Aconteceu neste fim de semana em Salinas (Minas Gerais) o Encontro Estadual dos Atingidos pela Mineração. O objetivo da atividade foi possibilitar que os participantes conheçam e aprofundem seus conhecimentos sobre os conflitos gerados pelo modelo energético brasileiro, além de contribuir para fortalecer as lutas na região.
O encontro reuniu cerca de 100 pessoas de 30 municípios de seis regiões de Minas Gerais e três regiões da Bahia. Os participantes debateram questões conjunturais da política mineraria, além de possibilidades jurídicas de enfrentamento. O encontro ainda promoveu o intercâmbio entre os atingidos de diversas regiões, socializando suas lutas e conquistas.
“O encontro possibilita que regiões que já sofrem com os impactos da mineração se articulem com regiões onde a mineração está chegando. E possibilita fortalecer e unificar as lutas entre os atingidos contra a mineração” afirmou Alexandre Gonçalves, da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Para os organizadores do Encontro, Minas Gerais vem mantendo sua característica de exportador de comodites, enviando a preços baratos seus bens naturais para depois comprá-los como bens de consumo, mantendo ainda
suas características de colônia. Continue lendo… 'Atingidos pela mineração promovem encontro em Salinas (MG)'»
Servindi, 21 de mayo, 2012.- Dirigentes cajamarquinos anunciaron en Lima las medidas de protesta que realizarán en los próximos días, junto a organizaciones sociales de varias regiones del país, si hasta el 30 de mayo el Gobierno no declara inviable el proyecto minero Conga.
El viernes pasado, en una conferencia de prensa, los líderes cajamarquinos Milton Sánchez de la Plataforma Interinstitucional de Celendín, Eddy Benavides del Frente de Defensa de Hualgayoc e Idelso Hernández del Frente de Defensa de Cajamarca reafirmaron la posición de sus organizaciones en rechazo al proyecto minero.
Los representantes anunciaron la realización de una peregrinación en Cajamarca, del 21 al 29 de mayo, en la cual irán “provincia por provincia” convocando al paro.
Aposentada Adelaide de Jesus Morino, vizinha da fábrica da Eternit em Osasco, tem problemas de saúde como sequela do contato com amianto. Foto: Marcos Alves / Agência O Globo
Lino Rodrigues Danilo Fariello – Enviado especial – O Globo
SÃO PAULO e MINAÇU (GO) — As indenizações na Justiça para ex-trabalhadores da indústria do amianto estão mais frequentes e mais altas. Neste mês, a Justiça do Rio mandou pagar R$ 1,450 milhão à família de Maria de Lourdes Lima Vianel, que morreu de asbestose em 2000. Em São Paulo, atualmente, mais de 300 ações individuais tramitam na Justiça contra a Eternit, uma das primeiras a se instalar no ainda bairro paulistano de Osasco, em 1939. Em 1993, foi desativada, mas deixou um rastro de mortos e doentes. Muitos morreram sem saber que foram vítimas do pó branco-acinzentado que tomava conta da fábrica e seus arredores. Segundo a Eternit, em toda a história da produção no Brasil, há 300 casos de disfunção respiratória em decorrência da exploração e menos de cem processos de ex-trabalhadores. O amianto é utilizado na produção de telhas e caixas d’água. Continue lendo… 'O Brasil sem amianto: indenizações milionárias (+) Empresa reconhece que há doentes após 1980'»
Servindi – Compartimos el reporte televisivo sobre los abusos cometidos por efectivos de la Dirección de Operaciones Especiales (Diroes) que trabajan en las instalaciones de minera Antamina contra pobladores de Chipta (distrito de San Marcos, Huari, en Áncash).
Los testimonios fueron difundidos en el programa Radicales Libres de Canal 11, el jueves 17 de mayo. Los pobladores, que sufren constantes presiones y viven colindantes al área de explotación, han efectuado reiteradas veces la denuncia sin que hasta el momento intervengan las autoridades.
