Ministério mantém prioridades para ano legislativo de 2016

Projeto de lei que estabelece o fim dos autos de resistência e que criminaliza a homofobia estão entre as matérias prioritárias da atual agenda legislativa

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O ano legislativo de 2015 foi marcado pela agenda econômica, por disputas pós-eleitorais e por proposições conservadoras. Nesse contexto, o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, por meio de sua Assessoria Parlamentar, priorizou as ações necessárias para o avanço de legislações voltadas à promoção da igualdade de gênero, raça e dos direitos humanos em suas diferentes esferas. Em 2016, o Ministério seguirá trabalhando em função da aprovação de leis que ampliem os direitos dos públicos-alvo da pasta.

“Consideramos a atividade legislativa de alta relevância política, intelectual e social. Por isso, investimos em nossa atuação no Congresso Nacional e nos empenhamos junto ao Poder Legislativo para aprovar leis que ampliem os direitos das mulheres, da população negra, da juventude e os direitos humanos”, declara a ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes. (mais…)

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Intolerância religiosa faz Brasília criar delegacia especial

Hylda Cavalcanti, da RBA

Os casos registrados de intolerância religiosa aumentaram quase 70% do número de casos em todo o Brasil em 2015, mas o número desenfreado de destruição de estátuas de orixás e incêndios e ataques a terreiros de candomblé no Distrito Federal, nos últimos tempos, tem chamado a atenção da administração, dos praticantes e demais moradores de Brasília e seu entorno. Antes pouco vistas, as agressões levaram o Governo do Distrito Federal (GDF) a instalar, na semana passada, a primeira delegacia especial de repressão aos crimes por discriminação racial e religiosa, que entrou em funcionamento nesta segunda-feira (25).

Na prática, a delegacia especializada funcionará nos moldes das delegacias de mulheres e participará de uma série de ações em parceria com outros órgãos para tentar coibir esse tipo de agressão. Anunciada inicialmente como a primeira do país, a delegacia tem suporte semelhante a outras três, já existentes nos estados de Mato Grosso, Pará e Piauí. Isso porque também incorporará às suas atribuições a repressão a outros casos, como os crimes por orientação sexual ou contra a pessoa idosa ou com deficiência. (mais…)

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Debate marca Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Realizado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos do ministério, o encontro proporcionou debate das ações de enfrentamento à discriminação religiosa e de proteção às vítimas da violência

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Representantes de 30 organizações da sociedade civil que atuam para a promoção da diversidade religiosa se reuniram nesta quinta-feira (21) durante encontro promovido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. O encontro marcou o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.

“Temos trabalhado para que o Brasil viva cada vez mais num estado de paz e tolerância entre as religiões”, afirmou o secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos em exercício, Fernando Matos, sobre a realização do encontro. (mais…)

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Pelo combate à intolerância religiosa e em defesa do Estado Laico

Ao invés de promover cidadania e ampliar direitos, a comunicação entre Estado e religião tem gerado “brechas” legais que podem ser utilizadas de forma inconstitucional

Por Ivanilda Figueiredo* – Plataforma Dhesca

No dia 12 de janeiro de 2016, a Presidenta Dilma Rousseff sancionou dois projetos de lei originados no Congresso Nacional: a Lei 13248/2016, que tem origem no Projeto de Lei 1677/2007, do Deputado Gastão Vieira (PMDB/MA) e institui o Dia Nacional do Tambor de Crioula; e a Lei 13246/2016, originada no projeto de lei 2828/2003, do Deputado Neucimar Fraga (PL/ES) e que institui o Dia Nacional da Proclamação do Evangelho. (mais…)

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21 de janeiro – Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Em 2015, houve um aumento de 69,13% nas denúncias de violação de discriminação religiosa em relação ao ano passado

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A Presidência da República oficializou, em 2007, o dia 21 de janeiro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Instituída pela Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, a data rememora o dia do falecimento da Iyalorixá Mãe Gilda, do terreiro Axé Abassá de Ogum (BA), vítima de intolerância por ser praticante de religião de matriz africana. A sacerdotisa foi acusada de charlatanismo, sua casa foi atacada e pessoas da comunidade foram agredidas. Ela faleceu no dia 21 de janeiro 2000, vítima de infarto. (mais…)

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