Como o agronegócio cercou os Guarani Kaiowá e por que os indígenas tentam retomar suas terras

Confinados em pequenos territórios, indígenas enfrentam o poder político e policial dos ruralistas – e pagam com a vida

por Murilo Pajolla, em Brasil de Fato

Rebatido à exaustão por especialistas, o argumento já vocalizado por Jair Bolsonaro (PL) de que no Brasil há “muita terra para pouco índio” é especialmente mentiroso quando se fala dos Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul

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Por que atacam o nosso orgulho?

por Ângelo Oliveira*

Em uma perspectiva dicionarizada, orgulho pode ser entendido como “sentimento de prazer, de grande satisfação com o próprio valor, com a própria honra”. Nesse sentido, orgulho tem a ver com a autoestima, com o valor que atribuímos a nós. E qual a relevância da autoestima na vida de um indivíduo?

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Acusado de matar Bruno e Dom havia sido preso em 2019 com 200 munições de espingarda

Até aqui, acreditava-se que não havia registro policial de “Pelado” anterior aos assassinatos

Por Rubens Valente, José Medeiros, em Agência Pública

Atalaia do Norte (AM) — O pescador e caçador Amarildo da Costa de Oliveira, 41, o “Pelado”, que segundo a polícia confessou ter matado o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips e indicou onde estavam os corpos, já havia sido preso em flagrante pela Polícia Civil em 2019 pela posse de 200 cartuchos de espingarda calibre 16. Até aqui, acreditava-se que não havia registro policial de “Pelado” anterior aos assassinatos.

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PGR desiste de grupo de trabalho para acompanhar investigações no Vale do Javari

ClimaInfo

Não durou nem duas semanas o grupo de trabalho criado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para acompanhar as investigações das mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips no Vale do Javari, na Amazônia. O grupo tinha sido criado a pedido do procurador-geral Augusto Aras e seria composto pelo promotor de justiça Sérgio Henrique Furtado Coelho, o procurador Júlio José Araújo Jr., o promotor André Paulo dos Santos Pereira e o juiz Luciano Nunes Maia Freire.

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O hacker do sistema político

Enquanto os partidos do campo democrático brincam de amarelinha, Bolsonaro monta seu ringue de MMA do golpe

por Marcos Nobre, na piauí

Ao contrário de presidentes do “antigo normal”, Jair Bolsonaro não arbitra conflitos, apenas veta tudo o que é prejudicial à sua base mais direta de apoio. Bolsonaro permite que cada feudo dentro do governo e do Estado estabeleça suas próprias diretrizes, sem coordenação com os demais. Ele só chega quando os conflitos já se acirraram a tal ponto que a situação saiu do controle, quando já não têm mais solução possível e adequada. Foi assim que vetou, por exemplo, a recriação da CPMF e enterrou uma reforma da Previdência que não poupasse militares e policiais. E assim por diante.

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Despejo Zero: ajude a pressionar o STF enviando uma carta por um país Sem Despejo

Caso a ADPF 828 – válida até quinta-feira (30) – não seja prorrogada, cerca de meio milhão de pessoas poderão ser despejadas

Da Página do MST

Na próxima quinta-feira (30) termina o prazo da decisão do STF que suspende os despejos, e mais de meio milhão de pessoas poderão ser despejadas de suas casas em todo o território nacional. Longe de ser um tema pontual ou jurídico, os despejos no Brasil são um problema estrutural no campo e na cidade, que no último período envolve a pandemia da Covid-19 (que ainda não acabou), além do agravamento nas condições econômicas do nosso país.

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No Ceará, Audiência Pública se posiciona contra os despejos no estado

Em Limoeiro do Norte, Defensoria promove audiência pública para discutir a situação das famílias acampadas no acampamento Zé Maria do Tomé

Por Aline Oliveira, na Página do MST

Na manhã de ontem (27), a Defensoria Pública do Estado do Ceará realizou audiência pública com o objetivo de discutir a situação das famílias acampadas no Acampamento Zé Maria do Tomé. 

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Contra a fome e por comida de verdade, alimentos são doados na 19ª Jornada de Agroecologia

Cerca de 20 toneladas de alimentos produzidos por acampamentos e assentamentos da reforma agrária do Paraná devem beneficiar famílias de nove comunidades de Curitiba e Região Metropolitana

Por Franciele Petry Schramm, na Página do MST

Solidariedade. Foi essa a palavra formada na disposição das mais de 100 caixas coloridas que armazenavam quase 20 toneladas de alimentos distribuídos na 19ª Jornada de Agroecologia neste dia 25, em Curitiba. E foi esse o sentimento de quem produziu, distribuiu ou recebeu uma variedade de frutas, verduras, legumes, grãos e pães em uma ação que uniu movimentos sociais do campo e da cidade.

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Comunidade da Macaúba realiza seminário sobre judicialização de terras por parte de mineradoras em Catalão (GO)

Encontro promoveu discussões acerca da participação da comunidade no âmbito do Tribunal Permanente dos Povos em Defesa dos Territórios do Cerrado (TPP), que realizará audiência final entre 8 e 10 de julho

CPT 

A Comunidade da Macaúba, localizada cerca de 15km de Catalão/GO, se reuniu neste último domingo, 26 de junho, em um seminário sobre a judicialização de terras por parte de mineradoras na região do município. O encontro foi organizado pela própria comunidade para compartilhar informações sobre sua participação no Tribunal Permanente dos Povos em Defesa dos Territórios do Cerrado (TPP) e potencializar seus desdobramentos.

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Como é ser LGBTQIA+ no campo

Histórias de quem assumiu orientação e ainda enfrenta preconceitos e estereótipos no meio rural. Com um olhar mais atento às regiões onde há disputa por terra, um levantamento, realizado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), aponta que cinco LGBTs foram vítimas de violência no campo no ano passado.

por Cleyton Vilarino, na Revista Globo Rural

A cena foi vista por milhões de brasileiros que acompanham a novela de maior sucesso no país atualmente. Ao chegar na fazenda de seu pai em Pantanal, Jove, interpretado por Jesuíta Barbosa, tem sua sexualidade questionada ao apresentar comportamentos considerados pouco viris, como não comer carne, não andar a cavalo ou não revidar aos socos as provocações de Alcides, peão interpretado por Juliano Cazarré. Em uma das cenas, o personagem Tenório, interpretado por Murilo Benício, dispara: “Pode ser até que ele não seja, mas que leva jeito leva”.

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