A Justiça determinou, nesta quinta-feira, a prisão de cinco suspeitos de envolvimento com a chamada “Máfia do Carvão”, no Norte de Minas, entre eles, um funcionário do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e ainda realizou busca e apreensão na sede de um dos maiores grupos de reflorestamento do Estado, a Replasa Reflorestadora S/A.
A empresa pertence ao grupo Itaminas, cujo controlador é o empresário Bernardo Paz, também dono do Museu do Inhotim, na Região Metropolitana da capital. Foram cumpridas medidas de busca e apreensão na Replasa, na sede do IEF de Salinas, e na residência dos investigados.
Cinco pessoas haviam sido presas. Segundo a PM, entre os detidos estão José Luis de Melo – gerente do IEF – e Jovercy Gomes Morais, ex-presidente da Cooperativa do Vale do Rio Pardo (Coopervap). A Cooperativa também foi alvo da operação, desencadeada pelo MP, com o apoio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente. A polícia apreendeu cinco armas de fogo, sem registro, computadores, cadernos e agendas, além de outros pertences. O golpe aplicado pode ter causado prejuízo de R$ 5 milhões aos cofres públicos. Os bens dos envolvidos foram bloqueados até o valor da fraude.
Mina de ouro a céu aberto da mineradora canadense em Paracatu
Estudo financiado pela Kinross Gold Corporation (NYSE:KGC; TSX: K) e realizado por uma equipe da Universidade de Lavras fornece novas evidências sobre a gravidade da contaminação ambiental causada pelas atividades da própria empresa em Paracatu (1)
Por Sergio U. Dani, de Heidelberg, Alemanha, 17 de maio de 2012
Os pesquisadores colheram amostras de solos em vários locais da mina de ouro a céu aberto da mineradora canadense em Paracatu. A quantidade de arsênio total nessas amostras variou entre menos de 18mg/kg nos solos da Reserva do Mundeu e 2666mg/kg na barragem de rejeitos.
A concentração de arsênio total na barragem de rejeitos variou entre 1065mg/kg e 2666mg/kg, uma das mais altas concentrações de arsênio em solos jamais reportadas na literatura científica. Em seguida, os cientistas trataram as amostras de solo com soluções químicas que reproduzem as condições prevalentes no trato gastrointestinal de uma pessoa. Continue lendo… 'Arsênio liberado pela Kinross em Paracatu já está bioaccessível, revela estudo'»
Servindi, 18 de mayo, 2012.- Los impactos de proyectos extractivos en comunidades Wayuu de Colombia y Venezuela fueron denunciados esta semana en el Foro Permanente para las Cuestiones Indígenas que se realizó del 7 al 18 de mayo de 2012, en New York.
Jayariyú Farías Montiel, fundadora y co-directora del periódico Wayuunaiki, de Venezuela, señaló que derrames petroleros afectan a los pueblos del oriente lo que daña el ecosistema de los ríos Tascabaña, Guanipa y Guarapiche, en la región guajira colombo-venezolana.
En Colombia la empresa minera Cerrejón pretende desviar 26 kilómetros del río Ranchería, principal afluente con el que cuenta el pueblo Wayuu, y de inapreciable valor material y espiritual “que no se puede valorar estética o económicamente” dijo Jayariyú.
Servindi, 18 de mayo, 2012.- Tras recoger el apoyo de organizaciones sociales del centro y sur del país, dirigentes de Cajamarca ofrecerán hoy en Lima una conferencia de prensa para informar sobre el paro regional que iniciarán el 31 de mayo contra el proyecto Conga.
El evento será hoy a las 12 pm, en el local de SITENTEL, y estará a cargo de los dirigentes Milton Sánchez de la Plataforma Interinstitucional de Celendín, Eddy Benavides del Frente de Defensa de Hualgayoc e Idelso Hernández del Frente de Defensa de Cajamarca.
