Posts tagged: preconceito

É pela paz que eu não quero seguir admitindo…Que o luto se faça luta

Por racismoambiental, 03/02/2012 17:59
Hoje foi um dia triste.

Choveu em Salvador. A polícia parou e o clima de insegurança começa a se instalar. O Pelourinho esteve mais silencioso do que de costume. Boa parte da equipe do Projeto Força Feminina estava em atividades externas.

Hoje foi um dia triste e senti um vazio.

Vazio porque hoje mais uma mulher morreu nessa cidade. Mais uma dentre várias. Hoje, mais uma mulher foi enterrada nessa cidade. Dentre várias. Hoje foi enterrada mais uma mulher que morreu por conta da violência contra as mulheres. Mais uma mulher foi espancada, violada… Mais uma mulher vítima de estupro – e isso não foi destaque na mídia nacional.

Ela era pobre, negra, não estudou, era usuária de crack, era prostituta. E o vazio no Pelourinho se fez eco… silêncio… ninguém gritou por essa morte. Nem mesmo sua filha, no enterro da mãe conseguia gritar… quem escutaria? Continue lendo… 'É pela paz que eu não quero seguir admitindo…Que o luto se faça luta'»

Jovem é agredido ao tentar defender morador de rua no Rio

Rodrigo Teixeira*

O estudante Vítor Suarez Cunha, 21, foi espancado na madrugada de quinta-feira (2), na Ilha do Governador, zona norte do Rio, ao tentar proteger um morador de rua que era agredido por cinco jovens.

Cunha estava com amigos na praia da Bica, por volta de 1h, quando viu a agressão. Segundo a Polícia Civil, ao se aproximar dos agressores, o jovem pediu que parassem e então se tornou alvo das agressões. A vítima afirmou em depoimento que levou chutes e socos no rosto e acabou caindo no chão. Cunha sofreu diversas fraturas na face.

Ao prestar depoimento na 37ª Delegacia de Polícia, um amigo do estudante, que testemunhou a ação, reconheceu dois dos agressores. As primeiras informações são de que o grupo era formado por jovens de classe média –dois dos suspeitos foram ouvidos ontem na delegacia e negaram as agressões.

*Do UOL, no Rio

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/02/03/jovem-e-agredido-ao-tentar-defender-morador-de-rua-no-rio.htm

Enviada por José Carlos.

Brasileiro é morto espancado em saída de casa noturna em Lisboa

Um brasileiro de 30 anos foi espancado e morto por ao menos cinco pessoas na saída de uma casa noturna, no último domingo (29), em Lisboa, em Portugal. O caso ainda está sendo investigado pela polícia portuguesa, mas ninguém foi preso.

Hemerson Pereira FortKamp deixava a boate Kapital com o primo André Luiz, 26, por volta das 7h30, quando ambos foram agredidos. FortKamp foi socorrido e encaminhado para um hospital da região, mas morreu. Seu primo conseguiu fugir dos agressores e sofreu apenas ferimentos leves.

Segundo a mãe de Hemerson, Antônia Monteiro Pereira, que vive em Portugal há 12 anos, o crime foi motivado por um desentendimento ainda no interior da boate Kapital.

Um jovem teria suspeitado que o brasileiro assediava uma garota ao cantar a música “Ai, se eu te pego”. Os rapazes discutiram e o agressor ameaçou Hemerson afirmando que eles se encontrariam lá fora.

Na saída do estabelecimento, então, Hemerson e o primo foram surpreendidos por três homens e duas mulheres. Os brasileiros correram, mas Hemerson caiu e passou a ser agredido inclusive com pedras e garrafas de vidro. Continue lendo… 'Brasileiro é morto espancado em saída de casa noturna em Lisboa'»

Africanos ainda tentam entender racismo da polícia no RS

Sagesse (esquerda) e Tibule conversaram com o Sul21 sobre a detenção a que foram submetidos | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Samir Oliveira

Quando vieram ao Brasil em busca de aperfeiçoamento profissional, Sagesse Ilunga Kalala, de 21 anos, e Tibule Aymar Sedjro, de 22 anos, pensavam que estavam desembarcando no país do futebol e das belas praias. Mal sabiam os dois africanos que, além de encontrar pessoas e aprender um novo idioma, iriam conhecer um pouco do que há de mais negativo no ser humano. Palavras como racismo, discriminação e preconceito passariam a integrar o vocabulário e o cotidiano dos dois jovens.

Sagesse, da República Democrática do Congo, e Tibule, do Benin, estão em Porto Alegre desde o início do ano passado para estudar português – etapa obrigatória de um convênio entre o governo brasileiro e países africanos, que em seguida deslocará os dois para a Universidade Federal do Rio Grande, onde cursarão, respectivamente, Biologia e Oceanologia.

