Bolsonaro insulta jornalistas em vez de dar respostas sobre seu governo. Por Janio de Freitas

Presidente não dá explicação satisfatória às relações comerciais do seu secretário de Comunicação

Na Folha

“Cala a boca!”. “Você tá falando da tua mãe?“. Ainda não foi dessa vez. A repórter e o colega ficaram impassíveis, tal como outros jornalistas profissionais têm suportado as reações de Jair Bolsonaro a perguntas que não pode responder, apesar de legítimas e necessárias. Mas não está eliminada a possibilidade, um dia qualquer, de que um repórter não aceite ver sua mãe em frase de moleques, e reaja à altura. Pode ser outra a frase insultuosa, e sempre será uma situação sem precedente, porém não exótica.

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A refinada operação pelo subdesenvolvimento

Em criminoso “erro”, Agência Nacional de Petróleo admite abandonar refinarias estatais. Medida obrigará país a processar cada vez mais petróleo no exterior. População pagará, pelos combustíveis, o que o mercado global quiser cobrar

Por Artur Araújo*, para a Federação Nacional dos Engenheiros

O Brasil importou 11% da gasolina, 23% do diesel, 33% do gás de cozinha e 12% do querosene de aviação que consumiu em 2018, mesmo em quadro de paradeira econômica e demanda reduzida. Em torno de R$ 70 bilhões foram gastos em moeda estrangeira. Os dados relativos ao ano passado devem ser divulgados ainda no primeiro trimestre de 2020 e certamente terão perfil semelhante.

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Em estudo pelo governo, privatização do Inpi, órgão que analisa patentes, deve encarecer medicamentos

Proposta é criticada por empresários da indústria farmacêutica nacional; já a associação que representa as multinacionais não se opõe à medida

Por Diego Junqueira, no Repórter Brasil

“Insana”, “insensata” e “preocupante”. É assim que empresários brasileiros da indústria farmacêutica e especialistas em acesso a medicamentos avaliam a proposta de privatização do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), atualmente em estudo pelo Ministério da Economia. 

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Resposta a Bolsonaro. Por Vinícius Fernandes da Silva

No GGN

O presidente Jair Bolsonaro, em conversa com jornalistas no dia de hoje, abordou assuntos a respeito dos livros didáticos e mencionou o Colégio Pedro II, instituto federal de ensino básico sediado no Rio de Janeiro.

Em sua fala o presidente disse que o CPII “acabou”.

Como professor efetivo e com dedicação exclusiva de uma das unidades (temos 11) da centenária instituição, me perguntei sobre as muitas interpretações que o verbo “acabar” pode suscitar. Cheguei a algumas conclusões e tomarei como referência somente o resultado do Campus Centro no ENEM 2018, porém somando as médias de todos os outros campus, o efeito seria praticamente idêntico.

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Entrevista: Sandices de Weintraub abrem as portas para invasão por universidades estrangeiras, diz ex-reitor da UFABC

Por Nathalia Braga, no The Intercept Brasil

POUCAS COISAS PODERIAM ser mais diferentes de uma plantação de maconha do que o laboratório de engenharia onde conversei em meados de dezembro com o professor Luiz Bevilacqua, dentro do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ. Não que surpreenda que as sandices do atual ministro da educação, Abraham Weintraub, não tenham lastro algum na realidade. Além de descrever as “extensas plantações de maconha” presentes nos campi das federais, Weintraub também gosta de reforçar que as universidades brasileiras – ele é empregado de uma delas – são irrelevantes.

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Como a privatização de duas estatais coloca em risco a segurança dos seus dados

Iniciativa privada pode não garantir segurança de dados sigilosos armazenados por Serpro e Dataprev

Por Nara Lacerda, no Brasil de Fato

Na lista de estatais que o governo Bolsonaro inseriu no chamado Programa de Parcerias de Investimento (PPI) e que podem ser privatizadas estão duas das maiores empresas de tecnologia do país, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).

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Nossas torneiras controladas por corporações?

Projeto que privatiza saneamento avançou silencioso no Senado. Represas e rios poderão cair em mãos de transnacionais como Nestlé e Coca Cola, que já controlam fontes em todo mundo. Foi assim com minérios, hidrelétricas, telefonia…

por Paulo Kliass, em Outras Palavras

Tem gente que chama esse tipo de situação de coincidência. Outras pessoas, mais sofisticadas, apelam para Carl Jung e falam em sincronicidade. Enfim, o fato que nos interessa reter no momento é que quase nada acontece por acaso. Ainda mais nesses tempos difíceis do bolsonarismo e da noite de trevas do neoliberalismo em que as forças do conservadorismo pretendem nos enfiar.

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