Congresso: Por onde avançam as bancadas religiosas

Pauta da “retidão moral” sob mando masculino aglutina 40% dos parlamentares. É incentivada por igrejas fundamentalistas, que avançaram no terreno de devastação da democracia e desencanto com a política. Mas há brechas: fé não significa submissão como destino

Por Denise Mantovani*, em Outras Palavras

A extrema direita como fenômeno global e multifacetado

Desde as primeiras décadas do século XXI, observa-se, em diversas regiões do Ocidente, a consolidação de uma política antidemocrática marcada pelo crescimento da extrema direita em múltiplos setores da sociedade. Trata-se de um fenômeno mundial, heterogêneo em suas expressões nacionais, mas dotado de traços comuns que permitem compreendê-lo como parte de uma mesma racionalidade política e cultural. Em muitas regiões do mundo (inclusive no Brasil e outras regiões das Américas) forças de extrema direita chegaram ao poder em regimes de democracia liberal. Discursos sustentados pelo ódio ao outro, valorizando sentimentos de supremacia étnica e racial, de cunho racista e xenófobo contra a população negra, indígena, migrante. Discursos de afirmação e poder sustentados pela violência, pelo uso da força contra mulheres e crianças, contra populações vulneráveis que vivem em territórios disputados pelo crime organizado; discursos que desprezam a realidade de famílias em situação de precarização social (em sua maioria chefiadas por mulheres).

Uma realidade vivenciada no Brasil e em diversas partes do mundo, onde a racionalidade neoliberal da exclusão e das violências se entrelaçam com novos arranjos e configurações conservadoras que rechaçam as conquistas por direitos das mulheres, da população LGBTQIA+ em alianças com o autoritarismo armamentista, o punitivismo, grupos religiosos e não religiosos conservadores que defendem a moral tradicionalista em defesa da família tradicional heteropatriarcal. São movimentos políticos que não são novos, mas se reaglutinam em torno de uma “nova ordem” que se coadunam com interesses econômicos cada vez mais concentrados num sistema “canibal” (Fraser, 2024) que vem devorando a democracia, o cuidado com as pessoas e o ambiente e cada vez concentra mais a riqueza nas mãos de muito poucos, eliminando direitos, precarizando a vida, o trabalho, ampliando as violações de direitos, desmontando o Estado Social.

Apesar das diferenças históricas e institucionais entre países capitalistas, esses movimentos compartilham uma visão de mundo profundamente alinhado ao neoliberalismo. O individualismo radical, a meritocracia como narrativa justificadora das desigualdades (“eu me fiz sozinho”), a ostentação como símbolo de sucesso e o rechaço sistemático à alteridade constituem elementos centrais dessa lógica. Trata-se de uma perspectiva excludente, que naturaliza privilégios e transforma desigualdades estruturais em falhas individuais. E família tradicional, o enfrentamento à violência doméstica (com leis punitivistas) e a politização do religioso (MACHADO, VAGGIONE, BIROLI, 2020) vão se reconfigurando como estratégias discursivas para ocupar os espaços de deliberação política, como o parlamento, para maximizar agendas reativas aos avanços de políticas sexuais, de gênero e da família (idem, 2020) com grande impacto na formulação, revisão e aprovação de leis e implantação de políticas públicas.

A ascensão da extrema direita não ocorre no vazio. Ela é alimentada por fatores históricos e conjunturais que se combinam de forma explosiva: o racismo e a xenofobia, voltam a ser legitimados em discursos públicos; a aversão crescente aos sistemas democráticos liberais; a aliança entre extremismos religiosos e projetos nacionalistas supremacistas; e, sobretudo, o aprofundamento da crise do capitalismo global desde 2008. A agenda do capital especulativo internacional impõe reformas que fragilizam legislações trabalhistas, desmontam políticas públicas e corroem o Estado Social. O resultado é a precarização generalizada da vida, que se expressa no trabalho instável, na insegurança material e no esvaziamento das perspectivas de futuro — especialmente para jovens, mulheres e populações racializadas.

