E 2024 já chegou com problemas, incluindo o desligamento de Angra 1
Desde que foi criado, há 72 anos, o Programa Nuclear Brasileiro e as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) nunca viveram um ano tão catastrófico. 2023 chegou muito agourento, pipocando graves denúncias, especialmente em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em Caldas (MG), funcionou o primeiro complexo mínero-industrial de exploração de urânio, hoje chamado Unidade de Descomissionamento de Caldas (UDC). Ali aconteceu a primeira fase da cadeia de produção da energia nuclear no Brasil. Em Rezende e Angra dos Reis (RJ) ocorrem as atividades da última fase do ciclo atômico, incluindo a operação de duas usinas e a inconclusa obra de Angra 3 que, em 40 anos consumiu R$8 bilhões do orçamento estimado em R$28 bilhões. As populações atingidas mais diretamente por estes infortúnios são, portanto, do Planalto de Poços de Caldas (MG) e do Rio de Janeiro. Continue lendo “2023, o ano mais sinistro para o Programa Nuclear Brasileiro. Por Zoraide Vilasboas*”