Com quase um ano de Brasil, o português flui com relativa facilidade, ainda que com um indisfarçável sotaque francês. Deixam até escapar um “tri” de vez em quando.

Mas definitivamente essa não é a melhor expressão para qualificar o que aconteceu com os dois em solo gaúcho. Talvez ignorância e despreparo sejam duas palavras que caibam bem à atitude da policial militar que, na manhã de 17 de janeiro, apontou uma arma para Sagesse e Tibule dentro de um ônibus pelo simples fato de eles serem negros. Continue lendo… 'Africanos ainda tentam entender racismo da polícia no RS'»

Comissão de Anistia decide se filhos de exilados políticos podem ser indenizados

Pedro Peduzzi, Repórter da Agência Brasil

Brasília – Em 1970, com apenas 2 anos de idade, Ernesto Carlos Dias Nascimento foi banido do Brasil, acusado de ser “terrorista” e “subversivo” pelas forças de segurança do regime militar. Durante 16 anos ele viveu longe do país, acompanhando a avó, Tercina Dias de Oliveira, militante de esquerda perseguida pela ditadura. Assim como Ernesto, diversas crianças da época alegam ter sido punidas apenas pelo fato de serem filhos de presos e perseguidos políticos. Os casos dessas crianças começaram a ser julgados ontem (2) pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, em uma sessão especial dedicada a 24 processos similares.

“Fui banido do meu país por um decreto presidencial, aos 2 anos, após ser documentadamente acusado de terrorista e subversivo. Vivi fora entre 1970 e 1986 e, mesmo depois de retornar ao Brasil, sofri diversos tipos de preconceito por ter estudado em um país com o qual o Brasil [na época] não mantinha relações diplomáticas. Para conseguir emprego, tive de perder o sotaque e mentir, dizendo que havia estudado em Pernambuco”, disse Nascimento à Agência Brasil, momentos antes do início do julgamento.

Na ação, ele pede a validação do diploma de técnico em projetos mecânicos e ferramentas, obtido quando morava em Cuba, além de indenização. “Nós, que passamos por essa situação, sabemos o quão grande são as dificuldades vividas por diversos profissionais vindos de Cuba”, acrescentou. Continue lendo… 'Comissão de Anistia decide se filhos de exilados políticos podem ser indenizados'»

Governo alagoano pede perdão após 100 anos do ‘Quebra de Xangô’

Por racismoambiental, 01/02/2012 15:19

Daiane Souza

Há 100 anos, terreiros das religiões de matriz africana de Maceió foram completamente destruídos a partir de uma ordem governamental, resultando no maior massacre de babalorixás da história do Brasil. Para marcar o centenário do episódio, conhecido como Quebra de Xangô, o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, fará nesta quarta-feira, 1° de fevereiro, pedido de perdão oficial às comunidades de terreiros do estado.

O fato inédito de oficialização do perdão será registro de um momento importante para esta sociedade que teve sua cultura transformada pelo massacre de 1° de fevereiro de 1912. O pedido será um marco importante, não apenas para a população de afrodescendentes de Alagoas, mas à própria história do país, ainda carregada de preconceitos dos mais diversos, especialmente no que diz respeito ao negro.

Reflexão – Em 2008, por meio de uma lei estadual, a data foi instituída Dia Municipal e Estadual de Combate a Intolerância Religiosa de Matriz Africana. Em Alagoas, seguidores de religiões como a umbanda e o candomblé promovem atividades para reflexão em torno do direito de crença e culto previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Igualdade Racial. Continue lendo… 'Governo alagoano pede perdão após 100 anos do ‘Quebra de Xangô’'»

Cresce número de denúncias de racismo

Em um ano, São Paulo viu crescer 46,8% os casos de denúncias de crimes de racismo formalizadas à polícia

Plínio Delphino

O número de queixas sobre discriminação por  raça, cor, etnia e procedência nacional na Delegacia de Crimes Raciais e de Intolerância (Decradi) aumentou 46,8% de 2010 para 2011. Para o advogado Hédio Silva Júnior, um dos mais importantes líderes do movimento negro, ex-secretário de Justiça e acadêmico da Faculdade Zumbi dos Palmares, os índices revelam coragem. “Não é a sociedade que está mais racista. São os cidadãos estão cada vez mais lutando por seus direitos. Pela igualdade”, destacou.

Em 2010, a delegacia especializada registrou 32 casos de discriminação por cor ou origem, enquanto que no ano passado foram computadas 47 queixas nesse sentido.

