Quem é o brasiliense responsável pelo site que inspirou ataque em Suzano

Homem que ameaçou um atentado na UnB, onde estudou, criou site que incentiva crimes contra minorias e deu dicas aos autores dos assassinatos em colégio de São Paulo e do Rio de Janeiro. Racista, ele diz odiar mulheres desde quando era criança

Por Renato Alves, no Correio Braziliense

Nos bastidores dos massacres das escolas de Realengo, em 2011, e Suzano, na última quarta-feira, está um brasiliense de 33 anos. Ele criou e abasteceu com informações criminosas um site destinado a extremistas, que estimulou e ajudou os autores em ambos os ataques. E, antes deles, levou terror à Universidade de Brasília (UnB), onde estudou e ameaçou uma chacina. A Polícia Federal o prendeu pouco antes do prometido ato terrorista.

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Os massacres de Christchurch e Suzano e o lado obscuro da internet

Ligação entre autores de ataques a tiros na Nova Zelândia e no Brasil e o mundo virtual chama atenção para a propagação de ideias extremistas e de violência em redes sociais e fóruns anônimos.

Na DW

O principal suspeito pelos ataques a tiros em duas mesquitas da Nova Zelândia, que deixaram ao menos 49 mortos nesta sexta-feira (15/03), planejou meticulosamente um atentado voltado para a era da internet. Ele transmitiu o massacre ao vivo pelo Facebook e publicou um longo manifesto repleto de piadas internas voltadas para os que estão familiarizados com o universo obscuro da internet.

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MPF entra com ações civis por manifestações discriminatórias na Internet

Usuários referiram-se a homossexuais como “desgraça” e “aberração”

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), ingressou com duas ações civis públicas em razão de manifestações injuriosas e discriminatórias contra homossexuais, veiculadas no canal Youtube e na rede social Facebook, por Altair Francisco Genésio e Gustavo Canuto Bezerra, respectivamente. Os fatos foram investigados em dois inquéritos civis, instaurados a partir de representação de usuários da rede Facebook e de procedimento encaminhado pelo Ministério Público do Mato Grosso do Sul.

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Fake news invadem as redes para explorar tragédia de Brumadinho

Fake news invadem as redes para explorar tragédia de Brumadinho

por Redação RBA 

Em meio à tragédia do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que até o momento deixou 60 mortos e 292 desaparecidos, grupos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) divulgam mentiras, boatos e notícias falsas – fake news – implicando desde a ex-presidenta Dilma Rousseff, a “agentes bolivarianos com explosivos”, passando pelo envio de veterinários, a pedido da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, para cuidar de animais atingidos pela lama, o que também não ocorreu. 

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Suas senhas também foram devassadas?

Maior vazamento de dados pessoais da história apenas começou – e confirma ausência de privacidade na rede. Como conferir se você caiu nessa e quais dados ficaram disponíveis

Por Marianna Braghini | Contribuição: Raul Hacker Club, em Outras Palavras

Esta semana o especialista em cibersegurança, Troy Hunt, revelou em seu blog a existência do maior vazamento de senhas de que se tem conhecimento em toda história. Uma coleção de arquivos com mais de 770 milhões de endereços de e-mail e senhas – de múltiplos sites e plataformas — foi postado em um fórum online. O nome do arquivo dá a entender que foi só o primeiro: Collection #1, foi o título escolhido pelo responsável pelo vazamento das informações. O arquivo foi disponibilizado por uma plataforma conhecida de downloads: o Mega (antigo megaupload).

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La comunicación política entre el ágora y el Whatsapp

La comunicación política es la batalla de las construcciones discursivas por las significaciones para el poder y la hegemonía, lo que supone un acto comunicacional relacional, donde las personas son sujetos históricos, no votantes; son actores políticos, no clientes; son ciudadanos, no consumidores ni clientes

Por Adalid Contreras Baspineiro*, en Servindi

Comunicación para el poder y la hegemonía

No hay, definitivamente, una sola manera de conceptualizar ni de operativizar la comunicación política. Su comprensión depende de la articulación que resulta entre procesos históricos, concepciones comunicacionales y propuestas políticas. Con la finalidad de ponernos de acuerdo sobre lo que vamos a hablar en este artículo, propongo entender la comunicación política como las batallas discursivas por las resignificaciones para el poder y la hegemonía. La acepción de batalla está relacionada con la noción de campo político que Bordieau emplea para entenderlo como un microcosmos o sistema de distancias entre polos relacionalmente opuestos y distintos, que se confrontan por cambiar, o conservar, las relaciones de poder que estructura cada campo. Esto supone la lucha por el poder y la hegemonía considerando ideologías, actores políticos, fuerzas sociales y medios. A su vez, la noción de las construcciones discursivas para las resignificaciones tiene que ver con las representaciones y sentidos que se le dan a las producciones discursivas, esto es, los procesos comunicacionales que se generan en -y alimentan- las luchas o prácticas sociales y políticas por el poder con un proyecto político y una ideología definidos y la hegemonía con gobernabilidad de una propuesta de sociedad.

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Do grupo de iguais à trincheira da discórdia: a transformação dos grupos de WhatsApp. Entrevista especial com Carmen de Oliveira

por João Vitor Santos, em IHU On-Line

Houve um tempo em que o maior problema dos grupos de família no WhatsApp era a sequência infindável de “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”. A polarização da campanha eleitoral de 2018 que tomou conta desses ambientes virtuais contaminou muitas pessoas, que passaram a ver a tia como fascista, o sobrinho como comunista. “A comunicação digital tem demonstrado os seus limites especialmente em contextos de polarizações de ideias em que se fazem mais necessários o jogo argumentativo e a escuta mútua para a formação de opinião e de acordos sociais”, avalia a psicanalista Carmen Oliveira. Para ela, compreender como se coadunam os grupos de WhatsApp é fundamental, porque é a partir disso que será possível apreender a transformação pela qual passam. (mais…)

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Da eleição ao cotidiano: o assédio via WhatsApp e redes será arma política. Por Leonardo Sakamoto

no blog do Sakamoto

O que acontecerá se o diálogo político for substituído por coação digital contínua no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas e Distrital? Qual será a reação se alguns deputados, senadores, governadores ou mesmo o futuro presidente acharem que podem jogar seus seguidores para ameaçar parlamentares da oposição ou assediarem de forma indevida os da sua própria base a cada nova proposta de seu interesse em trâmite no Congresso, usando WhatsApp e redes sociais? Aliás, não apenas seguidores, como também consultorias contratadas para disparar milhões de mensagens por dia. O que acontece se alguém decidir exercer seu mandato usando ataques digitais como se ainda estivesse em campanha? (mais…)

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Redes sociais, ultra-capitalismo e vidas frustradas

Como a internet, em deriva individualista, ameaça criar um mundo em que afetos, laços de compromisso e política dissolvem-se em consumo e narcisismo. Atenção: o problema é anterior à rede

Por César Rendueles, em entrevista à RT Notícias | Tradução: Ricardo Cavalcanti-Schiel, em Outras Palavras

César Rendueles (Girona, 1975) é professor do Departamento de Teoria Sociológica da Faculdade de Ciências Políticas e Sociológicas da Universidade Complutense de Madri. É também autor do livro Sociofobia: El cambio político en la era de la utopía digital [Edição em português: Sociofobia: Mudança política na era da utopia digital.Sesc, São Paulo, 2016], onde analisa o efeito das tecnologias digitais de comunicação na realidade política e social. (mais…)

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