Nota Pública das Pastorais do Campo: Omissão e impunidade geram mais um massacre no campo

As Pastorais do Campo do Brasil divulgam Nota Pública sobre o Massacre de Colniza em que destacam que “o assassinato destes companheiros não significa simplesmente uma violência contra cada um deles, mas também contra suas famílias, contra a comunidade de Taquaruçu e contra toda a humanidade. Um ataque direto à luta pela terra, pelos territórios, pela água, pelo trabalho, à luta por todos os direitos e pela dignidade das comunidades e dos povos do campo”.

Na CPT

“Mas você não tem olhos nem coração,
a não ser para seu lucro,
para derramar sangue inocente
e para praticar a opressão e a violência”.
(Jr 22, 16-17) (mais…)

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Secretaria de Justiça do MS mobiliza 200 homens e Exército para apreender armas de brinquedo em aldeia indígena

Operação contou com Polícia Militar, Civil e Exército

Por Anny Malagolini, no Midiamax

A Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) deflagrou na madrugada de hoje, 25 de abril, ‘força-tarefa’ para cumprir 14 mandados de busca e apreensão na aldeia Tey’iKue, em Caarapó – a 273 quilômetros de Campo Grande. No local foram encontradas duas armas de brinquedo (Simulacros), munição usada e um coldre vazio (estojo para arma). (mais…)

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Mobilizados pela Sobrevivência

Por Renato Santana, jornalista do Cimi, Especial para o Le Monde Diplomatique

Um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) voltou a tramitar na Câmara Federal. Entre os mais de 100 envolvendo a questão indígena, a matéria em destaque pretende sustar a demarcação da Terra Indígena (TI) Taego Ãwa, do povo Avá-Canoeiro do Araguaia (TO). A Portaria Declaratória do Ministério da Justiça, publicada em 11 de maio de 2016, garantiu a posse do território ao povo impedido de forma violenta, na década de 1970, a manter a sua escolha pela condição de livre. Depois de retirados à força da Mata Azul, os indígenas foram enjaulados, expostos para visitação pública, boa parte morreu de doenças alheias à vida longe da sociedade branca e os remanescentes acabaram entregues aos Javaé – ocupantes de uma terra vizinha ao território Avá-Canoeiro. Tutawa Ãwa, ancião capturado ainda jovem pela frente de atração da Fundação Nacional do Índio (Funai), morreu em 2015 sem ao menos ter o direito de ser enterrado no último refúgio de seu povo antes do trágico contato: o Capão de Areia. (mais…)

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Indígenas Kaingang bloqueiam rodovias no RS em protesto ligado às ações do ATL/2017

Cimi

Indígenas Kaingang bloquearam nesta segunda-feira, 24, a BR-386, na altura do município de Iraí, norte do Rio Grande do Sul. A RS-343 também foi fechada pelos Kaingang, nas proximidade de Vicente Dutra, mais a noroeste do estado. Os protestos reuniram cerca de 700 indígenas nas rodovias durante 8 horas. Outros movimentos foram realizados pelos Kaingang hoje: na Terra Indígena Serrinha, município de Ronda Alta, e Terra Indígena Campo do Meio, município de Gentil. (mais…)

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“Ruralistas têm respaldo para fazer o que quiserem” diz Comissão Pastoral da Terra

IHU On-Line

O conservadorismo do Congresso e do governo golpista de Michel Temer são elementos decisivos para o aumento do número de homicídios em conflitos do campo. É o que analisa Antônio Canuto, secretário da Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra, a CPT, que comentou com a Radioagência Brasil de Fato o recente homicídio do militante do MST Silvino Nunes Gouveia e o massacre de Colniza. (mais…)

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Marun vai tentar pela segunda vez emplacar dirigente da Funai em MS

Deputado federal aguarda escolha do próximo presidente da Funai para refazer sugestão Paulo Rios para coordenadoria na Capital

Por Richelieu de Carlo, Campo Grande News

Com a demissão do presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Antônio Fernandes Costa, aumentam as chances de Paulo Rios Júnior, que já foi assessor do deputado federal Carlos Marun (PMDB), de assumir o comando do órgão em Mato Grosso do Sul. (mais…)

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Relatório da CPI do Cimi no MS é arquivado, mas ruralistas o desejam incluso na CPI da Funai/Incra

Cimi

No advento dos 45 anos completos neste 23 de abril, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem a alegria de informar o arquivamento, por parte do Ministério Público Estadual (MPE) e Ministério Público Federal (MPF), do Relatório Final produzido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cimi na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul. (mais…)

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