A delegacia detectou no crime de injúria (que ofende verbal, por escrito ou até fisicamente a honra e a dignidade de alguém) o maior número de instauração de inquéritos policial em 2010. A maioria se tratava de ofensas relacionadas a raça e etnia (46 %). Continue lendo… 'Cresce número de denúncias de racismo'»

Sustentando a insustentabilidade: Comentários à Minuta Zero do documento base de negociação da Rio+20, por Carlos Walter Porto-Gonçalves

Por racismoambiental, 31/01/2012 19:19

Considerações iniciais

Há de se destacar as enormes dificuldades para se construir um documento capaz de abarcar toda a complexidade que a questão ambiental requer, em parte devidas aos contraditórios interesses nela implicados. Justamente por isso devemos estar atentos criticamente ao senso comum que vem tomando conta desse debate onde a vagueza conceitual e a falta de rigor filosófico e/ou científico impera e, assim, contribui para sua perpetuação. O documento sob análise não foge a essa regra. Nesta contribuição da AGB analisamos os principais fundamentos subjacentes às noções que pretendem dar sustentação à “Minuta Zero do documento base de negociação da Rio+20, enviado pela Coordenação Nacional da Rio+20”. Antes de qualquer outra coisa felicitemos a iniciativa da Coordenação nacional da Rio+20 de tornar público esse documento permitindo sua ampla discussão. Esperamos sejam devidamente consideradas nas etapas posteriores todas as contribuições recolhidas, assim como sua mais ampla divulgação.

Introdução: Sobre natureza do documento

O documento em apreço está dividido em 5 partes através de 128 itens. Uma delas, a primeira, é o Preâmbulo/Definição (Itens 1 a 5), e 3 partes são dedicadas aos diferentes níveis políticos (II- Renovando compromissos políticos (Itens 6 a 24); IV- Quadro Institucional para o Desenvolvimento Sustentável (Itens 44 a 62) e V- Quadro de Ação e Acompanhamento (Itens 63 a 128)) o que é coerente com o caráter político-diplomático do documento. Nesse sentido chama a atenção o fato de uma única parte não ser explicitamente política, a parte III- Economia Verde no contexto do Desenvolvimento Sustentável e erradicação da pobreza (Itens 25 a 43). E mais atenção chama ainda o fato dessa única parte não explicitamente política vir acompanhada de um argumento de caráter moral de “erradicação da pobreza” que vem fazendo parte do novo léxico político e de uma nova governança global, conforme veremos mais adiante. Continue lendo… 'Sustentando a insustentabilidade: Comentários à Minuta Zero do documento base de negociação da Rio+20, por Carlos Walter Porto-Gonçalves'»

ES – morador de rua é queimado vivo e tem 60% do corpo afetado

Eliana Gorritti

Um morador de rua foi queimado vivo na segunda-feira no bairro Valparaíso, em Serra, região metropolitana de Vitória (ES). Segundo a polícia, André Pereira da Silva, 38 anos, teve 60% do corpo queimado.

Também segundo a polícia, André teria sido abordado por um homem que se passou por policial. Ele foi sequestrado e obrigado a deitar no chão. O suspeito então jogou álcool no corpo da vítima, ateou fogo e fugiu.

De acordo com testemunhas, ele chegou a correr com o corpo em chamas e deixou as roupas queimadas pelo caminho. A vítima foi socorrida pela Polícia Militar e levada para o Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Dório Silva, também localizada no município da Serra. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa), o estado do morador de rua é estável, mas grave.

O Conselho Estadual dos Direitos Humanos divulgou uma nota sobre o fato e criticou a violência contra os moradores de rua. Na nota, o conselho disse que vai acompanhar as investigações, exigindo a responsabilização dos acusados.

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/01/31/es-morador-de-rua-e-queimado-vivo-e-tem-60-do-corpo-afetado/#.TyhDaGvMbbQ.gmail

Racismo é questão social e não um “desvio psicológico”

Enviado por luisnassif

Por Weden
Racismo: O Brasil precisa acertar os ponteiros

O artigo do The Economist sobre a frágil criminalização do racismo no Brasil já é um indício importante de que o mundo começa a desconfiar de que o país é negligente em relação a esta questão. Em outras palavras, não somente aqui dentro, mas também lá fora, a fantasia da democracia racial não se sustenta mais.

Já escrevemos sobre isso, mas não custa repassar a hipótese de que, em relação ao racismo, já vivemos três fases, e precisamos caminhar para a quarta.

