A cocada do Bibi: o senador e os petistas infiltrados. Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

“Enganar, mentir, fraudar / São tuas grandes qualidades /
Gosto de teu descontrole / Em negar todas verdades /
De gritar alto e bom tom / As tuas insanidades”
(Carta do Satanás a Bolsonaro. Zé de Quinô 2022).

O que é que a cocada do Bibi, lá do bairro de Aparecida, em Manaus, tem a ver com petistas infiltrados nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília? Tudo. E com a declaração daí decorrente do senador coisificado Marcos do Val (Phodemos-ES, vixe vixe), ameaçando pedir o impeachment de Lula e a prisão do ministro da Justiça, Flávio Dino? Tudo. Por isso, é conveniente digerirmos essa cocada. É o que faremos a seguir. (mais…)

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O bando. Por Julio Pompeu

No Terapia Política

Estão por aí. Vejo. Sinto. Ouço. Em todos os lugares. Nos bares, becos e bancos de praça. Nas casas, lares felizes para os que veem de fora – e de longe. Nas igrejas, nos trabalhos e nos vai e vens das ruas apinhadas de gente apressada com atenção dividida entre vitrines e gente com cara de ladrão. Sim, eu sei. Estão perto. Muito perto. Onde menos se espera. E mais ainda onde se espera. (mais…)

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Lumpesinato em Brasília: Pau (lo Freire) neles! Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

“A hora é grave e inconstante. Tudo aquilo que prezamos: o povo, a arte, a cultura, vem sendo desfigurado pelos homens do passado, que por terror ao futuro, optaram pela tortura”. (Vinicius de Moraes. Amigo Di Cavalcanti. 1963) 

Nas noites calorentas de Manaus, as famílias do bairro de Aparecida colocavam cadeiras nas calçadas dos becos diante de suas casas e narravam histórias de um tempo mítico que nunca acaba. Contavam, às vezes em forma de parábola bíblica, que tudo o que aconteceu ou acontecerá no mundo já teve como palco o antigo bairro dos Tocos. Tudo? (mais…)

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A história da rádio que envenenou um país e foi condenada por difundir ódio. Por Jamil Chade

No UOL

Quem é responsável por transformar o ódio em violência? Quais são os instrumentos que um grupo usa para manobrar as massas para agir?

Está claro que, ao longo da história, o processo de transformação da oposição em inimiga segue certos padrões, abrindo espaço para a legitimação do uso da força contra quem pensa diferente. A missão de aniquilar o outro lado. Isso tudo por meio da pedagogia do ódio. (mais…)

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Desonra e traição. Por Julio Pompeu

No Terapia Política

No bochicho das frentes de quartel as mensagens dos oportunistas chegavam aos montes. A maioria era de reforço moral dos ressentidos. Só 72 horas e daí… Mantinham a mobilização na manutenção da ilusão de que se estava ali em missão nobre e divina de trazer o caos, a destruição e a morte. As inclemências do clima davam um ar de heroísmo à espera, enquanto os churrascos e outros mimos fornecidos por ricos oportunistas os lembrava de que não estavam sozinhos. Eram uma legião. (mais…)

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As nações indígenas no Brasil que renasce. Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

O Palácio da Alvorada ficou entregue às baratas: o mofo deu nas paredes, com infiltrações, vidros quebrados, sofás rasgados, mesa despedaçada, carpetes rotos. E muito lixo: farelo de biscoito no chão, leite derramado e outras imundices deixadas por seu ocupante, que fugiu para Miami, valhacouto de gusanos e vermes. Essas imagens retratadas pela jornalista Natuza Nery são apenas uma pequena amostra do dano causado ao patrimônio público nacional nos últimos quatro anos. É o símbolo do país destruído. (mais…)

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Por um ano novo de verdade. Por Eugênio Bucci

Sim, é possível confiar. Criticamente, é possível confiar. Se a sociedade souber que não é coadjuvante, mas protagonista

No A Terra é Redonda

Esperança não é uma boa palavra – e talvez não seja um bom sentimento. O educador Paulo Freire costumava dizer que preferia o verbo “esperançar” ao substantivo “esperança”, o que tem lá sua lógica. Verbo é ato, não mera sensação. “Esperançar” não é esperar à beira do caminho, com resignação, mas agir para mudar o caminho: uma atividade, não uma passividade. (mais…)

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