Precarização da vida, produção do medo e subjetividades autoritárias

A precarização da vida não é apenas um fenômeno econômico; ela produz efeitos profundos na subjetividade. O medo e a incerteza gerados pela instabilidade permanente alimentam sentimentos de autopreservação, ameaça e ressentimento. Como analisa Wendy Brown (2019), trata-se de uma “produção subjetiva neoliberal”, na qual indivíduos são levados a competir entre si, internalizando o fracasso como culpa pessoal.

É nesse terreno que prosperam sentimentos autoritários e destrutivos em relação ao “outro”. Nacionalismos excludentes, discursos fascistas e posições segregacionistas são socialmente construídos a partir da instrumentalização da raiva e do ódio de sujeitos que tiveram suas vidas precarizadas. Muitos se percebem abandonados economicamente e ressentidos racialmente, especialmente em sociedades marcadas por hierarquias coloniais não superadas. O migrante que “rouba” seu emprego, as mulheres que “disputam” salários e empregos e o ataque às políticas de equidades de gênero, raça e diversidade sexual; o tradicionalismo e a “retidão” moral, a defesa da família tradicional em choque com movimentos sociais crescentes em busca de justiça, direitos e reparação: negros, indígenas, mulheres, pessoas não binárias, homossexuais, ambientalistas, entre outros grupos sub-representados na política, mas amplamente majoritários socialmente tornam-se “o outro” a ser destruído, ridicularizado, tratado como “minoritários”.

Nancy Fraser denomina esse estágio como “capitalismo canibal”: um sistema que devora as próprias bases sociais que o sustentam, ao mesmo tempo em que desloca conflitos estruturais para guerras culturais e morais. Assim, ataques aos valores democráticos, civilizatórios e humanistas tornam-se frequentes, acompanhados da demonização do social e do político.

A moral tradicionalista — centrada na família heteronormativa, branca e patriarcal — emerge como um ideal supostamente ameaçado. Essa visão de mundo estruturado no pensamento cristão conservador é um elemento central para destacar este novo momento de coalizões políticas de extrema direita. Ela opera como eixo organizador desses grupos, unificando-os em torno de uma agenda que se apresenta como defensiva, mas que, na prática, legitima racismos, misoginias e posicionamentos supremacistas sustentados num arcaísmo colonialista escravocrata e patriarcal. O movimento é reacionário porque estabelece um “ideal a ser recuperado”, que nunca existiu, de fato. E que combate os avanços de inclusão social e política (ainda que insuficientes) trazidos por movimentos feministas, antirracistas, direitos LGBTQIA e ambientalistas em torno de equidade de gênero, raça e diversidade. Essas novas estratégias têm objetivos definidos: restringir as conquistas plurais e reposicionar o Estado em torno retrocessos que redefinem normas e leis que passam a ser desvantajosas para os direitos das mulheres e das maiorias sociais sub-representadas.

O controle sobre a reprodução e a sexualidade, a defesa da família tradicional, hierárquica sob o “mando” masculino torna-se um valor a ser preservado em contraposição aos avanços de uma educação baseada no respeito às diferenças, voltada para a equidade de gênero, racial e sexualmente diversa. Esta reação conservadora está profundamente enraizada nas visões de mundo em que o papel do Estado social é cada vez menor, devolvendo às famílias as obrigações com o cuidado, educação e saúde, dos seus integrantes.

Gênero, moralidade e revolução digital

Uma democracia secular liberal autoriza a proteção dos valores religiosos como um direito individual, mas limita esses direitos à legislação secular que protege o direito individual de crença. Ao mesmo tempo, é o Estado secular que protege o interesse coletivo, público, de respeitar as liberdades individuais de crença e louvor, sem que essas perspectivas se imponham como regra para terceiros. Seja para garantir a liberdade de expressão da diversidade religiosa, seja para garantir o direito e a autonomia das mulheres ao próprio corpo, à sua sexualidade e vida reprodutiva. No entanto, o que tem se observado nesta atualização conservadora é que a estratégia legal está aliada a valores cristãos tradicionalistas. A batalha em torno do aborto é reveladora do quão política e instrumentalizada está a atuação do campo religioso e não religioso conservador no parlamento brasileiro em relação ao combate à igualdade de gênero, aos direitos sexuais e reprodutivos e à diversidade sexual. E como ocupam lugar central na agenda da extrema direita.

