A segurança pública chegou ao centro da eleição de 2026, mas o programa de Flávio Bolsonaro ignora o SUSP e aposta na barbárie do abate e da vigilância sem regulação
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As eleições de 2026 trouxeram uma novidade no cenário eleitoral, que foi deslocar o debate sobre segurança pública para o centro da pauta. Diferentemente de eleições anteriores, em que a falta de propostas e respostas convidava à omissão sobre o assunto – gerador de muitos ônus e nenhum bônus –, neste ano ele foi assumido por todos os concorrentes. O pretexto de se tratar de competência prioritária dos estados não dispensou os candidatos presidenciais de se posicionar.
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