MPF/MA consegue a interrupção da atividade madeireira ilícita nas Terras Indígenas Caru e Araribóia

Nesta quinta-feira (23), operação da PF realizou interdições de serrarias clandestinas instaladas nos municípios de Arame, Amarante e Buriticupu

MPF/MA

Em resposta a três ações civis públicas propostas pelo Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA), a Polícia Federal (PF), em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), iniciou, nesta quinta-feira (23) a “Operação Maravalha”, que visa combater a extração, transporte e comercialização ilegal de madeira nas reservas indígenas Caru e Araribóia e reserva biológica do Gurupi, no sudoeste do Maranhão. Foram realizadas interdições de serrarias clandestinas nos municípios de Arame, Amarante e Buriticupu. (mais…)

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Moratória da soja: solução contra o desmatamento ou marketing corporativo?

Parte 9 – Após mais de uma década, pacto voluntário entre empresas e ONGs deixa dúvidas sobre eficácia em proteger a Amazônia.

Por Mauricio Torres, Sue Branford, The Intercept Brasil

Em 2014, a imprensa nacional e internacional noticiou com alarde a explosão do desmatamento na Amazônia. Naquele ano, uma área de floresta equivalente ao estado de Alagoas (27 mil km2) foi destruída, um aumento de mais de 100% em relação a 1997. Por trás dos números, a expansão da soja na região figurava como um grave vetor do desmatamento. (mais…)

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FAO deve reconhecer que plantações de monocultivos não são florestas!

Em 21 de março, Dia Internacional das Florestas, 200 organizações estarão relembrando à Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) de que sua enganosa definição de floresta, datada de 1948, deve ser alterada. Essa definição ultrapassada permitiu que a indústria de madeira, celulose, embalagens e papel escondesse os impactos ecológicos e sociais devastadores das grandes plantações de monoculturas de árvores, que estão por trás de uma imagem florestal positiva.

Por Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais (WRM) (mais…)

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Indígenas denunciam ameaças à conservação da reserva do Xingu

Áreas nos limites da unidade estariam sendo desmatadas para o plantio de soja

Jornal da Amazônia

Líderes das principais etnias que vivem no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, denunciaram, nesta semana, ameaças à unidade de conservação. Eles entregaram ao ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, um documento em que mostram preocupação com a expansão do agronegócio nas áreas limítrofes do parque e com as ameaças aos direitos das populações indígenas, como a possibilidade de redução das terras. (mais…)

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Justiça do MT decide: perdão do Código Florestal é inconstitucional

MPE recorre de condenação branda em primeira instância e desembargadora diz que lei não está em harmonia com a Constituição

De Olho nos Ruralistas

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Terceira Câmara Cível, chegou a uma decisão inédita que pode reverter a anistia aos desmatadores: o artigo 67 da  lei 12.651/12 (Código Florestal) é inconstitucional. O artigo trouxe uma espécie de perdão aos fazendeiros que tenham desmatado até 2008. (mais…)

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Madeireiros invadem floresta no Maranhão e intimidam indígenas Gavião

Na segunda-feira 6, um casal da etnia foi atropelado e morto por um caminhão madereiro. Leia o relato do antropólogo Maycon Melo sobre o caso

Por Felipe Milanez, no Carta Capital

O povo Gavião Pyhcop catiji (Pykobjê), no Maranhão, grita por socorro. Suas terras, assim como dos Kaapor, dos Guajajara, dos Áwa Guajá e de populações quilombolas e camponesas, estão sendo invadidas e saqueadas. (mais…)

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Nada é totalmente novo no Baixo Parnaíba Maranhense : Santa Rosa dos Garretos e o Movimento Mundial pelas Florestas

Por Mayron Régis, em 

Zequinha, morador da comunidade de Santa Rosa dos Garretos, município de Urbano Santos, presidia a associação do povoado na época do conflito entre os moradores e a família Garreto que, utilizando-se de pistoleiros, planejava expulsar quem morava na Santa Rosa para em seguida vender a propriedade para a Suzano Papel e Celulose. (mais…)

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Justiça ignora quilombolas e mantém certificação de extração de madeira

Por Vandré Fonseca, para o InfoAmazônia/OEco

O Ministério Público Federal (MPF) no Pará está travando na Justiça uma disputa contra duas madeireiras por propaganda enganosa. O órgão considera que a Ebata e a Golf não poderiam usar o selo FSC (Forest Stewardship Council), que certifica produtos socioambientalmente sustentáveis, por retirarem madeira de uma floresta no oeste do estado ocupada há décadas por comunidades quilombolas e ribeirinhos. O certificado foi concedido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), que se recusa a rever a decisão. As empresas não foram localizadas pela reportagem para comentar o processo. (mais…)

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Eucalipto: o deserto verde que ameaça a vida dos povos tradicionais do campo

A situação no estado do Maranhão se destaca pela quantidade de conflitos gerados pela expansão da empresa Suzano Papel e Celulose, que chegou na região em 2008

Por Leonardo Fernandes, da Página do MST 

A expressão usada para denominar a monocultura de eucalipto não poderia ser mais adequada: deserto verde. Isso porque entre os mais variados e agravados impactos socioambientais dessa prática, está o rápido desaparecimento de fontes de água nas regiões de plantio. Brasil afora, o MST vem travando grandes batalhas contra a ação predatória das empresas de celulose, responsáveis pela monocultura. (mais…)

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Cansados de esperar por PF e Funai, índios Uru-Eu-Wau-Wau decidem investigar grilagem de terra

Os guerreiros teriam capturado um homem não-indígena, o que aumentou a tensão dentro da reserva. Na imagem acima, área da terra Uru-Eu invadida

Por Elaíze Farias e Fábio Pontes, em Amazônia Real

Os índios Uru-Eu-Wau-Wau decidiram investigar a grilagem de terra no território indígena sozinhos, depois de esperar por quatro meses por uma ação da Polícia Federal, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério Público Federal (MPF) para expulsar os cerca de 5.000 invasores da reserva indígena, que fica no sul de Rondônia. Na terça-feira (14), um grupo de sete guerreiros partiu da aldeia Alto Jamari com destino ao loteamento clandestino aberto na localidade Linha 5, no município de Monte Negro (distante 250 km de Porto Velho). (mais…)

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