Esses ataques se intensificam no contexto da revolução digital, em que algoritmos amplificam discursos de ódio, incentivam a cultura do confronto e minam valores fundamentais da cidadania democrática, como o diálogo, a solidariedade e o respeito ao voto consciente.

Esse ambiente é agravado pela presença crescente da violência armada, do crime organizado, das milícias e do militarismo, especialmente em territórios periféricos urbanos, áreas rurais, regiões de fronteira e florestas. A combinação entre armas, extremismos de direita e política institucional cria um cenário particularmente ameaçador para mulheres, população negra, indígenas e LGBTQIA, +. Embora heterogêneos, grupos de extrema direita se aglutinam em torno da percepção de um inimigo comum. A história política e social é reveladora do quanto o corpo das mulheres é esse “inimigo comum”, que é reificado e transformado em objeto de controle e poder de hierarquias religiosas, do Estado e das ideologias supremacistas masculinistas.

A extrema direita no Brasil: autoritarismo estrutural e bolsonarismo

No Brasil, a reinserção da extrema direita na política institucional ganhou força com a eleição de Jair Bolsonaro em 2018 e se consolida com o avanço da representação parlamentar da extrema direita em 2022. O mesmo pleito que deu a vitória ao presidente Luís Inácio Lula da Silva, do campo progressista, elegeu um parlamento majoritariamente conservador e de direita ampliando, também, a representação de defensores de agendas da extrema direita. Do ponto de vista partidário, as siglas que elegeram, em 2022, as maiores bancadas estão nas posições de direita e extrema direita na Câmara Federal (a única exceção pela esquerda foi o Partido dos Trabalhadores, com 69 deputados e deputadas): Partido Liberal (99 deputados); União Brasil (59 deputados); Partido Progressista (47 deputados); Republicanos (41 deputados), chegando a 246 deputados (48% dos 513 deputados federais) (MANTOVANI, et.al, 2023). De acordo com o estudo sobre o perfil do Congresso eleito em 2022, são esses os partidos que abrigam a maioria de eleitos com posições conservadoras, defensores do armamentismo, de regimes autoritários, religiosos de posições antigênero, contrários aos avanços democráticos relacionados à igualdade de gênero, direitos sexuais e reprodutivos e à laicidade do Estado.

Outro dado colhido na análise dos perfis dos eleitos em 2022 no Instagram: a perspectiva religiosa. Dos 513 deputados federais eleitos, 63% deles/delas (323 parlamentares) declararam relação ou vínculo com alguma perspectiva religiosa. Desse grupo, 46% (152 deputados/as) apresentavam-se como católicos, 28,8% (95 deles) apresentavam-se em suas redes como cristãos/cristãs sem vincular com alguma denominação específica, 24,6% (81 deputados/as eleitos) apresentavam-se como evangélicos, em alguns casos apresentando a denominação a qual pertenciam. Dos 513 deputados eleitos, somente uma deputada declarou seu vínculo com tradições religiosas de matriz africana. No senado, dos 81 senadores observados, 56% (45 senadores) declararam algum vínculo com alguma matriz religiosa cristã.

Embora heterogêneos, esses grupos se aglutinam em torno de dois grandes polos: o libertarianismo neoliberal, que prega o Estado mínimo e naturaliza o trabalho precarizado como liberdade; e os grupos autodefinidos como defensores da pauta religiosa, que ganharam força na representação política institucional desde os anos 1990 com o avanço de lideranças pentecostais, mas também segmentos católicos tradicionalistas.

Esses grupos atuam em alianças estratégicas, frequentemente em articulação com atores internacionais, inclusive setores do Vaticano (CORRÊA, 2018). O avanço dos direitos humanos e da diversidade é apresentado como ameaça à “família tradicional”, reforçando pânicos morais e legitimando violências simbólicas e materiais.

