A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais
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A máxima “Eu sou humano, nada do que é humano me é estranho” (“Homo sum, humani nihil a me alienum puto”) foi criada pelo dramaturgo romano Terêncio no século II a.C., e popularizada por Karl Marx e Friedrich Nietzsche. Significa que decodificamos os sentimentos, os atos e as falhas dos indivíduos faltosos, que transgridem as leis. Mas a familiaridade com as experiências tortas no âmbito da espécie é uma carga incômoda, para nossa necessidade sociocultural de idealizações simbólicas. (mais…)
