Nota da Ansef em repúdio ao bárbaro crime contra o Povo Gamela

A Associação Nacional dos Servidores da Funai – Ansef, vem manifestar seu repúdio ao Crime bárbaro promovido no dia 30 de abril de 2017 contra o Povo Gamela, no povoado de Bahias, em Viana/MA. Conforme já noticiado na grande imprensa e nas redes sociais1, o ataque contra o Povo Gamela alcança dimensões impensáveis em tempos em que os direitos humanos estão garantidos na Constituição Federal de 1988 e em acordos internacionais. (mais…)

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Documentos de Portugal confirmam que índios Gamela são donos da terra

Documentos históricos do século 18, pertencentes à Coroa Portuguesa, comprovam que os índios Gamela são os legítimos proprietários da área que hoje reivindicam no estado do Maranhão; documentos foram apresentados nesta terça-feira, 2, no plenário da Câmara, pelo deputado Zé Geraldo (PT-PA); “Foi a primeira sesmaria dada aos índios brasileiros, ou seja, os primeiros índios do Brasil que tiveram a doação de uma sesmaria foram os índios gamela no Maranhão, e o Ministro vem falar em supostos índios”, afirmou

No Brasil 247

Documentos históricos do século 18, pertencentes à Coroa Portuguesa, comprovam que os índios Gamela são os legítimos proprietários da área que hoje reivindicam no estado do Maranhão. No último domingo, 30, pistoleiros atacaram o Povoado de Bahias, em Viana (MA), a golpes de facão e pauladas. Um índio teve a mão decepada (leia mais). (mais…)

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Um partido vira “dono da Funai”. E mãos de indígena são cortadas no MA…

Por Spensy Pimentel, especial para o blog do Sakamoto

Ainda aguardamos os detalhes, mas já é possível tirar algumas conclusões a partir do episódio ocorrido em Viana (MA), em que uma aldeia do povo Gamela em área de retomada foi covardemente atacada por um grupo de homens armados. Segundo Inaldo Gamela, liderança que também foi alvo do ataque e conversou conosco por telefone, pelo menos duas pessoas tiveram mãos amputadas, e os médicos buscam agora reimplantar os membros e fazer com que elas possam recuperar os movimentos. Outros quatro atingidos seguem internados, e o número de feridos foi de, pelo menos, 13 pessoas. Ao site Amazônia Real, Inaldo já havia relatado ontem que eram mais de 200 pessoas os agressores e qualificou o ataque de “linchamento”. (mais…)

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COIAB: Nota de apoio ao povo Gamela e de repúdio aos ataques sofridos recentemente por esse povo

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), instância máxima de representação e defesa dos direitos dos povos indígenas da Amazônia Brasileira, juntamente com sua rede de organizações e povos indígenas, vem por meio desta manifestar o seu incondicional APOIO à luta do povo Gamela, no Estado do Maranhão, pela constante defesa da vida e por um território livre que garanta a dignidade desse povo. Assim, como vimos ainda REPUDIAR veementemente a ação brutal e violenta impetrada contra a vida desse povo, ocorrido no Povoado de Bahias, município de Viana (MA), com informações cruéis de mutilação de indígenas nesse ataque. (mais…)

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MPF/MA pede à PF que dê segurança aos indígenas atacados por fazendeiros em Viana (MA)

O MPF quer também que a Fundação Nacional do índio (Funai) se manifeste sobre as providências adotadas ante a iminência de possível novo ataque aos indígenas

MPF MA

Assim que tomou conhecimento dos ataques de fazendeiros aos indígenas do povo Gamela, em Viana (MA), o Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) comunicou o fato à Policia Federal (PF) e à Secretaria de Segurança Pública do Estado, solicitando deslocamento imediato de força policial para a região do conflito, mas precisamente nas aldeias Piraí e Cajueiro. O MPF quer também que a Fundação Nacional do índio (Funai) se manifeste sobre as providências adotadas ante a iminência de possível novo ataque aos indígenas. (mais…)

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Os que apodrecem: Quando os índios descobrem o Brasil do governo 9% de aprovação Temer, por Eliane Brum

Quanto mal o governo-9%-de-aprovação-Temer ainda pode fazer?

No El País

As flechas empunhadas pelos indígenas que ocuparam Brasília na semana passada podem indicar. É contra os mais vulneráveis, os que ninguém liga, os grandes outros do Brasil que as mãos corrompidas avançam sem a necessidade de disfarçar sequer no discurso. É desta aldeia chamada Funai que vem se arrancando peça por peça e talvez em breve o dia amanheça e já não existam sequer cadeiras. É ali que o pior de ontem é melhor do que o pior de hoje. E no amanhã a frase “nenhum direito a menos” pode deixar de fazer qualquer sentido porque já se foram todos. É com os índios que acontece primeiro. Desde 1500, como se sabe. Mas, não custa lembrar: “Índio é nós”. (mais…)

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