O Pix, concebido pelos técnicos do Banco Central do Brasil, como sabemos, é um meio de pagamento como o talão de cheque, o cartão de crédito ou o cartão de débito, mas tem especificidades importantes. Ele permite transações rápidas, é gratuito, seguro para os que recebem pagamentos nele, e estas transações são feitas reduzindo enormemente a intermediação bancária. (mais…)
soberania
Lula responde a Trump no NYT: “a democracia e a soberania do Brasil não são negociáveis”
“Presidente Trump, continuamos abertos a negociar qualquer coisa que possa trazer benefícios mútuos. Mas a democracia e a soberania do Brasil não estão em discussão.”
Tania Pacheco
As duas frases acima sintetizam boa parte do artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, publicado hoje no The New York Times. Sob o título “Lula: a democracia e a soberania do Brasil não são negociáveis”, o presidente brasileiro se dirige diretamente ao estadunidense Donald Trump, afirmando ter orgulho na da nossa Justiça e defendendo as posições assumidas pelo País interna e externamente. E, sereno mas firme, diz ainda: ‘É desonesto chamar regulamentação de censura, especialmente quando o que está em jogo é a proteção de nossas famílias contra fraudes, desinformação e discurso de ódio. A internet não pode ser um terreno sem lei, onde pedófilos e abusadores têm liberdade para atacar nossas crianças e adolescentes’. (mais…)
Nação, soberania política, identidade e cultura. Por Cândido Grzybowski
Estou intrigado conosco mesmo, analistas, ativistas e organizações de cidadania portadoras de perspectiva de transformação democrática ecossocial, para garantir direitos iguais na diversidade como povo brasileiro. Qual o porquê do nosso quase silêncio e falta de reação em relação às questões que o título anuncia? Isto em um contexto explícito de ataque do Trump, presidente dos EUA, à nossa institucionalidade democrática e acordos comerciais se julgando no direito de impor, de forma unilateral, taxação de 50% sobre as nossas exportações a seu país e condenar membros do STF, que estão julgando o líder da extrema direita e seus cúmplices pela tentativa de golpe de Estado e imposição de uma ditadura. (mais…)
EUA desafiam BRICS e tentam dominar o Atlântico Sul
Sob o pretexto de combater cartéis, Washington militariza o Caribe, pressiona rotas comerciais e mira riquezas estratégicas brasileiras em plena disputa global
Por Reynaldo Aragon, Brasil 247
A mobilização de tropas e frotas dos Estados Unidos na América Latina em agosto de 2025 marca mais do que uma operação “antidrogas”: trata-se de um movimento calculado para transformar o Atlântico Sul em zona de disputa, pressionar as exportações brasileiras de petróleo, soja, minério, terras raras e nióbio, e conter a expansão do BRICS e da ferrovia bioceânica ligada ao porto chinês de Chancay. Este artigo analisa os riscos, cenários futuros e os mecanismos de guerra híbrida que podem subjugar a soberania regional sem um único tiro disparado. (mais…)
Polêmica: em busca da soberania perdida
A globalização está em crise. Direita deu-se conta e evoca ideia de nação que se liga a Propriedade, Privilégio e (falsa) Segurança. Esquerda demora-se, porque não enxerga as possibilidades de uma luta do povo contra o capital e suas misérias
Por Fernando Marcelino, em Outras Palavras
O historiador Eric Hobsbawn apontava que o os governos dos Estados-nações e Estados territoriais modernos apoiam-se em três presunções: primeiro que tenham mais poder do que qualquer outra unidade que opere em seus territórios; segundo, que os habitantes dos seus territórios aceitem mais ou menos de bom grado sua autoridade; e terceiro, que eles possam proporcionar aos habitantes serviços que de outra maneira não poderiam ser prestados com efetividade, como a manutenção da lei e da ordem. Por mais de duzentos anos, até o final da década de 1970, a ascensão do Estado moderno deu-se de forma contínua e independentemente da ideologia e da organização política. Nos últimos quarenta anos, a tendência se inverteu. O Estado neoliberal abandonou muitas de suas atividades diretas tradicionais. O Estado territorial perdeu o monopólio da força armada, da estabilidade e do poder. Ao minar a influência do Estado na condução da sociedade, o (neo)liberalismo passou a desmontar o aparelho estatal, privatizando suas funções para o mercado ou simplesmente retirando-o da responsabilidades antes estratégicas, como o uso legítimo da violência, política monetária e cambial, política externa, energia, infra-estrutura, indústria, serviços de saúde e educação e cultura (HOBSBAWN, 2007). (mais…)
Venda de refinaria acentua perda de soberania, diz ex-presidente da Petrobras
No TUTAMÉIA
“No curto prazo, estamos aumentando a nossa vulnerabilidade externa. No médio prazo, se a economia voltar a crescer mais rápido, vamos ter um apagão de derivados. Do ponto de vista da segurança nacional, da segurança energética, essa nossa política é um desastre. No longo prazo, estamos condenando o nosso país à subordinação econômica e à perda de soberania num produto que é absolutamente estratégico para a segurança nacional”.
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A soberania nacional, por Samuel Pinheiro Guimarães
Jair Bolsonaro atenta diariamente contra a soberania brasileira e por esta razão suprema não pode ser presidente
Samuel Pinheiro Guimarães, Brasil de Fato
1. A Constituição de 1988 determina que o primeiro fundamento do Brasil como Estado Democrático de Direito é a soberania (Artigo 1°).
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