MPF aponta falhas no licenciamento de usina de multinacional francesa que também afetou indígenas
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Por Isabel Seta, José Cícero | Edição: Bruno Fonseca, Agência Pública
“É uma dor que não passa”. Faz mais de duas décadas que a comunidade quilombola em que Dita Godinho vivia foi expulsa de suas terras, mas, ainda assim, os olhos da senhora de 62 anos marejam ao falar do assunto. A família dela foi uma das cerca de cinquenta que viram seu mundo ser inundado para dar lugar à represa da usina hidrelétrica de Cana Brava, localizada na bacia do rio Tocantins, entre os municípios de Minaçu e Cavalcante, no norte de Goiás. A estrutura está em funcionamento desde 2002. (mais…)
