleo pela Petrobras no bloco FZA-M-059, da foz do Amazonas. Para o órgão ambiental, a consulta é necessária por causa do sobrevoo de aeronaves a serviço da petroleira sobre Territórios Indígenas no município de Oiapoque, no Amapá, o mais próximo da locação do poço. (mais…)

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Marina Silva diz que exploração de petróleo é uma decisão “de governo”, não do MMA

Enquanto ministra do Meio Ambiente defende em Davos o abandono dos combustíveis fósseis o quanto antes, Alexandre Silveira insiste em associar petróleo e transição energética

ClimaInfo

“Nos processos ligados às licenças [para exploração de combustíveis fósseis], as respostas serão sempre técnicas. A exploração de petróleo na Foz do Amazonas já foi negada duas vezes. A Petrobras apresentou um novo pedido de licença, o IBAMA está fazendo a análise técnica com toda a isenção e vai se pronunciar tecnicamente. Já o debate sobre exploração ou não de petróleo não é feito nem pelo ministério [do Meio Ambiente], nem pelo IBAMA em termos de decisão, ele é feito em termos conceituais. Esse debate terá de ser feito dentro do CNPE [Conselho Nacional de Política Energética].” (mais…)

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Blocos de petróleo e gás na Amazônia comprados no “Leilão do Fim do Mundo” afetam Terras Indígenas e Unidades de Conservação

MPF questionou ANP na véspera da licitação sobre retirada de blocos de exploração de combustíveis fósseis no Amazonas diante dos potenciais impactos a Territórios Indígenas.

ClimaInfo

O 4º Ciclo de Oferta Permanente de Concessão promovido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) na 4ª feira (13/12) – apelidado de “Leilão do Fim do Mundo”, tanto pela quantidade de blocos ofertados como por muitos deles apresentarem graves conflitos socioambientais – ofereceu ao mercado 21 áreas para exploração de petróleo e gás fóssil na Amazônia. O campo com acumulação marginal de combustíveis fósseis de Japiim foi arrematado pela Eneva e pela ATEM, que também adquiriu quatro blocos exploratórios na região. (mais…)

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Ministra diz que exploração de petróleo na Amazônia preocupa indígenas

Sônia Guajajara manifestou receio sobre impacto ambiental na região

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, voltou a expressar preocupação com a exploração de petróleo e gás na Bacia do Amazonas. A manifestação ministerial ocorreu nesta quarta-feira (13), pouco antes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) leiloar 38 blocos exploratórios de 11 bacias sedimentares: Espírito Santo, Paraná, Pelotas, Potiguar, Recôncavo, Santos, Sergipe-Alagoas, Tucano. Santos e Campos, além da Amazonas. (mais…)

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COP28 em Dubai tem novas propostas, velhas contradições e posição dúbia do Brasil

Repórteres da Pública, diretamente dos Emirados Árabes, falam ao Pauta Pública sobre o que está em jogo no evento

Por Clarissa Levy, Ricardo Terto, Agência Pública

Antes mesmo de dar a largada, a 28ª edição da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas, mais conhecida como COP28, já foi atravessada por inúmeras polêmicas e controvérsias. A começar pela escolha da presidência do evento: os Emirados Árabes Unidos, um dos 10 países com a maior produção de petróleo do mundo. (mais…)

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COP28: Colômbia está sendo castigada por ambição climática, diz ministra do meio ambiente

À Pública, Susana Muhamad critica as consequências financeiras sofridas por seu país ao anunciar abandono do petróleo

Por Anna Beatriz Anjos | Edição: Giovana Girardi, em Agência Pública

Na 28ª Conferência do Clima das Nações Unidas (ONU), a COP28, a Colômbia tem se posicionado como um dos defensores mais vocais do abandono dos combustíveis fósseis, o ponto mais nevrálgico e também contencioso da rodada de negociações. Mas, ao contrário do que se espera, o país “não está sendo recompensado pela ambição climática. Está sendo castigado”, declarou à Agência Pública a ministra colombiana do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Susana Muhamad. (mais…)

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