A primeira foi a prática do racismo de Estado, durante a escravidão (e mesmo depois da Abolição), quando a discriminação e a violência eram “legitimadas em lei” (ainda que pese a redundância). Naquele momento, o tráfico e a exploração (econômica, física, sexual) de crianças e mulheres, além dos próprios homens, era vista como natural à sociedade. Continue lendo… 'Racismo é questão social e não um “desvio psicológico”'»

Conselheiros da igualdade racial definem plano de trabalho para 2012

Conselheiros pretendem definir, até hoje, um planejamento para a 3a Conapir

O monitoramento do Estatuto e do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial estão entre as ações propostas para a atuação do órgão este ano

As prioridades e o cronograma de trabalho do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR) estão sendo decididos hoje (31), em Brasília, durante a 33ª reunião ordinária do órgão colegiado da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Entre as propostas de atuação até dezembro, estão o monitoramento da Lei 12.288/10, que institui o Estatuto e o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). Os conselheiros pretendem definir também um planejamento para a 3ª Conferência sobre a temática, prevista para ocorrer em 2013.

Outra proposta prevê o monitoramento da implementação do orçamento do governo para a igualdade racial, tendo como base a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA 2012) e o Plano Plurianual (PPA 2012-2015). Em tramitação no congresso, que retoma as atividades nesta quarta-feira (1°), o PPA é o documento que orienta as ações do governo nos próximos quatro anos. Primeiro a ser elaborado sob a vigência do Estatuto da Igualdade Racial, o PPA 2012-215 incorpora 25 programas temáticos, que se desdobram em 63 objetivos com alguma meta ou iniciativa em que a promoção da igualdade racial é menciona de forma explícita. Continue lendo… 'Conselheiros da igualdade racial definem plano de trabalho para 2012'»

Ceará, 8 de março: Dia Internacional das Mulheres de “Combate ao Racismo e à Discriminação”

Neste final de semana (27-29/01/2012), o Fórum Cearense de Mulheres/AMB realizou seu planejamento para 2012. Dentre as ações prioritárias para este ano, está a organização do 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres, numa perspectiva política, crítica e de luta. Dado o pouco tempo para organizar esta ação (devido ao carnaval), tiramos alguns encaminhamentos: escolhemos como eixo político de nossas ações neste 8 de Março o “Combate ao racismo e à discriminação”, com foco nas mulheres negras e índias, morenas, mulatas, cor de jambo, marrom-bombom e todas aquelas que enfrentam no cotidiano as discriminações e desigualdades geradas e geradoras do racismo.

Entendemos o racismo como um sistema de dominação que, aliado ao patriarcado e ao capitalismo, marca e penaliza a vida da maior parte das populações ao mesmo tempo em que institui sistemas de privilégios “naturalizados” na democracia burguesa, por sua vez marcada pela branquitude enriquecida.

No Brasil, sob o mito da democracia racial, tenta-se mascarar o racismo que, entretanto, teima em se manifestar das mais diversas formas: nas atitudes individuais; no racismo institucional, presente fortemente nos serviços de saúde, na segurança pública, no poder judiciário e no sistema educacional; na reprodução cotidiana de múltiplas desigualdades, violências, interdições e iniqüidades; ou no racismo ambiental, cuja grandes expressões, a título de exemplo, são a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará; as intervenções autoritárias, higienistas e elitistas nas cidades brasileiras para  realização da COPA-2014;  a Siderúrgica do Pecém e os grandes empreendimentos turísticos e imobiliários, aqui no Ceará. Por isso (e muito mais), entendemos ser fundamental que o conjunto dos movimentos sociais e organizações da sociedade civil, comprometido com a construção de “um outro mundo possível”, tome a luta contra o racismo também como elemento central de suas/nossas ações. Continue lendo… 'Ceará, 8 de março: Dia Internacional das Mulheres de “Combate ao Racismo e à Discriminação”'»

Governo Alckmin é condenado por racismo

Material distribuído por professora da rede pública a alunos associava a cor negra ao demônio; indenização será de R$ 54 mil a família que se sentiu atingida

Fernando Porfírio _247 - O governo paulista foi condenado por disseminar o medo e a discriminação racial dentro de sala de aula. A decisão é do Tribunal de Justiça que deu uma “dura” no poder público e condenou o Estado a pagar indenização de R$ 54 mil a uma família negra. De acordo com a corte de Justiça, a escola deve ser um ambiente de pluralidade e não de intolerância racial.

O Estado quedou-se calado e não recorreu da decisão como é comum em processos sobre dano moral. O juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara da Fazenda Pública, a quem cabe efetivar a decisão judicial e garantir o pagamento da indenização, deu prazo até 5 de abril para que o Estado dê início à execução da sentença.

O caso ocorreu na capital do Estado mais rico da Federação e num país que preza o Estado Democrático de Direito instituído há quase 24 anos pela Constituição Federal de 1988. Uma professora da 2ª série do ensino fundamental, de uma escola estadual pública, distribuiu material pedagógico supostamente discriminatório em relação aos negros. Continue lendo… 'Governo Alckmin é condenado por racismo'»

Programação feita por Ricardo Álvares, utilizando uma versão modificada do tema Panorama, criado por Themocracy.