De acordo com Mantovani, et.al (2023) a aproximação entre grupos armamentistas e religiosos extremistas representa cerca de um terço da Câmara dos Deputados na Legislatura 2023-2026, enquanto a aliança entre agendas neoconservadoras e fundamentalistas que combatem a igualdade de gênero alcança mais de 40% do parlamento. As redes sociais, com suas bolhas de ódio e fake news, intensificam esse cenário, especialmente em temas como aborto, violência sexual e direitos das mulheres.

Feminismo, diálogo e alianças interseccionais

Nesse contexto, os feminismos enfrentam desafios internos e externos. De um lado, sofre ataques constantes, caricaturado como radical e intolerante. De outro, precisa reconhecer que parte de suas linguagens e práticas se distanciaram das vivências de muitas mulheres, especialmente aquelas que se entendem como conservadoras, religiosas ou, ainda, aquelas que desempenham atividades de cuidado reprodutivo de suas famílias e do trabalho doméstico não remunerado, o que produz uma importante assimetria econômica e, em muitos casos, impossibilitam que elas consigam romper ciclos de violências que se impõem sobre si e seus filhos.

É fundamental afirmar que fé não é incompatível com a luta das mulheres. Nem todas vivenciam a submissão como algo natural, e o preconceito contra feministas e as lutas feministas cria barreiras que precisam ser rompidas. O diálogo com mulheres não radicalizadas, mas conservadoras, é estratégico para ampliar alianças e enfrentar a captura da agenda de direitos pela extrema direita com um discurso em defesa de uma moral reprodutiva e matrimonial hierárquica, de rejeição à diversidade sexual e de revisão reacionária de conquistas regulatórias fruto das lutas feministas ao longo do século XX no campo do direito e da formulação de leis.

As redes sociais desempenham papel central nesse processo de reação conservadora e de extrema direta contra a vida das mulheres. Fake news e campanhas de desinformação criminalizam o aborto, incentivam violações e estupros virtuais e negam a violência sexual — especialmente contra meninas e mulheres —, além de reforçar estereótipos de radicalismo e destruição sobre o feminismo que utilizam o medo e a incerteza como ferramentas políticas.

Nesse contexto, figuras como Michelle Bolsonaro emergem como herdeiras políticas de um pensamento de extrema direita (onde o bolsonarismo tornou-se o elo de coesão dessa multiplicidade de interesses) que se ancora fortemente no campo religioso antifeminista, mobilizando valores tradicionalistas e assimétricos com a promessa de restauração da paz e da prosperidade da família tradicional.

O feminismo, por sua vez, enfrenta um duplo desafio. De um lado, é alvo constante de ataques, caricaturado como intolerante, radical e desconectado da “vida real”. De outro, precisa reconhecer que, em alguns momentos, suas linguagens e estratégias se distanciaram das vivências de muitas mulheres — especialmente daquelas que se identificam como conservadoras, religiosas ou ainda as mais vulneráveis economicamente, que dependem de benefícios para garantir o mínimo de sustento aos seus dependentes. Ou ainda, por dificuldades econômicas, não conseguem romper os ciclos de violência cotidiana de relações abusivas e violentas.

É fundamental afirmar que fé e luta das mulheres não são incompatíveis. Nem todas as mulheres vivenciam a submissão como destino, mesmo em contextos religiosos. O preconceito contra o feminismo e contra feministas cria barreiras que precisam ser enfrentadas com diálogo, escuta e construção de pontes — sem abrir mão de princípios.

A extrema direita tem tentado se apropriar de pautas comuns às mulheres, ressignificando esses discursos a partir de abordagens conservadoras e moralizantes. Questões como violência doméstica, hierarquias de gênero, estupro de meninas e mulheres, gravidez indesejada, responsabilidades individuais sobre o trabalho reprodutivo e de cuidado enquanto o Estado diminui políticas sociais, são alguns exemplos.