En la exposición, los dirigentes explicarán la posición de las organizaciones sociales de Cajamarca respecto al peritaje internacional al proyecto Conga contratado por el Gobierno.
Asimismo, informarán sobre las jornadas de “resistencia pacífica” que vienen implementando en Cajamarca frente a la postura del Gobierno de apoyar la realización del proyecto minero.
Vídeo do Encontro dos Atingidos da BAMIN (Empresa ligada ao grupo cazaque ENRC), FIOL (Ferrovia de Integração Oeste/Leste construída para transportar minério de ferro da BAMIN (85%), clínquer, agrotóxico e grãos) e Porto Sul (Porto que será construído para exportar minério de ferro da BAMIN (85%), clínquer, agrotóxico e grãos- abrigará um porto privativo da BAMIN). Continue lendo… 'Encontro dos Atingidos pela BAMIN'»
Servindi, 16 de mayo, 2012.- Organizaciones indígenas, frentes de defensa y organizaciones macro regionales del Norte, Centro y Sur del país, acordaron iniciar el 31 de mayo un paro nacional indefinido en contra del proyecto minero Conga.
La medida acordada por el Frente de Defensa Ambiental de Cajamarca, será corroborada por la Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana (Aidesep), la Confederación Nacional Agraria (CNA) y la Confederación Nacional de Comunidades Afectadas por la Minería (Conacami).
Ello fue acordado durante la Asamblea Nacional de los Pueblos de Perú y del Tawantinsuyu, realizada el 6 de mayo en la ciudad de Lima, donde participaron organizaciones agrarias e indígenas de las macro regiones del norte, centro y sur del país.
Las organizaciones que se suman a la protesta exigen a la empresa Newmont y su filial Yanacocha en Cajamarca, desistir en la ejecución del proyecto Conga. También demandan al gobierno declarar la inviabilidad del proyecto.
“A salvação do Planeta está na sabedoria ancestral e na mobilização dos povos”
Nós, representantes de vários segmentos dos movimentos sociais do estado de Roraima, povos indígenas, mulheres, jovens, pescadores, trabalhadores rurais e urbanos, reunidos na cidade de Boa Vista nos dias 28 e 29 de abril para discutir as nossas formas de mobilização em relação à Conferência RIO+20 e nossa inserção nos espaços legítimos de participação da sociedade como a Cúpula dos Povos e o Acampamento Terra Livre, queremos manifestar nossas preocupações e propostas em relação a este momento crítico que estamos vivendo para a história da humanidade e a vida do nosso planeta Terra.
O modelo de desenvolvimento atual (valores, impactos e interesses)
O atual modelo de desenvolvimento econômico se caracteriza por um aumento da pressão sobre os territórios, os recursos naturais e a Natureza. Trata-se de um modelo que não é sustentável e transforma os bens comuns da Natureza e o próprio ser humano em mercadoria. Ele não condiz com a realidade da maioria da população, viola os direitos e é conivente com as violências contra os povos.
Hoje, o desenvolvimento econômico do Brasil, voltado à procura de um crescimento acelerado, passa pela Amazônia, e as consequências são pagas pelas pessoas que nela vivem. As políticas públicas para a Amazônia seguem a lógica do crescimento industrial e do agronegócio, consolidando uma grande aliança com as empresas transnacionais e as entidades financeiras multilaterais, em detrimento das políticas públicas demandadas pelas populações locais. Continue lendo… 'Roraima: Documento Final do Seminário Estadual Preparatório para a Conferência Rio+20'»
Servindi, 14 de mayo, 2012.- Saúl Juárez Flores es un extrabajador de Antamina despedido por la empresa minera a causa del agravamiento en su salud ocurrido durante el trabajo. En el programa Punto Final denuncia su caso.
“Chamamos de Racismo Ambiental às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma implacável sobre grupos étnicos vulnerabilizados e sobre outras comunidades, discriminadas por sua 'raça', origem ou cor”.