A Amazônia tomada pelo crime organizado

ClimaInfo

Se tem uma coisa que o assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips no Vale do Javari e os comentários presidenciais das últimas semanas mostraram é que o poder público, que deveria zelar pelos bem-estar e segurança de seus cidadãos na Amazônia, virou as costas para a população e entregou a floresta para o crime organizado. O resultado disso é violência, abusos e ameaças contra as Comunidades Indígenas e Tradicionais, pioradas pela omissão do Estado em respeitar seus direitos.

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Datafolha: 49% enxergam falta de ação do governo para solucionar assassinato de Bruno e Dom

ClimaInfo

A mais recente pesquisa Datafolha não apenas jogou um balde de água fria nas pretensões eleitorais do atual presidente da República. Ela mostrou também que os brasileiros, em sua maioria, entendem que o governo federal não fez tudo o que poderia para investigar o bárbaro assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips no Vale do Javari.

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Ataques a jornalistas vêm à tona com caso Dom e Bruno

Família Bolsonaro, além de ser responsável pela maioria dos ataques, cria ambiente que permite crimes como aqueles praticados contra indigenista e jornalista

Por Janelson Ferreira*, na Página do MST

“Agora podemos levá-los para casa e nos despedir com amor”. Foi assim que Alessandra Sampaio, esposa do jornalista britânico Dom Phillips, se expressou após a notícia de que os corpos de seu marido e do indigenista Bruno Pereira foram encontrados.

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Corte Interamericana julga país pelo assassinato do camponês Antonio Tavares (PR)

Violações de direitos marcam o massacre ocorrido em 2000, que também vitimou 185 pessoas. Justiça brasileira não responsabilizou envolvidos

Da Página do MST

Nos dias 27 e 28 de junho a Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), irá julgar o Estado brasileiro pela omissão e não responsabilização dos envolvidos no assassinato do trabalhador rural Antonio Tavares e às lesões sofridas por 185 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) por parte de agentes da polícia militar, durante a repressão de uma marcha pela reforma agrária realizada em 2 de maio de 2000, na Rodovia BR-227, em Campo Largo (PR).

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Perícia mostra “triplex” de terras rurais da família Dallagnol no Mato Grosso

Sobreposição é uma das acusações do Incra para reaver dinheiro gasto com desapropriações; fazendas de tios e pai do ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol estão em gleba com 1,9 mil hectares incidentes em dezenas de matrículas de propriedade e decretos de uso social

Por Leonardo Fuhrmann, em De Olho nos Ruralistas

O ex-procurador da República Deltan Dallagnol ficou conhecido como um dos autores da denúncia que atribuía ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva um triplex pertencente à construtora OAS na praia das Astúrias, no Guarujá, litoral paulista. O imóvel na estância balneária foi arrematado por R$ 2,2 milhões e usado pelo proprietário em uma ação promocional na internet.

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Filhos e filhas do campo e da reforma agrária acessam a universidade federal através do Pronera

Experiência na Universidade Federal de Pelotas demonstra a importância do acesso à formação superior

Por Pedro Neves Dias, no Brasil de Fato | Porto Alegre

 O Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) é um programa federal que destina verbas específicas para providenciar o acesso de jovens ao ensino superior, em instituições federais. Atende a jovens com origem em comunidades rurais, assentados da reforma agrária e assistidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o curso ofertado através do programa é o de Medicina Veterinária, através das chamadas Turmas Especiais da Medicina Veterinária (TEMV).

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O aborto, o papa e a “bolsa estupro”. Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

Hay que hablar, hablar y hablar
(Papa Francisco sobre o estupro de crianças. 24/06/2022)

Entonces, hablemos. Tijucas, município de Santa Catarina, tem menos de 40 mil habitantes. Lá, uma criança de 11 anos, foi estuprada e engravidou. Quando estava na 22ª semana de gravidez, em maio, a mãe buscou auxílio jurídico e médico para fazer o aborto, que nesse caso é legal. A juíza Joana Ribeiro Zimmer e a promotora Mirela Dutra, com vestidos cor de rosa, subiram na goiabeira da pastora evangélica Damares Alves, ex-ministra da Mulher e da Família e, lá do alto, buscaram induzir a menina a não abortar.

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Ameaça a mulheres parlamentares via e-mail pode configurar crime, afirma GT do MP Eleitoral

Notícia sobre ataques recebidos por vereadora e deputada do RJ foi encaminhada à unidade do MP Eleitoral no Rio de Janeiro para análise

O Grupo de Trabalho (GT) Prevenção e Combate à Violência Política de Gênero do Ministério Público Eleitoral aponta indícios de crime nos supostos ataques feitos pelo deputado estadual Rodrigo Amorim (PTB) a duas parlamentares, em mensagem enviada pelo e-mail institucional da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O texto, que teria sido recebido pela vereadora de Niteroi (RJ) Benny Briolly (Psol), contém ofensas e ameaças dirigidas a ela e à deputada estadual Renata Souza (Psol), relacionadas à condição de mulher e parlamentar de ambas.

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Tese do marco temporal contraria fundamentos da Constituição, reitera MPF em audiência na Câmara dos Deputados

Para a procuradora Marcia Zollinger, eventual validação do argumento pelo STF legitimaria as violências do passado colonial

O Ministério Público Federal (MPF) participou, nessa quinta-feira (23), de audiência pública promovida pela Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para debater os impactos da tese do marco temporal na vida dos povos indígenas. Na avaliação da procuradora da República Marcia Brandão Zollinger, impor qualquer limitação temporal ao direito originário dessas populações a seus territórios contraria o que determina a Constituição Federal. Segundo ela, “isso seria legitimar todas as violências do passado colonial, autoritário e assimilacionista, que pretendia a incorporação dos povos indígenas à comunidade nacional”.

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Nota do Cimi: assassinato de Guarani e Kaiowá é resultado de ação policial ilegal e da omissão do Estado

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) manifesta sua solidariedade ao povo Guarani e Kaiowá e cobra justiça pelo assassinato de Vitor Fernandes

No Cimi

“Eu vi, eu vi a aflição de meu povo (…)
ouvi os seus clamores por causa de seus opressores.
Sim, eu conheço seus sofrimentos.” Ex. 3,7

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) manifesta sua solidariedade à comunidade Kaiowá e Guarani do tekoha Guapo’y e aos familiares de Vitor Fernandes, vítima de uma violenta e ilegal ação de despejo praticada pela Polícia Militar (PM) do estado de Mato Grosso do Sul no dia 24 de junho de 2022.

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