Por isso, ampliar alianças é urgente. Agendas como o enfrentamento das violências de gênero e raciais; a defesa da remuneração do trabalho doméstico e do cuidado para as mulheres (para além do auxílio financeiro à família), o fortalecimento da autonomia das mulheres, seja econômica, patrimonial, educacional com políticas de Estado voltada para as mulheres, a valorização do trabalho doméstico como atividade produtiva, a educação antirracista, anti-homofóbica nas escolas baseada no respeito às diferenças constituem agendas que podem fortalecer a presença das lutas feministas emancipatórias às realidades concretas da maioria das mulheres e são pontos de conexão fundamentais.

As alianças interseccionais são indispensáveis. Machismo e racismo aprofundam vulnerabilidades; machismo e homofobia intensificam a violência contra mulheres lésbicas e trans; e a condição socioeconômica agrava todas essas desigualdades, especialmente em territórios periféricos urbanos e rurais.

Considerações finais

A ascensão da extrema direita representa uma ameaça concreta à democracia e aos direitos das mulheres. Enfrentá-la exige compreender suas raízes estruturais no neoliberalismo, no machismo e no racismo, mas também exige um feminismo capaz de dialogar, ampliar alianças e disputar sentidos na sociedade. Defender a democracia, hoje, é também defender a vida, a dignidade e a pluralidade das experiências femininas em toda a sua diversidade.

Referências


BIROLI, Flávia; MACHADO, Maria das Dores; VAGGIONE, Juan. Gênero, neoconservadorismo e democracia: disputas e retrocessos na América Latina, 1ª ed., São Paulo, Boitempo, 2020.

BROWN, Wendy. Nas ruínas do neoliberalismo. A ascensão política antidemocrática no ocidente, São Paulo, Editoria Filosófica Politeia, 2019.

CORREA, Sonia. A política do gênero, um comentário genealógico. Cadernos Pagu, (53), 2018, disponível em https://www.scielo.br/j/cpa/a/vwdzHh6pHS6ZBVskqfLrqrg/?lang=pt

COSTA, Beatriz Della Costa; ROCHA, Camila; SOLANO, Esther. Feminismo em Disputa: um estudo sobre o imaginário político das mulheres brasileiras, 1ª ed, São Paulo; Boitempo, Instituto Update, 2022.

DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo. Ensaio sobre a sociedade neoliberal, 1ª edição, São Paulo, Boitempo, 2016.

FRASER, Nancy. Capitalismo Canibal: como nosso sistema está devorando a nossa democracia, o cuidado e o planeta e o que podemos fazer a respeito. Trad: Aline Scatola, São Paulo, Autonomia Literária, 2024

LACERDA, Marina Basso. O novo conservadorismo brasileiro: de Reagan a Bolsonaro, Porto Alegre: Zouk, 2019.

LOWI, Michel. Conservadorismo e extrema-direita na Europa e no Brasil. Revista Serv. Soc.Soc., São Paulo, n. 124, p. 652-664, out./dez. 2015, disponível em https://www.scielo.br/j/sssoc/a/MFzdwxKBBcNqHyKkckfW6Qn/abstract/?lang=pt

MACHADO, Maria das Dores Campos; BURITY, Joanildo. A Ascensão Política dos Pentecostais no Brasil na Avaliação de Líderes Religiosos, Revista DADOS, vol.57, n.3, 2014, p: 601-631. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/218/21832526002.pdf

MANTOVANI, Denise; BELANÇON, Milena; BARBOSA Maíres; MESQUITA, Mari. Das ruas para o parlamento: como pensam o gênero deputados e senadores da 57ª Legislatura do Brasil (2023-2026) – Artigo encomendado pelo Centro de Estudos Feministas- CFEMEA, realizado entre outubro e dezembro de 2022, Brasília, 2023. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/12BiWImCjiNho1SI-KcgLJ1r-g0ucMczL/view

ROCHA, Camila. Menos Marx, Mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil. 1ª ed., São Paulo, Todavia, 2021.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro, 1ª edição, São Paulo, Companhia das Letras, 2019. 10ª reimpressão.

*Jornalista, doutora em Ciência Política, com pós-doutorado em estudos feministas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezenove − 9 =