O ataque dos Estados Unidos ao Irã e suas consequências para o mundo do petróleo. Por José Luís Fiori e Rodrigo Leão

O reconhecimento do presidente Donald Trump, e a comemoração de algumas autoridades norte-americanas, transformam o “ataque americano ao aeroporto de Bagdá”, numa operação direcionada e bem sucedida de eliminação de um general iraniano de alta patente, em território iraquiano, por cima de toda e qualquer ideia de direito internacional, ou de respeito pela “soberania” das nações, ou  pelos “direito universal” dos indivíduos. Deste ponto de vista, a ação norte-americana só pode ter sido uma de duas coisas: um assassinato internacional, premeditado e por cima da lei, ou então foi um “ato de guerra”, ou mais precisamente, uma “declaração de guerra’ feita sem o consentimento do Congresso norte-americano.

(mais…)

Ler Mais

Estados Unidos e Irã: “Foi um ato terrorista”, analisa Igor Fuser

Brasil de Fato

Um conflito histórico que envolve a briga pelo petróleo e por influência no oriente médio, somado às relações entre Estados Unidos e Israel e às pretensões eleitorais de Donald Trump resultaram uma ação sem precedentes e no assassinato de uma das figuras políticas mais importantes do Irã: Qassem Soleimani , principal líder do setor de inteligência e das forças de segurança iranianas.

(mais…)

Ler Mais

EUA cometeram segundo maior erro estratégico deste século, diz pesquisador

Por Marco Weissheimer, no Sul21

A decisão do presidente Donald Trump de ordenar a morte do general Qasem Soleimani , comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária iraniana, representa o segundo maior erro estratégico que os Estados Unidos cometeram neste século, depois da invasão do Iraque em 2003. A ordem para assassinar o general iraniano deve ampliar o isolamento e a desconfiança que pairam sobre os EUA no Oriente Médio, além de poder alimentar uma escalada militar de conseqüências imprevisíveis. A avaliação é do professor Hugo Arend, Doutor em Sociologia pela PUC/RS, professor convidado do curso de pós graduação em Estudos Estratégicos Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e diretor do espaço Ideias e Saberes.

(mais…)

Ler Mais

Momento é o mais perigoso entre Estados desde crise dos mísseis, diz Amorim. Por Jamil Chade

No Uol

Diante do ataque americano em Bagdá contra um general iraniano, o mundo nunca esteve tão perto de conflito armado direto entre dois estados desde a crise dos mísseis, em Cuba nos anos 60.

O alerta é de Celso Amorim, ex-chanceler brasileiro e que chegou a ser indicado pela ONU para acompanhar um processo de desarmamento no Iraque no final dos anos 90.

(mais…)

Ler Mais

Em ligação feita na véspera de Natal, Assange diz que está morrendo lentamente na prisão

Por Matt Novak. no Gizmodo

Julian Assange está falando enrolado e preocupado com a possibilidade de morrer na prisão, de acordo com informações do jornalista britânico e ex-oficial do Exército Vaughan Smith. Smith conversou com a rede de TV estatal russa RT na terça-feira (31) e revelou que Assange ligou para ele da prisão britânica de Belmarsh na véspera de Natal.

“Ele me disse: ‘Estou morrendo lentamente aqui’”, disse Smith à RT. Ele acrescentou que Assange teve autorização para fazer apenas uma ligação no Natal.

(mais…)

Ler Mais

Durante visita a Pernambuco, Boaventura de Sousa Santos defende universidade pública

Sociólogo participou de ciclo de atividades em Recife e Caruaru

Daniel Lamir, Brasil de Fato

A agenda do português Boaventura de Souza Santos reservou quase uma semana de eventos em terras pernambucanas. O sociólogo sustentou a importância de articulação entre as universidades públicas e os movimentos populares através da prática e da teoria, entre os dias 09 e 14 de dezembro. Boaventura palestrou sobre os temas da democracia e da educação, além de lançar livro, participar de atividades da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) e receber o título de Doutor Honoris Causa concedido pelas universidades Federal de Pernambuco (UFPE) e Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

(mais…)

Ler Mais

As “identidades” e a invisível luta de classes

No drama dos imigrantes, uma chave para compreender o estratagema das elites dominantes: querem converter conflito social a mera disputa entre etnias ou gêneros. É outra máscara da eterno esforço para dividir os explorados

Por Nuno Ramos de Almeida, em Outras Palavras

A portuguesa Ana Telma Rocha interrompeu um direto da Sky News para expressar a sua revolta. Vive há quase 20 anos no Reino Unido. Serviu nesse país “em 32 empregos diferentes”, segundo confessa. Trabalha 63 horas semanais. Cria riqueza na Grã-Bretanha, mas só serve para trabalhar calada. Na hora de decidir, sobre o seu futuro e a sociedade em que vive, ela não é chamada.

(mais…)

Ler Mais

Una adolescente incómoda para los políticos neoliberales

Greta Thunberg fue atacada en los últimos días por líderes políticos como Jair Bolsonaro y Donald Trump. Sus reclamos de medidas de acción climática contra la clase política internacional parecen haber incomodado a los presidentes de los países más industrializados.

Por José Díaz, en Servindi

Desde hace unos meses la joven activista ambiental Greta Thunberg se ha convertido en una figura incómoda para la clase política internacional, opositora a la lucha contra el cambio climático. En los últimos días, en el contexto de la Conferencia de las Partes (COP25) celebrada en Madrid, dos líderes políticos neoliberales atacaron a la ecologista de 16 años.

(mais…)

Ler Mais

Marcia Tiburi: ameaçado, capitalismo apela à violência policial para intimidar a população

Ultraneoliberalismo se aproveita e estimula medo e tristeza nas pessoas para intimidar e impedir a revolta da população, avalia filósofa e professora

por Redação RBA

Em meio ao aumento da exploração dos trabalhadores e a retirada de direitos sociais básicos, a filósofa e professora Marcia Tiburi avalia que o estímulo ao aumento da violência policial é uma ação planejada da elite econômica para intimidar a população que se vê cada vez mais acuada. “O capitalismo em sua fase atual, selvagem, em que a exploração tem que ser levada ao limite para poder se sustentar, entra também em colapso. E toda essa violência policial serve a isso. A polícia serve como um braço do Estado a serviço do capital. Coloca-se a polícia a pôr medo na população, a matar quanta gente se puder. A partir dessa violência praticada, se produz muito medo”, avalia, em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, da Rádio Brasil Atual.

(mais…)

Ler Mais