Newsletter da Ponte, por Fausto Salvadori
Duvido que os historiadores do futuro venham a ter lá muito simpatia pelo jornalismo hegemônico do século 21 quando analisarem como conseguiu transformar em herói uma figura tão ridícula como a de Sérgio Moro. Sabe o cara que os jornalistas vendiam como uma figura imponente, um campeão da moralidade pública sem ambições políticas, mas com conhecimentos de um jurista e a visão estratégica de um enxadrista? Pois não passava de um caipira com voz de pato, que não viu impedimento ético em remover o principal candidato de uma eleição presidencial e entrar em seguida para o governo do vencedor da mesma disputa, um simplório com cultura de almanaque que fez tantas cagadas na carreira política que, de presidenciável da terceira via, despencou tanto que por pouco não se viu sem outra opção que não a disputar a vaga de síndico de algum condomínio com fachada neoclássica em Maringá.
Continue lendo “O pior assassino é o que veste toga”










