Presença ostensiva dos agentes encerrou encontros como o tradicional baile da DZ7
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Por Glória Maria | Edição: Mariama Correia, Agência Pública
Desde o massacre de Paraisópolis, em 2019, que resultou na morte de nove jovens após uma ação da Polícia Militar durante um baile funk, os eventos culturais na maior favela de São Paulo, segundo Censo 2022, passaram por uma série de transformações. A presença ostensiva da polícia reduziu gradativamente o público do tradicional baile da DZ7, que reunia milhares de pessoas nas madrugadas de fim de semana na zona sul. Há quase dois anos, o baile deixou de acontecer. Moradores atribuem a paralisação à presença de viaturas no local, que passou a ser constante no governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). (mais…)
