APIB: Nota de repúdio e pesar pelo assassinato do guardião Paulo Paulino Guajajara

Maranhão, 2 de novembro de 2019 – É com profunda tristeza e revolta, que nós, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), vimos a público denunciar e prestar solidariedade ao Povo Guajajara pelo assassinato do guardião Paulo Paulino Guajajara após o grupo dos agentes florestais indígenas “Guardiões da Floresta” ter sido emboscado por madeireiros dentro de seu próprio território. O líder indígena guardião Laércio Guajajara também foi ferido, ele está internado e seu quadro é estável.

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Nota de Repúdio do Cimi: Responsabilizamos o Estado e o governo federal pelo assassinato de Paulo Paulino Guajajara

Durante ataque de madeireiros, Laércio Souza Silva Guajajara foi atingido por tiros no braço e nas costas

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), com indignação e tristeza, acusa e responsabiliza o Estado e o governo brasileiro pelo covarde assassinato de Paulo Paulino Guajajara, ocorrido na noite desta sexta-feira (1) no interior da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão. O indígena tinha 26 anos e deixa esposa e um filho.

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‘Guardião da floresta’, líder indígena Guajajara é morto em conflito com madeireiros no Maranhão

Organizações lamentaram o ocorrido e denunciaram violência na região amazônica

Por Cristina Camargo, na Folha

O líder indígena Paulo Paulino Guajajara foi assassinado na sexta-feira (1) em um confronto com madeireiros na Terra Indígena Arariboia, na região de Bom Jesus das Selvas, no Maranhão. Ele era integrante de um grupo de agentes florestais indígenas autodenominados “guardiões da floresta”.

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Justiça confirma em sentença suspensão da certificação de madeireiras no Pará que faziam propaganda enganosa sobre sustentabilidade

Suspensão vai vigorar até que danos ambientais sejam recuperados e obra ilegal seja desfeita. Empresas também foram multadas e terão que fazer campanha em favor de comunidades tradicionais e do meio ambiente

Ministério Público Federal no Pará

A Justiça Federal publicou sentença que confirma decisão liminar de 2017 de suspender a certificação socioambiental concedida a duas madeireiras em atuação na Floresta Nacional de Saracá-Taquera, no oeste do Pará. A sentença acatou argumentação do Ministério Público Federal (MPF) de que as empresas Ebata e Golf não cumprem os critérios de sustentabilidade socioambiental exigidos pelo selo certificador do Forest Stewardship Council (FSC), ou Conselho de Manejo Florestal, em português.

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“Espero que realmente neste Sínodo possamos discutir a Vida”

“É preciso ter uma igreja encarnada na vida do povo, que dialogue, ouça e sinta a dor e o clamor de seus povos, para depois agir”. Essas frases acima refletem algumas das expectativas, pós Sínodo para a Amazônia, de Darlene Braga, coordenadora da Articulação das CPT’s da Amazônia e agente da Comissão Pastoral da Terra no estado do Acre. Ela, assim como diversos outros e outras agentes de pastoral, participou do processo de escuta do povo em preparação para a assembleia sinodal, que ocorre entre os dias 6 e 27 deste mês de outubro. E em breve ela segue para a Itália, a convite da entidade francesa de cooperação, CCFD-Terre Solidaire, onde participará de diversas atividades, e poderá relatar aos participantes como é a vida na Amazônia, seus desafios e alegrias, e como foi esse rico processo de escuta das comunidades. Confira o artigo:

Artigo por Darlene Braga*, em CPT Bahia 

Quando criança, por um bom período, tive a triste e boa experiência de conviver diariamente com os que tinham muito e os que tinham pouco dentro e fora da igreja. Esta experiência foi marcante e decisiva para determinar a minha vida e atuação pastoral. Estas experiências são muito comuns junto aos povos da Amazônia.

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Na terra indígena mais ameaçada do Brasil, base da Funai é destruída, e ninguém sabe quem cometeu o crime

Prédio custou R$ 750 mil e foi doado como compensação ambiental por hidrelétrica. Território Karipuna sofre invasão de madeireiros e até tentativa de loteamento.

Por Carolina Dantas e Fábio Tito, G1*

Um posto de fiscalização da Fundação Nacional do Índio (Funai) dentro da terra Karipuna, em Rondônia, está destruído e virou símbolo da ação de madeireiros e grileiros. O território indígena onde o imóvel foi atacado é o mais ameaçado por queimadas no Brasil – tem o maior número de focos ao redor da terra. Lá praticamente não havia desmatamento até 2014, mas, desde então, mais de 20 km² de floresta foram derrubados.

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Combatendo fogo com fogo, ‘Guardiões da Floresta’ perseguem madeireiros ilegais na Amazônia

Por Leonardo Benassatto e Ueslei Marcelino, no Extra

TERRA INDÍGENA ARARIBÓIA (Reuters) – Perto de meia-noite, um grupo de seis índios da tribo [sic] Guajajara, com seus rostos pintados para combate, ouve o barulho de caminhões pesados a cerca de 30 quilômetros de sua aldeia na floresta amazônica.

Eles suspeitam de uma caravana ilegal de madeireiros para corte de árvores em sua reserva. A polícia não está a caminho, mas os nativos têm um plano para revidar.

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