MST convoca ato político em apoio aos atingidos pela mineração

Em Minas Gerais, famílias Sem Terra lutam contra os efeitos do crime da Vale em Brumadinho em ato na próxima sexta-feira (05)

Por Agatha Azevedo, na Página do MST

Nesta sexta-feira, 5 de abril, o MST irá entregar ao Ministério Público um laudo técnico comprovando os danos nas áreas do movimento na região metropolitana de Belo Horizonte, provocados pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.

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Por justiça a Marielle e aos mortos da mineração, mulheres paralisam o trem da Vale em MG

No dia em que o assassinato de Marielle completa um ano, as mulheres do MST e do MAM prestam homenagem à memória da vereadora e encerram a jornada de lutas denunciando os crimes da Vale

Por Geanini Hackbardt, na Página do MST

Na manhã desta quinta-feira (14/03) cerca de 400 mulheres denunciaram o assassinato em massa de trabalhadores e trabalhadoras, com o rompimento da barragem Córrego do Feijão, em Brumadinho-MG; a violência da mineração predatória contra as mulheres; a ameaça ao abastecimento de água à população gerada pelas mineradoras e sua total irresponsabilidade ambiental, além da sonegação da previdência e o não pagamento dos impostos sobre a extração mineral. As mulheres pararam o trem que transporta o minério de ferro extraído da região do quadrilátero ferrífero mineiro, próximo ao centro de Sarzedo, cidade vizinha a Brumadinho.

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“Banho no igarapé agora dá coceira”, diz quilombola afetada por mineração de bauxita no Pará

Após 30 anos de denúncias, Oriximiná realizou primeira audiência pública sobre riscos de barragem da Mineradora Rio do Norte; município e estado não confirmam segurança de 25 barragens para comunidades ribeirinhas e quilombolas da região

Por Julia Dolce, em De Olho nos Ruralistas

O quilombola Manuel Edilson de Jesus, morador da Comunidade de Boa Vista, em Oriximiná (PA), achava que conseguiria, no dia 8, parte das respostas às denúncias que tem feito nos últimos 30 anos. Ele integra a Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Município de Oriximiná, fundada em 1989 para resistir às invasões e ameaças contra seus territórios, há décadas pautando as potenciais ameaças trazidas pela exploração de bauxita pela empresa Mineração Rio do Norte (MNR).

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Ato em solidariedade aos atingidos de Brumadinho e em defesa do Rio São Francisco será realizado em municípios da Bahia

No dia 25 de fevereiro completa um mês de  mais um grave crime cometido pela Vale no Brasil. Por isso, nessa data será realizado um ato em solidariedade às vítimas da tragédia de Brumadinho e em defesa do Rio São Francisco em cidades da Bahia, como Bom Jesus da Lapa, Barra, Juazeiro, Salvador e Cariranha. O Ato em solidariedade às vítimas de Brumadinho e em defesa do Rio São Francisco é organizado por movimentos sociais e organizações populares, como o MAB, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Comissão Pastoral da Terra (CPT), CPP e a Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA)

CPT Bahia

O crime que matou centenas de pessoas, que destruiu lares, rios e florestas em prol de um modelo de exploração que visa somente o lucro não pode ser impune. Crime este cometido por uma empresa cujos interesses privados prevalecem sobre a vida das pessoas e do meio ambiente.

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Vidas atravessadas: como a Vale afeta o cotidiano de indígenas e sem-terra no Pará

Com o fechamento iminente de barragens em Minas Gerais, estado do Norte é um dos destinos prioritários da mineradora

por Joana Zanotto, em Brasil de Fato

Geny Viana Porto já matou uma sucuri, e agradece a Deus pela força que tem. As dores nas costas não a impedem de trabalhar agachada no roçado. A agricultora ostenta, aos 64 anos, um corpo esguio e vigoroso, apesar das pontadas que se agravaram desde a última ida até a zona urbana de Parauapebas (PA). A região central da cidade fica a mais de 20 quilômetros da casa dela. A estrada é de chão batido, com inúmeros solavancos e lombadas sem sinalização.

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“Vale não ofereceu lista identificando terceirizados de Brumadinho até hoje”, diz sindicalista

Eduardo Armond, representante dos sindicatos unificados afirmou à Pública que a Vale quer “dividir para reinar” e que as indenizações devem ser acordadas na justiça do trabalho

Por Julia Dolce, em Agência Pública

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada de Minas Gerais (SITICOP-MG), Eduardo Armond, falou em entrevista à Pública que os nove sindicatos unificados que representam parcela dos trabalhadores da Vale estabeleceu novas pautas unificadas junto à Comissão de Representação dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos de Brumadinho.

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