Iphan e Incra firmam parceria para fortalecer regularização fundiária e preservação cultural em quilombos de Goiás

No Iphan

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que estabelece, pelos próximos 24 meses, uma atuação integrada voltada à regularização fundiária e à preservação do patrimônio cultural de comunidades quilombolas em Goiás. 

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Fiocruz sedia I Seminário Internacional Ventos para Saúde

Fiocruz Pernambuco

A Fiocruz sediou, em 19 de junho, o 1º Seminário Internacional Ventos para Saúde – A necropolítica dos ventos e os processos de adoecimento de comunidades camponesas, realizado no auditório da instituição. O evento reuniu pesquisadores, estudantes, profissionais da saúde, movimentos sociais e representantes de comunidades atingidas por empreendimentos eólicos. A iniciativa foi promovida pela Fiocruz e pela Universidade de Pernambuco (UPE), por meio do grupo de pesquisa Ventos para a Saúde, em parceria com a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e a Escola dos Ventos, com financiamento do edital Inova Fiocruz.

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Nota de pesar pelo falecimento de José Frei Leite Guarasugwe, último ancião de seu povo

José Frei Leite Guarasugwe fez sua passagem nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026

No Cimi

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) manifesta seu mais profundo pesar pela partida de José Frei Leite Guarasugwe, o último ancião do povo Guarasugwe, guardião de sua história e sabedoria ancestral.

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Mais de 15 mil famílias na capital paulista são beneficiadas após criação do Observatório das Comunidades pela Defensoria paulista

Em atuação desde outubro de 2025, o Observatório presta atendimento inicial coletivo para defesa do direito à moradia de comunidades vulnerabilizadas

Na DPESP

Desde outubro de 2025, mais de 15,4 mil famílias, moradoras de 76 comunidades em situação de vulnerabilidade, foram beneficiadas pelo Observatório das Comunidades, novo órgão da Defensoria Pública de São Paulo responsável pela defesa coletiva inicial do direito à moradia dessas coletividades na capital paulista.

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MPF discute questões ambientais e sociais em evento com comunidades tradicionais de Paraty (RJ)

Iniciativa Semana Verde abordou especulação imobiliária com ocupação irregular, pesca industrial predatória e empreendimentos sem licenciamento

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) participou da iniciativa Semana Verde em Patary (RJ), mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre as atividades, o MPF integrou a reunião “Grupo do Meio Ambiente Escuta”, voltada ao fortalecimento do diálogo com comunidades tradicionais da Costa Verde fluminense.

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Desastres hidrológicos expõem desigualdades em saúde no Brasil

Lívia Oliveira, na AFN

Enchentes, inundações e enxurradas já atingiram milhares de pessoas no Brasil, deixando perdas materiais, danos à infraestrutura e mortes. Um estudo que analisou desastres hidrológicos registrados no país entre 2000 e 2023, a partir de índices inéditos, mostra que as perdas humanas e os prejuízos à infraestrutura de saúde não se distribuem de forma uniforme no país, e seus impactos atingem com mais intensidade a Região Norte.

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O lulismo e os riscos de evitar os confrontos

Será mesmo verdade que o avanço da ultradireita nada tem a ver com a moderação excessiva do governo, e a frustração de suas bases? Uma análise político econômica dos governos de esquerda pós-2002 mostra que esta hipótese é no mínimo muito questionável

Por Guilherme Backes*, em Outras Palavras

Em artigo recentemente publicado, Edgar dos Anjos problematiza a possível relação causal entre a moderação reformista dos governos petistas e o fortalecimento da extrema direita no Brasil. Segundo ele, a principal explicação para o apelo popular do atual populismo de direita não encontra respaldo nas malogradas tentativas de conciliação dos Governos Lula e Dilma com as elites econômicas e políticas do País. A variável explicativa estaria, antes de tudo, na força reativa dessas elites contra quaisquer inflexões políticas que possam desencadear, ainda que timidamente, mudanças na estrutura social brasileira.

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Ensino noturno: como reinventar a escola pública?

Modalidade permitiu conciliar estudo e emprego, mas expôs precarização e criou o senso comum do “desinteresse escolar”. Sua crise ultrapassa limites do currículo. A escola do século XXI deve ir além de ampliar matrículas e reconstruir sentidos pertencimento

Por Roberto Rafael Dias da Silva*, em Outras Palavras

Poucos espaços educacionais revelam de forma tão explícita as contradições da democratização da educação brasileira quanto o ensino médio noturno. Historicamente associado às juventudes trabalhadoras, às trajetórias escolares interrompidas e às camadas populares urbanas, o noturno constituiu uma das principais estratégias de ampliação do acesso à escolarização no Brasil contemporâneo. Entretanto, sua expansão também tornou visíveis os limites de uma democratização frequentemente construída mais pela ampliação quantitativa das matrículas do que pela efetiva transformação das condições de permanência, aprendizagem e reconhecimento dos estudantes.

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Como costurar os fios da reforma psiquiátrica?

Há mesmo um “furo” no processo que transformou políticas de saúde mental no Brasil? Sem dúvida, é preciso reforçar a escuta às novas demandas da cidadania. Mas a aposta em reimaginar permanentemente o cuidado está no coração da luta antimanicomial

Por Cláudia Braga*, para sua coluna, em Outra Saúde

“A Reforma Psiquiátrica é processo político e social complexo, composto de atores, instituições e forças de diferentes origens, e que incide em territórios diversos, nos governos federal, estadual e municipal, nas universidades, no mercado dos serviços de saúde, nos conselhos profissionais, nas associações de pessoas com transtornos mentais e de seus familiares, nos movimentos sociais, e nos territórios do imaginário social e da opinião pública. Compreendida como um conjunto de transformações de práticas, saberes, valores culturais e sociais, é no cotidiano da vida das instituições, dos serviços e das relações interpessoais que o processo da Reforma Psiquiátrica avança, marcado por impasses, tensões, conflitos e desafios” (Brasil, 2005).

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